Roberto Motta

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@rmotta2

Engenheiro. Autor de 5 livros. Comentarista da @JovemPanNews. Ex-consultor do Banco Mundial e ex-Secretário de Estado. Pai. Instagram: @robertomottaoficial

Rio de Janeiro Katılım Nisan 2009
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Roberto Motta
Roberto Motta@rmotta2·
A única causa da inflação são os gastos do governo. O que acontece é o seguinte: O governo gasta mais do que arrecada, gerando um déficit. Então ele precisa pedir dinheiro emprestado para cobrir o déficit. Ele pega dinheiro emprestado vendendo títulos do tesouro. Esses títulos são comprados principalmente por bancos. Os bancos podem, depois, vender os títulos para o Banco Central. Só tem um detalhe: o Banco Central compra esses títulos com dinheiro que ele cria na hora. É uma operação triangular. O resultado final - se abstrairmos a participação dos bancos - é que o déficit do governo foi financiado criando dinheiro do nada. Ou seja, o Estado imprimiu mais dinheiro (via Banco Central) para pagar por seus gastos. É essa criação de dinheiro que faz com que a moeda perca o poder de compra. O resultado da desvalorização do dinheiro é um aumento contínuo e generalizado de preços - tudo aumenta de preço, o tempo todo. Por isso uma dúzia de ovos custava R$ 1 em 1994, hoje custa R$ 12 e um dia vai custar R$ 500. A criação de dinheiro é a causa da inflação. O aumento temporário de preços provocado, por exemplo, por escassez de um produto, não é inflação. Quando o produto volta, os preços caem. O que caracteriza a inflação é o aumento contínuo e generalizado de preços. E isso só tem uma causa: a emissão de moeda para cobrir os gastos do governo. Ou seja: basta o governo gastar menos e o dinheiro deixará de perder valor.
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Roberto Motta
Roberto Motta@rmotta2·
O Que Ninguém Explica aos Jovens: Dinheiro é Essencial Um dos momentos marcantes da minha vida foi quando recebi meu primeiro salário. Não era suficiente para me sustentar. Geralmente, o primeiro salário do primeiro emprego nunca é. Mas era o passo inicial para assumir o controle do meu destino. Lembro que entrei no supermercado e pensei: posso comprar o que quiser porque agora tenho dinheiro para isso. Meu dinheiro. Fui, aos poucos, me tornando independente. Mudei de emprego muitas vezes, avancei na carreira, casei, tive filhos e, eventualmente, passei por tempos difíceis, inclusive um período de desemprego em que ia ao mercado com um aperto no estômago, com receio de que o dinheiro da conta não fosse suficiente para pagar as compras. É um sentimento terrível. Há quem recomende aos jovens que, ao escolher uma profissão, o importante é fazer o que se gosta. “Siga sua paixão” e o resto será consequência. Mas esse é um conselho equivocado que produz resultados graves, às vezes irrecuperáveis. Um dos fatores críticos para a felicidade do ser humano é a capacidade de se sustentar e, em algum momento, sustentar uma família. Nenhuma “paixão” substituirá isso. Conheço pessoas que decidiram seguir carreiras em que fariam o que gostavam - na verdade, aquilo que achavam que gostavam - só para viver em permanente insegurança, instabilidade e dependência porque a ocupação que escolheram não gerava renda suficiente. Depois de algum tempo, a maioria não fazia mais o que gostava; eles faziam qualquer coisa para sobreviver. A escolha de uma profissão é influenciada por vários fatores. Um deles precisa ser a capacidade que aquela profissão tem de colocar comida na mesa, porque ninguém vive sem comer. Ninguém vive sem uma casa para morar - o que exige pagamento de aluguel, IPTU e condomínio - ou sem eletricidade, água, roupas, plano de saúde, internet e tantas outras coisas pelas quais precisamos pagar. Se o pagamento não é feito com o dinheiro que ganhamos, ele precisará ser feito com dinheiro que pediremos emprestado a alguém. A alternativa é passar necessidades. É claro que uma vida feliz é resultado de muitas coisas e apenas algumas delas estão sob nosso controle. Mas as coisas que controlamos não podem ser negligenciadas. Poucas pessoas trabalham fazendo apenas o que gostam. Gostar de uma atividade não é o fator principal a ser considerado na escolha de uma profissão - até porque é praticamente impossível para um jovem de 17 ou 18 anos, com pouca experiência, decidir o que quer fazer pelo resto da vida. E nenhum jovem precisa assumir um compromisso assim. A vida é cheia de surpresas. Haverá oportunidades para correção de rumo e para mudar de uma atividade para outra, desde que a pessoa tenha se preparado para isso. Eu defendo a ideia de que, ao escolher uma profissão, o jovem tenha em mente três critérios. Um deles é ter algum interesse por aquela atividade, claro. Mas é preciso manter a mente aberta e ampliar o alcance desse interesse potencial. Outro critério - e esse é imprescindível - é que a atividade profissional permita manter o padrão de vida com o qual a pessoa está acostumada. Conheço um jovem que abriu mão da possibilidade de fazer medicina para cursar psicologia. A renda média de um psicólogo fica muito abaixo da renda média de um médico. Esse jovem - que não conhecia nenhuma das duas profissões - provavelmente teria se adaptado à medicina tanto quanto se adaptou à psicologia, com a diferença de que teria empregabilidade maior e uma expectativa de renda superior. Outro jovem abandonou a engenharia para estudar música. Com essa escolha, ele impôs uma limitação tão grande à sua independência financeira que, aos quase 40 anos, ainda mora com os pais, sem qualquer perspectiva de conseguir pagar suas contas. Um engenheiro mediano tem muitas oportunidades de emprego devido à sua formação, enquanto um músico, para viver da música, precisa de esforço, talento e sorte acima da média. O terceiro critério que eu sugiro para a escolha de uma profissão é a flexibilidade diante de futuras e imprevisíveis oportunidades. Dizendo de outra forma: quem se gradua em engenharia, por exemplo, está capacitado a exercer uma grande variedade de atividades, não só em engenharia, mas na administração privada ou pública, no mercado financeiro, na área de vendas, no ensino e em outras áreas. O médico e o advogado podem trabalhar como funcionários de uma empresa ou abrir o próprio negócio. Um programador tem possibilidades infinitas. Mas alguém que escolhe graduação em história, geografia ou sociologia - por exemplo - provavelmente está limitando suas oportunidades profissionais ao trabalho como professor. Há uma regra que parece simplória, mas que ajuda muito na escolha da carreira. A regra diz que quanto maior o esforço feito na universidade, melhores serão as oportunidades profissionais. Jovens, seduzidos pela teoria do “fazer aquilo que se gosta”, escolhem cursos “fáceis”. Além disso, muitos têm a convicção de que a sociedade lhes deve empregos divertidos e bem-remunerados, como um direito de nascença. Movidos por isso, acabam escolhendo cursos universitários cuja empregabilidade é baixa ou inexistente - não são muitas as empresas que precisam de sociólogos especializados em estudos de gênero ou historiadores com mestrado em “decolonialidade”. Mas todas as empresas precisam de administradores, programadores, advogados e contabilistas. E todo mundo irá, um dia, precisar de um médico. Quem escolhe uma profissão bem-remunerada e com empregabilidade aumenta as chances de conquistar estabilidade e independência financeira, e pode aproveitar as oportunidades que a vida colocará à sua frente. Um engenheiro ou arquiteto que já tem casa própria e fez uma poupança pode, eventualmente, tirar um período sabático e se dedicar à literatura ou à música. Mas um licenciado em literatura ou um músico que passou a vida lutando para não morrer de fome, não consegue pensar em mais nada a não ser nas contas que vencem no final do mês. Uma vida sem dinheiro não é rebelde nem romântica. A primeira responsabilidade dos adultos é sustentar a si próprios e aos entes queridos que um dia formarão suas famílias. Nada, absolutamente nada substitui a independência financeira. Sem ela, não existe felicidade real.
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Roberto Motta
Roberto Motta@rmotta2·
No Brasil é exatamente a mesma coisa. O custo social de não ter um diploma é altíssimo.
Brivael Le Pogam@brivael

L'intégralité des gens les plus brillants que j'ai croisés ces dernières années ont compris la même chose au même moment : le système des diplômes est un Ponzi. La séquence est toujours identique. Ils rentrent dans une bonne école. Ils réalisent en 6 mois que ce qu'on leur enseigne a 20 ans de retard sur ce qu'eux savent déjà faire seuls. Ils réalisent que le seul produit réel du diplôme, c'est un signal social pour les RH et les belles-mères. Ils drop-out. Ils montent une boîte. Le dernier en date : @khadri_othmane . 1M+ d'ARR en quelques mois. Il sera milliardaire. Pas parce qu'il a un talent magique — parce qu'il réfléchit par lui-même et qu'il a compris que tout le système autour de lui est un théâtre. Et c'est là qu'on touche au vrai problème français : un drop-out US, c'est un héros potentiel. Un drop-out français, c'est un raté que les parents cachent en dîner. Le ratio de dropouts qui montent une boîte entre les US et l'Europe est de l'ordre de 4 à 5 pour 1. Pas parce que les jeunes européens sont moins intelligents. Parce que le coût social de quitter HEC ou Centrale est énorme — et qu'on continue à traiter le diplôme comme une preuve de valeur. C'est là que le serpent se mord la queue. On donne du crédit aux diplômes → personne n'ose drop-out → les meilleurs cerveaux restent prisonniers de cursus inutiles → ils sortent à 24 ans avec un CV et zéro produit livré → ils vont chez McKinsey ou BNP → ils ne construisent jamais rien. Il faut casser le signal. Massivement. Publiquement. Jusqu'à ce que monter sa boîte à 19 ans devienne le default path et que rester 5 ans à Centrale soit considéré comme le truc bizarre. Message direct aux mecs qui rentrent en grande école là maintenant : ne restez pas. Sérieusement. Vous êtes dans la cage la plus dorée de France, mais c'est toujours une cage. Le seul truc que vous y apprendrez vraiment, c'est à obéir aux concours suivants. Personne dans le monde réel n'a jamais embauché quelqu'un en regardant son rang au concours d'X. Sortez. Construisez. Vendez. Cassez-vous la gueule. Recommencez. C'est ce qui fera de vous quelqu'un. Pas un papier signé rue Descartes.

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Roberto Motta
Roberto Motta@rmotta2·
Eu voto desde 1980. Na absoluta maioria das eleições o que restou ao eleitor foi escolher o menos pior.
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Roberto Motta
Roberto Motta@rmotta2·
Recomendo o excelente livro de @AdrianoGianturc. Claro, objetivo e acessível, ele demole os mitos mais comuns sobre o Brasil: -O Brasil é um país rico -O Brasil tem excelentes leis -O Brasil é o país mais corrupto Nada disso é verdade. Entenda: amzn.to/4fBdyPN
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Roberto Motta
Roberto Motta@rmotta2·
O sistema democrático ocidental se baseia em eleições. Os cidadãos votam em candidatos e aquele mais votado ocupa o cargo máximo na administração do Estado. E aí vem o paradoxo: não é possível selecionar o melhor administrador público através de votação. revistaoeste.com/revista/edicao…
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Marcelo Klement 🇧🇷🇮🇱🇩🇪🇺🇲
@rmotta2 Pensando nisso que vc argumentou sobre como diferenciar Esquerda X Direita, há algum tempo montei um gráfico usando como parâmetro comparativo a presença do estado na vida das pessoas... É preciso evoluir, mas creio que a idéia central está perceptível.
Marcelo Klement 🇧🇷🇮🇱🇩🇪🇺🇲 tweet media
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Roberto Motta
Roberto Motta@rmotta2·
A origem dos termos esquerda e direita remonta à Revolução Francesa, quando, nas assembleias revolucionárias, os parlamentares mais favoráveis a mudanças profundas e à limitação do poder tradicional sentavam-se à esquerda do presidente da Assembleia, enquanto os mais favoráveis à preservação da ordem existente e das instituições tradicionais sentavam-se à direita. Os termos esquerda e direita sugerem uma visão de simetria do cenário político, de dois polos equidistantes e equivalentes em peso, representatividade e moralidade, duas posições igualmente radicais. Isso leva muitos a concluir que o equilíbrio está no centro. Mas não existe simetria intelectual e moral entre esquerda e direita. O termo “esquerda” não descreve um conjunto de ideias, políticas e valores equivalentes aos descritos pelo termo “direita”, apenas com o sinal trocado. Como disse Gustavo Corção, nesse jogo político falso não há “simetria de peças e de regras como no xadrez [...] a rigor não há esquerda e direita. Historicamente [...] só há esquerda. A direita não existe como corrente histórica. Ela passa a existir como coisa designada e apontada à execração pela esquerda ” ✱ O “centro” político não é um lugar filosoficamente ou moralmente equidistante das posições de esquerda e direita - e, como consequência, superior e mais refinado. Esse lugar equidistante não existe. Não é possível marcar um ponto no espectro político e dizer “aqui fica a esquerda”, marcar outro ponto como “direita” e fazer uma marcação exatamente no meio e dizer: aqui é o centro político. Outra razão para o equívoco do termo “centro” - politicamente falando - vem do fato, facilmente constatável, de que boa parte do que passa por posições “de centro” hoje são, na verdade, ideias de esquerda. (trecho do meu próximo livro Marx Não Era Marxista) ✱ J. O. de Meira Penna. A Ideologia do Século XX. Vide Editorial, Campinas, 2a edição, 2017, p.111
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MEI Pobre MEI Rico
MEI Pobre MEI Rico@MeiPobreMeiRico·
@rmotta2 Opa Motta! Vindo de você eu compro de olho de fechado! Vou lá agora! Se tiver link seria legal colocar aqui também.
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Roberto Motta
Roberto Motta@rmotta2·
Você quer crescer no mundo dos negócios com estratégia e confiança? O Kit Empreendedor reúne best-sellers internacionais sobre gestão, produtividade, vendas, investimentos, construção de riqueza e mentalidade empreendedora. São livros objetivos, bem diagramados e fáceis de ler, para transformar ideias em resultados. Eles ensinam como administrar o tempo e aumentar o valor do trabalho, aplicando princípios usados por empreendedores e investidores de sucesso. O destaque é O Mito do Empreendedor, eleito pela revista TIME como um dos melhores livros de negócios de todos os tempos. Use o cupom MOTTA10 no site da Editora Fundamento e aproveite. #empreendedorismo #negocios #livrosdenegocios #produtividade #editorafundamento
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Roberto Motta
Roberto Motta@rmotta2·
Eu sempre digo: leia livros bons. Ler um livro ruim é pior do que não ler. Muitos me pedem recomendações de livros bons. Para facilitar, minha livraria online tem uma seção só com livros que eu li e recomendo: livrariadorobertomotta.com.br/recomendacoes-… Você pode anotar e comprar onde quiser 🙂
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@andersonsilvarj
@andersonsilvarj@andersonpensa82·
@rmotta2 Ótima ideia 💡 Nos recomende livros essenciais para crescimento pessoal.
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Roberto Motta
Roberto Motta@rmotta2·
Para cada hora de rede social comprometa-se com uma hora de leitura de um bom livro.
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Roberto Motta
Roberto Motta@rmotta2·
É uma história impressionante. The Dark Horse.
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Roberto Motta
Roberto Motta@rmotta2·
PERGUNTA: Grok, o que é "priming" e como isso pode ser usado para influenciar as respostas que alguém dá em uma pesquisa de opinião? RESPOSTA: Priming é um conceito da psicologia cognitiva que descreve como a exposição a um estímulo inicial (o "prime") influencia de forma sutil e muitas vezes inconsciente a forma como processamos ou respondemos a um estímulo posterior. Como funciona o priming? O cérebro ativa redes associativas de memória. Quando você vê ou ouve algo, conceitos relacionados ficam mais acessíveis mentalmente. Isso acontece de forma automática e rápida, sem que a pessoa perceba. O "priming" pode ser positivo (facilita respostas) ou negativo (inibe), semântico (relacionado ao significado) ou afetivo (relacionado a emoções). Priming em pesquisas de opinião: Nas pesquisas (enquetes, surveys, focus groups etc.), o priming é uma das principais fontes de viés metodológico. Ele é usado — intencionalmente ou não — para "preparar" a mente do respondente e direcionar as respostas. Como o priming influencia respostas: 1-Ordem das perguntas (priming sequencial) A pergunta anterior ativa certos pensamentos, alterando a resposta à seguinte. Exemplo clássico: Pergunta A: "Você acha que o governo atual está fazendo um bom trabalho na economia?" Pergunta B: "Qual sua avaliação geral do presidente?" Se a pessoa respondeu negativamente à A, tende a dar nota mais baixa na B (efeito de assimilação). 2-Priming de contexto ou informação prévia: Fornecer uma informação ou frase antes da pergunta principal. Exemplo: Versão 1 (sem priming): "Você apoia o aumento de impostos para financiar saúde e educação?" Versão 2 (com priming): "Dado que o país tem um dos maiores déficits fiscais da América Latina e que outros países aumentaram impostos com bons resultados..." + mesma pergunta. A segunda versão geralmente gera mais apoio. 3- Priming afetivo/emocional Usar palavras carregadas, imagens ou histórias antes da pergunta. Mostrar fotos de imigrantes em situação de pobreza antes de perguntar sobre política migratória → aumenta respostas favoráveis à acolhida. Mencionar "crime violento" ou "segurança pública" antes de perguntar sobre pena de morte → aumenta o apoio. 4-Priming de identidade Ativar certa identidade social antes da pergunta. Perguntar primeiro "Você se considera uma pessoa religiosa?" e depois perguntar sobre aborto → respostas mais conservadoras. Ativar identidade "cidadão preocupado com o meio ambiente" antes de perguntar sobre regulação de indústrias → respostas mais "verdes". Por que isso funciona tão bem em pesquisas? A maioria das pessoas não tem opiniões cristalizadas sobre todos os temas. Elas constroem a resposta no momento, usando o que está mais acessível na memória (priming). O efeito é mais forte em perguntas ambíguas, temas complexos ou quando o respondente tem pouco conhecimento. Pesquisas por telefone ou online são especialmente suscetíveis porque o contexto imediato (notícias do dia, ordem do questionário) influencia muito.
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SiBorghi
SiBorghi@BorghiSi·
@rmotta2 Bom dia, Motta! Olha, tenho muito o que te agradecer pois suas dicas de livros no Meia Hora são preciosíssimas! Meus filhos, inclusive, leram Os Meninos da Rua Paulo, Fahrenheit 451 e amaram! Muito obrigada mesmo! Deus te abençoe!
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Roberto Motta
Roberto Motta@rmotta2·
A liberdade econômica é inseparável das outras liberdades. Liberdade econômica é a a liberdade de gastar o seu dinheiro como você quiser, de manter a maior parte do dinheiro que ganha para si, de transferir os seus bens para os seus filhos, de criar empreendimentos e de contratar através de uma livre negociação. Se não existe liberdade econômica, não existe nenhuma outra liberdade.
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