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Rossi Chaves
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Rossi Chaves
@rossichaves
Prof. (UEMG) e Dr. em Administração (UFMG). Economia política e marxismo. Insurance market
Brazil Katılım Ocak 2010
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Publiquei este pré-print hj. Pra quem quiser entender: Your SaaS Is an Insurance Product: A Modeling Framework — explained simply via @gistdotscience gist.science/paper/2605.166…
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Os caras estão num país onde a I.A. já está integrada militarmente, o acesso é caro e desigual, treinam modelo baseado na pirataria. E o problema pra humanidade é a China. Discurso político com sopa de letras "contra o autoritarismo".
Anthropic@AnthropicAI
We've published a paper that explains our views on AI competition between the US and China. The US and democratic allies hold the lead in frontier AI today. Read more on what it’ll take to keep that lead: anthropic.com/research/2028-…
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Convocó a todas las organizaciones campesinas, indígenas y afrodescendientes a iniciar la coordinación social que se necesita para iniciar la gran lucha por la tierra y el cumplimiento de la constitución en Colombia
Pueden expresarse ya como poder constituyente al lado de la población colombiana.
Solo el pueblo decide si retrocedemos a la constitución de 1886, atrás incluso de la ley 200 de tierras de 1936 en la "Revolución en Marcha, dejando la tierra en manos de terratenientes o se aplica el estado social de derecho de la constitución de 1991 y el acuerdo humano de la ONU sobre los derechos campesinos a la propiedad de la tierra
Espero las decisiones de la coordinación social frente a la terrible sentencia de amigos del poder terrateniente que hoy por hoy es un poder mafioso.
Ya vemos como han ayudado a los banqueros a robarse el ahorro del pueblo trabajador y ahora, literalmente, queda en pie el robo del narcotráfico a las tierras de la nación que son del pueblo colombiano y fué la causa de la muerte de 200.000 personas.
Quieren devolver a Colombia a la violencia de mediados del siglo XX, demostraremos con la decisión del pueblo en las urnas, primer momento constituyente y con la.gran movilización del pueblo de Colombia, segundo momento constituyente, que se deben cumplir las órdenes de la constitución nacional vigente y de las sentencias de las cortes internacionales y tratados que Colombia suscritos sobre el derecho de las comunidades indígenas y afrodescendientes a la tierra, la autonomía y la cultura y el derecho del campesinado a la tierra
¡Que viva la Reforma Agraria!
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Que ódio dessa gente burra... Como pode um trem desse
Notícias Paralelas@NP__Oficial
🚨 VEJA l Bolsonarista ignora bactéria e lava frango com detergente Ypê
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Tarifa Zero pode devolver R$ 45,6 bilhões ao bolso dos passageiros das capitais e regiões metropolitanas, aponta estudo glo.bo/4ul8MtS #g1
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@flux0_infinito Várias camadas de erro. O único acerto é que de fato é Hegel quem afirma essa centralidade ontológica do trabalho, que posteriormente influencia Lukács. No Marx maduro a questão é colocada de outra forma.
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Deve ser muito bom ser retardado. Os fatos sempre te dão um murro na cara, mas o retardo é uma anestesia que sempre te salva.
Pensador.@Pouel11
Filipe Boni foi completamente desmentido pelo Thiago Braga.
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Menos Estado gera mais desenvolvimento? Esse é um dos argumentos mais repetidos no debate econômico pelos defensores do Índice de Liberdade Econômica feito pela Heritage Foundation (fundação ligada ao Partido Republicano dos EUA).
Quando você pega o Índice de Liberdade Econômica e isola apenas o critério de “tamanho do Estado” (gasto público, carga tributária e saúde fiscal), o resultado é curioso: o topo é ocupado por países como Turcomenistão, Afeganistão, Haiti, Guatemala e Camboja.
Ou seja, justamente o principal critério usado para defender que “menos Estado” levaria à prosperidade não aponta para os países mais ricos e desenvolvidos, mas para países com enormes fragilidades econômicas, institucionais e sociais.
Isso revela um ponto importante: o índice não está captando o caminho do desenvolvimento. Ele combina diferentes critérios, muitos deles ligados à qualidade institucional de países já desenvolvidos, e depois apresenta o resultado como se fosse prova de uma relação causal.
O que parece ser um ranking técnico funciona mais como uma narrativa ideológica do que como uma explicação real do desenvolvimento econômico.
E aí fica o questionamento final: se esse é um índice de “liberdade econômica” que tenta vender a ideia de que o desenvolvimento vem acompanhado de menos Estado, como é possível que, quando você olha justamente para esse critério, os países desenvolvidos não aparecem no topo? Não tem uma contradição aí?

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