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@sbvidoto
Casado, Apaixonado, Palmeirense e Corneteiro (Redundância). Engenheiro Mecânico em TI.






O que fizeram com a frase do Casemiro sobre o Endrick é uma mistura de ignorância, falta de interpretação, pressa em dar opinião e canalhice.


Taylor Swift's 𝗳𝗮𝘁𝗲 𝗼𝗳 𝗢𝗽𝗵𝗲𝗹𝗶𝗮 is greater than any other song of Michael Jackson. He's overhyped.






o mais triste de tudo é que eu realmente sinto angustia de assistir o palmeiras. eu não tenho VONTADE. não tenho nenhum sentimento positivo. apatia, angustia, nojo, raiva. me sinto com a alma dementada no azkaban parque.


“O Palmeiras duela com 19 clubes no Brasileiro. Desses 19, talvez ele seja melhor que 18. O 19º é melhor, que é o Flamengo. E se o Palmeiras jogar contra o Flamengo como joga contra os outros times, perde o campeonato.” 🎙️ Facincani. 🎥 @JovemPanEsporte


Latin America is now aging faster than ANY region in the world. Chile has a lower birthrate than even Japan. What is going on?


OPINIÃO! 🚨 “Arrascapênalti”, disse o jornalista da imprensa paulista, tentando colar no jogador Arrascaeta uma fama de cavador de pênalti. O apelido é covarde, e a linguagem explica por quê. “Arrascapênalti” cria uma confusão deliberada entre um título (o apelido) e uma figura de linguagem, a metonímia, que atribui ao jogador a parte pelo todo: Arrascaeta passaria a representar todos os cavadores de pênalti do Brasil. E isso não é verdadeiro, muito menos saudável. Primeiro, porque no próprio Flamengo Bruno Henrique cava muito mais pênaltis. A resposta que o apelido costuma receber é: “mas o Arrasca cava e engana o juiz”. Ou seja, a culpa seria do juiz, não dele. Segundo, porque no futebol brasileiro existem centenas de jogadores que cavam mais pênaltis do que ele para que Arrascaeta carregue sozinho essa fama. A parte pelo todo só se sustenta com estatísticas. Sem elas, é mentira ou covardia de quem criou o apelido. Terceiro, e mais importante: o termo revela tanto quem o inventou quanto a intenção por trás dele: pressionar os juízes para que não marquem pênaltis a favor do jogador, beneficiando times rivais. Trata-se de uma imprensa paulista antiquada, que não consegue enxergar além do próprio umbigo. Ela própria é metonímica: toma a parte (o futebol paulista) pelo todo (o futebol brasileiro) e acha que isso basta. Só que agora eles não falam mais sozinhos em seus debates. Nenhuma covardia fica sem resposta.


TST manda Atlético pagar adicional noturno a Richarlyson por jogos depois das 22h A decisão foi tomada por unanimidade pela 1ª Turma da Corte e aplica regras da legislação trabalhista comum ao contrato de atletas profissionais. O entendimento do tribunal foi direto: mesmo no futebol, jogador também é trabalhador – e, por isso, tem direito às garantias previstas na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e na Constituição. Como a Lei Pelé não trata do pagamento de adicional noturno, vale a regra geral. De acordo com a CLT, o trabalho realizado entre 22h e 5h deve ser remunerado com acréscimo de pelo menos 20%. Além disso, cada hora noturna é contabilizada como 52 minutos e 30 segundos – o que aumenta o valor final a ser pago. Richarlyson atuou pelo Atlético entre 2011 e 2014 e relatou que disputava jogos que começavam por volta das 21h50 e terminavam perto da meia-noite. Segundo a ação apresentada por ele, a jornada podia se estender até 2h50 da manhã, somando quase cinco horas de trabalho noturno. Via: @otempo 📷Ramon Lisboa / 📷Divulgação









