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@seldnac

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Goiás, Brazil Katılım Mayıs 2009
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João Figueiredo
João Figueiredo@joaofig·
O cara que veio só pra fazer corte, foi atropelado pelo Santineli 😆😆😆😆😆
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Haitham
Haitham@Haitham1152453·
*Urgent Appeal* This is Maher, my little nephew. He is crying endlessly—not because he is tired, but because he is starving. We cannot afford the milk he desperately needs. One can of baby milk costs $70, and we simply don’t have it. No baby should suffer like this. No child should cry out in hunger. If you can, please help us feed him. Even a small donation can bring relief to his tiny body. *Please don’t look away. Your compassion can save Maher.* Donate. Share. Stand with us. 💔🍼 chuffed.org/project/153730… @ainiladra @kimber41829 @oliveegirl @MothTongue_ @g_morkert @RioSlade @Lamis_Deek @codfish32777294 @ihateyousalma @nada_chehade_ @SorchaBrazil @QkrSocialist @spinninggaround @_LilBirdie @Egyptianwitchh @valerieS1996 @ferrisbeutler @KacySuther
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Um Bonde Chamado Desejo🇾🇪
Um Bonde Chamado Desejo🇾🇪@Real_Muthapuckk·
Se Freud estivesse vivo, a Andressa Urach seria a primeira pessoa diagnosticada com o complexo de Rédipo, que é a forma reversa do Édipo, no qual é a mãe é que sente atração sexual pelo próprio filho, pois vê as parceiras do filho como uma rival que vai tirar o filho dela.
Um Bonde Chamado Desejo🇾🇪 tweet media
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Hamdan
Hamdan@HamdanObaid2007·
Unfortunately, I will die 💔 telling you with a broken heart. I have been diagnosed with malnutrition due to lack of food. My body is gradually collapsing. Yes, I am hungry and I cannot buy food If you’re scrolling, PLEASE leave a dot . it's just a dot. gofund.me/549d13537
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@Genenholima @andressafurach Sem mencionar que estimula outras mentes d0entes ao 1ncest0, e com possibilidade de gravidez dessas relações, que podem ter riscos alto de danos genéticos hereditários nessas crianças geradas, e que nenhuma delas pediu para nascer dessa forma e acabar s0frend0 por isso.
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Gene Lima📼🎮
Gene Lima📼🎮@Genenholima·
@andressafurach Vamos denunciar os perfis dela para não lucrar com essa merda , isso é bizarro minha gente, família é sagrada.
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@Anjoszs @andressafurach Espero que seja s4rcasm0, mano. Porque desejar que uma criança nasça de uma relação de 1ncest0, é c0nden4r essa criança a existir com deficiências físicas e cerebral, já que a ciência e a história humana mostra que relações 1ncestu0s4s tem altíssimas chances de danos genéticos.
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Eliz Corinci
Eliz Corinci@Eliz_Corinci·
@Kinisoniki @andressafurach É mais genético que bíblico por causa da proli defeituosa resultante de doenças hereditárias no cruzamento dos gametas. Andressa Urach é livre pra fazer o que bem desentender, por outro lado está estimulando o incesto na sociedade.
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@Eliz_Corinci @Kinisoniki @andressafurach Verdade. Desconsiderando o peso do lado espiritual para quem acredita. O peso do lado genético, hereditário, e consequentemente as deficiências na saúde física e cerebral de possíveis crianças que sejam frutos de 1ncest0s, é real e bastante 1njust0 para essas crianças inocentes.
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leon 🪶🦅🦌
leon 🪶🦅🦌@leonmelo·
@andressafurach Espero que isso seja uma jogada de marketing pq não vai dar pra passar o pano
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Blog da Cidadania
Blog da Cidadania@eduguim·
Contrato de R$ 129 mi da mulher de Moraes não existe Eduardo Guimarães Supremo e Moraes silenciam ante avalanche de ataques ao ministro porque preparam resposta sobre contrato que não existe A polêmica sobre contrato de “R$ 129 milhões” que teria sido firmado pelo escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, e o Banco Master tem sido marcado por acusações irresponsáveis, memes, vídeos manipulados por IA e instrumentalização da farsa pelo bolsonarismo. No entanto, análise séria dos fatos verificáveis sobre essa denúncia mostra que o que predomina não são provas concretas, mas, sim, uma narrativa repetitiva e assentada miseravelmente sobre indícios e fontes anônimas, absolutamente sem nenhuma prova que permita afirmar a existência de tal contrato. Não há contrato, escritura pública, instrumento jurídico original ou cópia autenticada com assinaturas reconhecidas das partes (Viviane Barci de Moraes ou sócios do escritório vs. Daniel Vorcaro / Banco Master). Só o que se tem é o disse-me-disse relatado pela jornalista Malu Gaspar e emendada pela jornalista Mônica Bergamo. Pelo menos até o momento... As reportagens se baseiam em uma relatada “cópia digital” que teria sido encontrada no celular de Vorcaro durante a Operação Compliance Zero da Polícia Federal, mas sem qualquer menção explícita ou velada a assinaturas da esposa de Moraes e/ou de seus sócios. Sem isso, o que circula é uma versão unilateral, possivelmente uma proposta ou rascunho, não um acordo efetivado. O Supremo Tribunal Federal, ciente dessa fragilidade probatória, opta pelo silêncio institucional, evitando endossar ou responder a alegações que não se sustentam em documentos irrefutáveis. E prepara uma resposta. Muito dura. Mesmo que fosse encontrado algum contrato assinado pela esposa de Moraes, Honorários não se confundem com valores de processos. As cifras altas frequentemente citadas são confundidas com supostos honorários advocatícios. O valor econômico de uma causa ou operação não equivale ao pagamento ao advogado. O que se fez foi multiplicar os honorários que consta no contrato que seriam pagos, mas sem qualquer aceite desde 2024, quando Viviane Barci de Moraes atuou em um único caso ligado a Vorcaro, em um processo de empresa “falida” na qual ele investiu, a Gafisa. A única atuação documentada do escritório é uma queixa-crime isolada contra Vladimir Timmerman (por calúnia em litígio envolvendo Gafisa), assinada por Viviane e filhos, mas que não se vincula diretamente ao escopo alegado do contrato (defesa regulatória ampla junto a BC, Receita, Cade etc.). Essa confusão serve para inflar a narrativa, mas ignora a distinção essencial: sem provas de contraprestação proporcional ou registros em órgãos públicos, os valores mencionados permanecem especulativos. A cifra surge sem lastro documental. Os “R$ 129 milhões” (R$ 3,6 milhões mensais por 36 meses) aparecem repetidamente em colunas jornalísticas e comentários políticos, sempre atribuídos a “fontes”, “interlocutores” ou “apuração” baseada em mensagens apreendidas, sem documentos originais, datas exatas de repasses, extratos bancários ou descrições detalhadas dos serviços efetivamente prestados. Respostas via Lei de Acesso à Informação (LAI) a órgãos como Banco Central e Cade confirmam ausência de registros de atuação do escritório nesses âmbitos. Essa falta de lastro documental transforma a cifra em mera alegação amplificada, o que explica o silêncio do STF: responder a números sem comprovação seria dar legitimidade a rumores. Nenhum balanço patrimonial público do Banco Master (antes da liquidação em novembro de 2025), decisão judicial, nota oficial do banco, relatório do Banco Central ou registro fiscal confirma o número como pagamento efetivo ou contrato advocatício válido. O próprio ministro Moraes negou em notas oficiais qualquer pressão indevida ou atuação do escritório em órgãos como o BC, e respostas via LAI reforçam a inexistência de traços concretos. Tanto no jornalismo ético quanto no direito brasileiro (Código de Processo Civil, art. 373), quem afirma a existência de um contrato deve apresentar provas cabais — não o contrário. O ônus da prova é de quem acusa. A ausência de evidências não é um mero detalhe; é o ponto central que invalida as acusações. Sem assinaturas reconhecidas, perícias ou documentos originais divulgados, as insinuações repetidas não se convertem em fatos comprovados, tornando a cobrança a Moraes uma estratégia de ataque político. Nesse contexto, surgiu uma outra demonstração de má-fé jornalística no contexto de reportagens sobre decisão do STF na ADI 5953 (julgada em agosto de 2023), que declarou inconstitucional o inciso VIII do art. 144 do CPC — norma que ampliava o impedimento de juízes em processos envolvendo clientes de escritórios de cônjuges ou parentes. A decisão foi tomada por maioria expressiva dos ministros do STF, de 7 votos a 4 (pela inconstitucionalidade: Gilmar Mendes — redator da divergência —, Dias Toffoli, Luiz Fux, Alexandre de Moraes, Kassio Nunes Marques, André Mendonça e Cristiano Zanin; contra: Edson Fachin — relator —, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Cármen Lúcia). Apesar do caráter coletivo e da divergência iniciada por Gilmar Mendes, coluna de Tácio Lorran no Metrópoles, em 27/12/2025, destaca que “Moraes atuou em 2023 para afrouxar restrição a escritórios de cônjuges”, insinuando que ele foi o ator preponderante ou o principal responsável pela mudança, reduzindo a votação plenária a uma iniciativa pessoal do ministro. Essa ênfase seletiva ignora o placar majoritário e o debate amplo sobre a inviabilidade prática da norma (como argumentado pela AMB e no voto de Gilmar), servindo para reforçar a narrativa de conflito de interesses no caso Banco Master, quando a decisão beneficiou toda a Corte e não foi uma ação isolada ou liderada por Moraes. Em resumo: o que há são insinuações repetidas, não fatos comprovados. Sem contrato público, sem registro oficial, sem comprovação objetiva de assinaturas, pagamentos ou serviços proporcionais, os “R$ 129 milhões” permanecem como narrativa especulativa, não como realidade demonstrada. Enquanto isso, o bolsonarismo quer manter o Congresso funcionando no recesso para criar CPMI para constranger o ministro e arrancar, como contrapartida, anistia aos golpistas condenados, o que irá expor o país a nova intentona golpista em futuro, talvez, não tão distante.
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Kriska Carvalho
Kriska Carvalho@KriskaCarvalho·
Se isso for verdade, espero que Alexandre de Moraes coma o koo de todo mundo. Pensa na podridão de quem inventou um contrato para fragilizad o único poder que impediu um novo golpe de estado. E o motivo? Proteger banqueiros envolvidos em vários crimes.
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Blog da Cidadania@eduguim

Contrato de R$ 129 mi da mulher de Moraes não existe Eduardo Guimarães Supremo e Moraes silenciam ante avalanche de ataques ao ministro porque preparam resposta sobre contrato que não existe A polêmica sobre contrato de “R$ 129 milhões” que teria sido firmado pelo escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, e o Banco Master tem sido marcado por acusações irresponsáveis, memes, vídeos manipulados por IA e instrumentalização da farsa pelo bolsonarismo. No entanto, análise séria dos fatos verificáveis sobre essa denúncia mostra que o que predomina não são provas concretas, mas, sim, uma narrativa repetitiva e assentada miseravelmente sobre indícios e fontes anônimas, absolutamente sem nenhuma prova que permita afirmar a existência de tal contrato. Não há contrato, escritura pública, instrumento jurídico original ou cópia autenticada com assinaturas reconhecidas das partes (Viviane Barci de Moraes ou sócios do escritório vs. Daniel Vorcaro / Banco Master). Só o que se tem é o disse-me-disse relatado pela jornalista Malu Gaspar e emendada pela jornalista Mônica Bergamo. Pelo menos até o momento... As reportagens se baseiam em uma relatada “cópia digital” que teria sido encontrada no celular de Vorcaro durante a Operação Compliance Zero da Polícia Federal, mas sem qualquer menção explícita ou velada a assinaturas da esposa de Moraes e/ou de seus sócios. Sem isso, o que circula é uma versão unilateral, possivelmente uma proposta ou rascunho, não um acordo efetivado. O Supremo Tribunal Federal, ciente dessa fragilidade probatória, opta pelo silêncio institucional, evitando endossar ou responder a alegações que não se sustentam em documentos irrefutáveis. E prepara uma resposta. Muito dura. Mesmo que fosse encontrado algum contrato assinado pela esposa de Moraes, Honorários não se confundem com valores de processos. As cifras altas frequentemente citadas são confundidas com supostos honorários advocatícios. O valor econômico de uma causa ou operação não equivale ao pagamento ao advogado. O que se fez foi multiplicar os honorários que consta no contrato que seriam pagos, mas sem qualquer aceite desde 2024, quando Viviane Barci de Moraes atuou em um único caso ligado a Vorcaro, em um processo de empresa “falida” na qual ele investiu, a Gafisa. A única atuação documentada do escritório é uma queixa-crime isolada contra Vladimir Timmerman (por calúnia em litígio envolvendo Gafisa), assinada por Viviane e filhos, mas que não se vincula diretamente ao escopo alegado do contrato (defesa regulatória ampla junto a BC, Receita, Cade etc.). Essa confusão serve para inflar a narrativa, mas ignora a distinção essencial: sem provas de contraprestação proporcional ou registros em órgãos públicos, os valores mencionados permanecem especulativos. A cifra surge sem lastro documental. Os “R$ 129 milhões” (R$ 3,6 milhões mensais por 36 meses) aparecem repetidamente em colunas jornalísticas e comentários políticos, sempre atribuídos a “fontes”, “interlocutores” ou “apuração” baseada em mensagens apreendidas, sem documentos originais, datas exatas de repasses, extratos bancários ou descrições detalhadas dos serviços efetivamente prestados. Respostas via Lei de Acesso à Informação (LAI) a órgãos como Banco Central e Cade confirmam ausência de registros de atuação do escritório nesses âmbitos. Essa falta de lastro documental transforma a cifra em mera alegação amplificada, o que explica o silêncio do STF: responder a números sem comprovação seria dar legitimidade a rumores. Nenhum balanço patrimonial público do Banco Master (antes da liquidação em novembro de 2025), decisão judicial, nota oficial do banco, relatório do Banco Central ou registro fiscal confirma o número como pagamento efetivo ou contrato advocatício válido. O próprio ministro Moraes negou em notas oficiais qualquer pressão indevida ou atuação do escritório em órgãos como o BC, e respostas via LAI reforçam a inexistência de traços concretos. Tanto no jornalismo ético quanto no direito brasileiro (Código de Processo Civil, art. 373), quem afirma a existência de um contrato deve apresentar provas cabais — não o contrário. O ônus da prova é de quem acusa. A ausência de evidências não é um mero detalhe; é o ponto central que invalida as acusações. Sem assinaturas reconhecidas, perícias ou documentos originais divulgados, as insinuações repetidas não se convertem em fatos comprovados, tornando a cobrança a Moraes uma estratégia de ataque político. Nesse contexto, surgiu uma outra demonstração de má-fé jornalística no contexto de reportagens sobre decisão do STF na ADI 5953 (julgada em agosto de 2023), que declarou inconstitucional o inciso VIII do art. 144 do CPC — norma que ampliava o impedimento de juízes em processos envolvendo clientes de escritórios de cônjuges ou parentes. A decisão foi tomada por maioria expressiva dos ministros do STF, de 7 votos a 4 (pela inconstitucionalidade: Gilmar Mendes — redator da divergência —, Dias Toffoli, Luiz Fux, Alexandre de Moraes, Kassio Nunes Marques, André Mendonça e Cristiano Zanin; contra: Edson Fachin — relator —, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Cármen Lúcia). Apesar do caráter coletivo e da divergência iniciada por Gilmar Mendes, coluna de Tácio Lorran no Metrópoles, em 27/12/2025, destaca que “Moraes atuou em 2023 para afrouxar restrição a escritórios de cônjuges”, insinuando que ele foi o ator preponderante ou o principal responsável pela mudança, reduzindo a votação plenária a uma iniciativa pessoal do ministro. Essa ênfase seletiva ignora o placar majoritário e o debate amplo sobre a inviabilidade prática da norma (como argumentado pela AMB e no voto de Gilmar), servindo para reforçar a narrativa de conflito de interesses no caso Banco Master, quando a decisão beneficiou toda a Corte e não foi uma ação isolada ou liderada por Moraes. Em resumo: o que há são insinuações repetidas, não fatos comprovados. Sem contrato público, sem registro oficial, sem comprovação objetiva de assinaturas, pagamentos ou serviços proporcionais, os “R$ 129 milhões” permanecem como narrativa especulativa, não como realidade demonstrada. Enquanto isso, o bolsonarismo quer manter o Congresso funcionando no recesso para criar CPMI para constranger o ministro e arrancar, como contrapartida, anistia aos golpistas condenados, o que irá expor o país a nova intentona golpista em futuro, talvez, não tão distante.

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Kriska Carvalho
Kriska Carvalho@KriskaCarvalho·
A mídia hegemônica fez uma escolha clara: atacar Alexandre de Moraes de forma incansável e empurrar para debaixo do tapete os escândalos bilionários das emendas parlamentares. Os milhões do Sóstenes, em dinheiro vivo e movimentados por seu motorista, estão sendo ignorados. O nome de Tarcísio sumiu quando surgiram a Operação Carbono Oculto e o Banco Master, mesmo com nomes envolvidos em sua campanha. E os escândalos envolvendo Sérgio Moro? Silêncio absoluto. Não existe ingenuidade aqui. Existe método. Atacar Moraes e blindar a extrema direita não é jornalismo crítico; é engenharia política. Esse roteiro nós já conhecemos. Ele serve para normalizar o golpismo, desmoralizar instituições e pavimentar o caminho eleitoral dessa corja. Defender a democracia, hoje, é denunciar essa seletividade criminosa e recusar o jogo sujo travestido de “liberdade de imprensa”.
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Estadão 🗞️
Estadão 🗞️@Estadao·
Ações de mulher de Moraes no STF e STJ vão de 27 para 152 após marido tomar posse 🔗 bit.ly/3KSHg6e Levantamento mostra que cerca de 85% dos processos em que Viviane Barci de Moraes atuou nas Cortes Superiores tiveram início após a chegada de Alexandre de Moraes ao Supremo; procurados, Viviane e Moraes não se manifestaram
Estadão 🗞️ tweet media
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Estadão 🗞️
Estadão 🗞️@Estadao·
POLÍTICA | Moraes determina prisão domiciliar de Filipe Martins, ex-assessor de Bolsonaro 🔗 bit.ly/44O3g8V A Polícia Federal (PF) cumpre mandados na casa de Martins na manhã deste sábado, 27, informou o advogado Jeffrey Chiquini, que representa o ex-assessor, em uma rede social. Réu do “núcleo 2″ da trama golpista, Martins foi condenado em dezembro pelo STF por cinco crimes.
Estadão 🗞️ tweet media
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Estadão 🗞️
Estadão 🗞️@Estadao·
China impõe sanções a 20 empresas dos EUA por venda de armas a Taiwan Sanções incluem congelamento de ativos e proibição de negócios na China após pacote militar de US$ 11 bilhões aprovado por Washington para a ilha estadao.com.br/internacional/…
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