Nobody 🇵🇹
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@sequentialgear
...To crush your enemies, see them driven before you, and to hear the lamentations of their women...

The State of Florida is launching a study on Ivermectin to see if it can potentially cure cancer. This is HUGE.




Dos y dos son cuatro y España ardiendo por los cuatro costados.

4 ans après, des champs de … panneaux !


🚁 Las sanciones a Rusia dejan a España sin sus mejores helicópteros para combatir los incendios forestales larazon.es/tecnologia-con…







☢️ Reflexão da Cooperativa: Espanha arde. França arde. Olhamos para o calendário e sabemos que, mais cedo ou mais tarde, chegará a nossa( 🇵🇹) vez. E perante isto, é inevitável perguntar aos grandes sacerdotes da emergência climática, o que é que vocês, seus merd@sos, fizeram?🥸 Não o que disseram. Não as conferências a que foram. Não os compromissos que assinaram, as fotografias com árvores em pano de fundo, os copos de papel, as palhinhas de cartão ou as tampinhas presas às garrafas. O que fizeram para preparar os nossos países para aquilo que juram, há décadas, ser inevitável? F@da-se, nada, seus c@brões. Ou muito perto disso. Passámos anos a ouvir que tínhamos de travar as alterações climáticas. Travá-las. Como se Portugal, Espanha e França, de mãos dadas e com dois pauzinhos biodegradáveis, fossem conseguir regular o termóstato do planeta. Fecharam centrais, inventaram taxas, proibiram coisas, subsidiaram outras, criaram mercados de licenças, consultoras, observatórios, comissões, institutos, cimeiras e uma indústria inteira de gente muito preocupada, desde que a preocupação venha com budget para vocês pagarem as contas no final do mês. E já agora, também os luxos de que tanto gostam. A causa tornou-se uma economia. Criou empregos, carreiras políticas, lobbies, fundos, seminários e aquela aristocracia moral que viaja pelo mundo de avião para nos explicar que devemos andar menos de carro. Mas aquilo que realmente nos podia proteger ficou por fazer. ⚠️Limpar as matas não dá glamour. Criar descontinuidades florestais não dá fotografias bonitas. Recuperar caminhos, pontos de água, faixas de proteção, agricultura e pastoreio não gera hashtags. Comprar meios aéreos, formar bombeiros, ordenar o território, demolir construção clandestina em zonas de risco, fazer queimadas controladas e preparar evacuações não cabe no guião, pois não? E, no entanto, era isso que interessava mesmo fazer. Porque mesmo admitindo que amanhã toda a Europa deixava de emitir um único grama de carbono, os incêndios não desapareciam. As florestas continuavam carregadas de combustível, o interior continuava abandonado, as casas continuavam enfiadas no mato e os bombeiros continuavam a chegar onde a política nunca chegou. ➡️➡️A obsessão foi sempre salvar o planeta. Salvar pessoas, aldeias e cidades pareceu-lhes uma ambição demasiado modesta.⬅️⬅️ ⚠️ Pedro Sánchez aparece, como sempre com ar de estadista consternado. Fala claro da emergência climática, da unidade, da solidariedade, da reconstrução e provavelmente de um grande pacto nacional. Depois das chamas, virão os discursos. Depois dos mortos, os minutos de silêncio. Depois das casas queimadas, os apoios extraordinários. Tudo extraordinário, menos a incompetência, que é perfeitamente regular. Em França será igual. Em Portugal conhecemos a cerimónia de cor. O país arde, os governantes deslocam-se ao terreno, abraçam alguém diante das câmaras, anunciam uma comissão e juram que desta vez serão retiradas todas as consequências, ou seja, nenhumas. E é esta a grande hipocrisia daqueles que mais gritaram que o clima estava a mudar, precisamente os que menos prepararam a sociedade para essa mudança. Se acreditavam mesmo no apocalipse que anunciavam, deveriam ter tratado a adaptação como uma prioridade nacional. É muito mais fácil obrigar uma pessoa a beber por uma palhinha que se desfaz na boca. ⚠️A alteração climática explica o perigo crescente. Não explica a impreparação. ⚠️ Não vos chateio mais hoje. Já avisei demais da vossa paciência para ler. Fui. o dono da cooperativa













