ian s.
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ian s.
@sobralmesmo
exit on the right. mind the gap.
Kubanacan Katılım Ekim 2009
549 Takip Edilen143 Takipçiler


@industrielegie ou o edifício visto de cima é o logo do Banco Central?
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pra mim o mais incrível é o fato de que a logo do Banco Central é justamente o edifício visto de cima


THE WOR$T LUÍS IN BSB ⬛🟨⬜@luisvvdf
O prédio do Banco Central (ou é banco do Brasil n lembro) é lindo, a maior pérola do brutalismo que temos em Brasília E um transeunte andando na minha foto
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Um homem aceitou uma proposta de uma empresa de internet para instalar uma torre no quintal de sua casa, bem no centro da cidade, localização perfeita para o sinal. Em troca, ele vai receber 5 mil reais por mês de aluguel. O problema? Os vizinhos não gostaram nada da ideia e estão preocupados, dizendo que essas antenas podem causar câncer.

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@OficialNFA eu estou achando que o sol prejudicou a visão do motorista. pelas sombras dá pra ver que a luz está indo contra ele
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@fhcsaoroque220 inclusive essa trilha poderia ter sido usada como trilha de passagem de bloco
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Esperamos que a próxima trilha do BDBR não seja uma das descartadas, nem remix da descartada
youtu.be/XcJsSruIX38?si…

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E sabe quantas funcionavam 24h antes de Raquel Lyra? 0
g1 Pernambuco@g1pernambuco
Menos da metade das delegacias da mulher em PE tem funcionamento 24 horas: 'Falha da política pública', diz advogada glo.bo/blyhp0u #g1
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É indiscutível que existem pacientes que melhoraram depois de receber polilaminina. Indiscutível.
O que deve ser discutido é a atribuição dessa melhora à droga em si. Melhorar depois do tratamento não significa que melhorou por causa dele.
O problema é que essa discussão está sendo SILENCIADA, e isso me preocupa muito.
Em parte, esse silenciamento ocorre por causa dos posts virais sensacionalistas, que páginas de engagement-farming e influencers estão reproduzindo.
Postagens que endeusam a Tatiana Sampaio, dizendo que a pesquisadora "fez tetraplégicos voltarem a andar", estão moldando a opinião pública de uma maneira completamente bizarra.
Muitos já estão em uma fase tão avançada do que parece uma lavagem cerebral que, ao se deparar com qualquer questionamento às alegações prematuras (e não comprovadas) de benefícios da polilaminina, entendem que se trata de um "ATAQUE" à divindade Tatiana Sampaio — e partem para ofensas, insinuações e até mesmo ameaças.
Fato é que não há (ainda) qualquer comprovação empírica de que isso seja verdade. Não há nenhum estudo ou observação concreta da realidade que nos convença de forma razoável que isso seja verdade.
[Vou tentar explicar isso aqui. Já aviso que talvez vc precise dedicar alguns minutos da sua vida para ler e entender. Mas acho que vai ser proveitoso.]
"Pq não podemos dizer que polilaminina funciona?"
Será possível dizer que "pessoas estão voltando a andar graças à polilaminina" apenas se tivermos certeza que elas NÃO teriam melhorado da forma que melhoraram caso não tivessem recebido a droga.
"Mas o que poderia explicar esse retorno de capacidade funcional e redução do comprometimento funcional, que não um efeito da polilaminina?"
Muitas pessoas não sabem disso, mas uma lesão medular não é uma sentença. As pessoas não necessariamente ficam "totalmente paralisadas", e as pessoas podem melhorar com o tempo. Vou explicar:
Quem sofre uma lesão de medula espinhal é avaliado de acordo com a escala ASIA (American Spinal Injury Association Impairment Scale) para determinar os níveis sensoriais e motores afetados.
A escala possui cinco níveis de classificação, que vai desde uma perda completa da função neural na área afetada (ASIA A), sem qualquer função motora ou sensória abaixo do nível da lesão; até até normalidade completa (ASIA E), onde todas as funções do paciente estão OK, sem prejuízo.
Isso já ajuda a desmistificar o pensamento "tudo ou nada" do senso comum sobre lesão medular. Na realidade, existem 5 graus de comprometimento: os piores casos são ASIA A, e os menos piores ASIA C/D.
Mas o mais importante aqui é entender que as pessoas que sofrem lesão medular podem, sim, melhorar o seu grau de comprometimento inicial.
(Sim, até mesmo pessoas com "lesão completa", que são as que estão recebendo polilaminina. Mesmo nesses casos, não é raro ver progressão.)
Primeiro: existe uma taxa de conversão não-trivial de pacientes com 'lesão completa' (ASIA A) para lesão incompleta (ASIA B, C ou D) mesmo sem receber tratamento algum. Dados da literatura mostram que isso ocorre com até 15% dos pacientes.
[Lembrando: "taxa de conversão" é a proporção de pessoas que inicialmente estão em uma categoria de gravidade (p. ex., ASIA A) e, com o passar do tempo, passam para outra categoria (p. ex., ASIA B).]
Mas há uma taxa de conversão maior ainda na presença do tratamento usual padrão ouro: imobilização e primeiros socorros imediatos, minimizar lesões secundárias (com otimização hemodinâmica e cirurgia de descompressão precoce) e fisioterapia intensiva precoce. Dados da literatura mostram que, nesse cenário "ótimo", a conversão de ASIA A para ASIA C/D pode acontecer com até 40% dos pacientes.
Se não houvesse QUALQUER conversão...
Se os pacientes inicialmente classificados como "ASIA A" definitivamente NÃO recuperassem qualquer capacidade motora ou sensória...
Não precisaríamos de estudo algum.
Bastaria aplicar polilaminina em alguns pacientes e ver o que acontece. Caso melhorem, as únicas explicações seriam: 1) um milagre sobrenatural, ou 2) a polilaminina conseguiu reestabelecer as conexões sinápticas perdidas, causando ganho de função que caso contrário com certeza não teria sido possível e viabilizando uma conversão sem precedentes de "ASIA A" para "ASIA B/C/D", que seria impossível acontecer na ausência de um tratamento eficaz.
Mas isso simplesmente não é verdade, como agora você sabe. As pessoas recuperam função sim, mesmo os casos de lesão completa (ASIA A).
Existe um problema adicional, no entanto...
Pacientes inicialmente classificados com lesão completa (ASIA A) são, na realidade, frequentemente pacientes com lesão incompleta (ASIA B/C/D).
Em outras palavras: muitas pessoas recebem um "diagnóstico" errado. Paciente chega no hospital, o profissional encarregado de conduzir os testes da escala ASIA faz os procedimentos necessários e chega na conclusão de que é ASIA A, quando na realidade não é.
[Por sinal, nada disso é especulação minha, está tudo bem documentado na literatura. Existe um grande overdiagnosis de 'lesão completa', que pode chegar a 20-40% dos casos. Isto é, até 40% dos pacientes com 'ASIA A' são re-classificados como 'ASIA B, C ou D' quando o exame é repetido posteriormente!]
Esse "erro" não é incompetência. Esse erro de classificação ocorre devido a dificuldades no exame físico nas primeiras horas/dias desde o evento traumático que originou a lesão medular.
1. Choque espinhal: uma fase transitória de arreflexia (ausência completa de reflexos musculares), que pode levar dias e até semanas para resolver. De maneira geral, muitas 'lesões incompletas' podem parecer 'lesões completas', pois os reflexos e sensações sutis estão temporariamente prejudicadas.
Cabe destaque aqui à ausência de reflexo bulbocavernoso, que é sugestivo de lesão completa. Mas se a ausência deste reflexo é por causa do choque espinhal (e não por causa da lesão em si), estamos classificando o paciente com ASIA A (lesão completa) incorretamente. Nesse caso, uma melhoria posterior é completamente esperada, e pode perfeitamente não ter sido causada pela polilaminina, mas sim pela resolução do choque espinhal.
2. Edema: esse é mais intuitivo, qualquer lesão gera inflamação e edema. Nas primeiras horas/dias, é muito difícil descartar a possibilidade de que o edema e prejuízos temporários em neurotransmissores estejam mascarando uma função neurológica que, no fundo, está preservada. Esse é mais um fator que enviesa a avaliação inicial na escala ASIA, fazendo com que o operador "erre pra cima", e diga (incorretamente) que pacientes com 'lesão incompleta' têm 'lesão completa'.
É por isso que as diretrizes da área sugerem cautela na determinação do diagnóstico/prognóstico do paciente com lesão medular dentro dos primeiros 7-10 dias. Qualquer avaliação de grau de comprometimento é muito incerta. Muitas vezes é prudente deferir uma classificação definitiva antes da resolução completa do choque espinhal, registrando "grau de comprometimento indeterminado" ou, ao menos, registrar 'ASIA A' como uma "lesão presumivelmente completa". Infelizmente, entretanto, muitos pacientes são rotulados com 'ASIA A' sem essas nuances.
Ou seja: quem diz para um paciente com lesão medular que acabou de chegar no hospital que ele "nunca mais vai voltar a andar" tem grande chance de estar contando uma inverdade, dando uma notícia ruim desnecessariamente.
Mas não dá pra dizer que esse erro não é conveniente.
Muitos médicos podem preferir classificar a lesão como mais grave do que ela realmente pode ser por uma questão de cautela, porque preferem não criar muita expectativa no paciente.
Em contrapartida, se o médico diz que o paciente "nunca mais vai andar" e o paciente volta a mexer um pé semanas depois, isso é frequentemente visto como algo positivo, podendo ser interpretado até mesmo como um "milagre" médico (mesmo que, na verdade, tenha sido apenas uma correção do diagnóstico inicial de comprometimento que foi superestimado).
"Ok, entendi tudo... mas ainda não enxerguei como exatamente isso é relevante para saber se polilaminina funciona"
Na prática, isso tudo importa porque polilaminina é aplicada justamente dentro das primeiras 72 horas desde o evento que originou a lesão medular. Muitos pacientes, como o Bruno Drummond, receberam a polilaminina em menos de 24 horas.
Isso significa que aplicação da polilaminina é feita no momento em que a situação do paciente é extremamente incerta: não temos certeza se é lesão completa mesmo, não sabemos qual é o verdadeiro grau de comprometimento funcional.
Então o paciente pode melhorar em poucos dias/semanas depois de receber polilaminina, com uma progressão excelente, que você não esperaria para uma 'lesão completa' — mas que, no fundo, é uma recuperação que já ocorreria de qualquer forma devido à resolução dos desarranjos neurológicos temporários (p. ex., choque espinhal/edema) e, claro, o tratamento padrão ouro que foi aplicado de forma rápida e com alta qualidade, em um centro especializado, como foi o caso de Bruno Drummond.
Em suma:
Para saber se polilaminina funciona mesmo, precisamos garantir que a melhoria que estamos observando nos pacientes definitivamente NÃO FOI causada por (1) melhorias reais devido ao tratamento usual padrão ouro ou (2) correção do erro de classificação inicial.
E a única forma de garantir isso é com estudos científicos experimentais em humanos.
Especificamente, precisamos que esse estudo seja um 'ensaio clínico controlado aleatorizado'.
Devem ser recrutados indivíduos com lesão medular aguda nas últimas 72h, inicialmente classificados como lesão completa ('ASIA A'). Conforme os protocolos iniciais do grupo de pesquisa da Tatiana, a localização da lesão deve ser entre C4 e T12, e os pacientes todos têm que ter indicação de cirurgia de descompressão medular e/ou fixação da coluna vertebral — pois a aplicação da polilaminina é feita durante essa cirurgia.
Metade dos pacientes recrutados serão sorteados para cair no grupo intervenção (polilaminina) e a outra metade para o grupo controle (que pode receber placebo, por exemplo). Ambos grupos devem ser tratados de forma idêntica e acompanhados ao longo dos meses/anos.
Se houver maior e/ou mais rápida recuperação funcional no grupo intervenção, então saberemos que polilaminina é eficaz (e poderemos inclusive estimar qual é o tamanho de sua eficácia).
Em contrapartida, se não houver diferença importante na recuperação funcional entre os dois grupos, saberemos que o tratamento—infelizmente—não é eficaz.
"Ok, mas os pesquisadores certamente já sabem disso e vão fazer as pesquisas, certo?"
Teoricamente, sim. Normalmente é isso mesmo que acontece.
Mas normalmente, para 99% dos tratamentos, a percepção pública é NEUTRA.
Os pacientes normalmente não têm motivos para acreditar que o tratamento funciona. Ele confia no cientista que diz que há uma genuína incerteza em relação à eficácia e segurança do tratamento, e por isso estão conduzindo um ensaio clínico randomizado.
Por isso, os pacientes normalmente tendem a topar participar do estudo e aceitam ter 50% de chance de serem sorteados para receber tratamento ou placebo.
No entanto, a propaganda massiva, exagerada e enganosa que está sendo feita nas redes sociais está fazendo com que muitas pessoas acreditem que o tratamento com certeza funciona — ou que, ao menos, a probabilidade de funcionar é enorme.
Essa percepção é um problemão, pq muitos pacientes podem NÃO QUERER participar dos ensaios clínicos. Afinal, em um estudo há apenas 50% de chance de receber polilaminina. Se a chance de receber o tratamento por via judicial (ou outras vias) é maior, isso significa que muitos pacientes vão evitar os ensaios clínicos.
E o que acontece quando os pacientes evitam ensaios clínicos?
1. Os estudos demoram mais para chegar no número necessário de participantes
2. Os estudos demoram mais para serem finalizados
3. O medicamento demora mais tempo para ter o seu perfil de segurança e eficácia definido
4. O medicamento demora mais tempo para ser aprovado pela ANVISA (caso seja eficaz e seguro)
5. O medicamento demora mais tempo para chegar no mercado e no SUS, o que significa que milhares de pessoas com lesão medular aguda que poderiam ter sido beneficiadas perderão a janela de oportunidade para receber um tratamento que poderia mudar o rumo de suas vidas. "Só" isso.
Isso é o que está em jogo por causa de pessoas e instituições irresponsáveis (ou com segundas intenções) que decidiram fazer uma grande campanha de marketing divulgando informações enganosas, induzindo a opinião pública ao erro.
Eu espero MUITO, de coração, que os ensaios clínicos randomizados sejam feitos.
Que sejam bem feitos, que o grupo de pesquisa receba verba, receba apoio financeiro e apoio intelectual para conduzir esses trabalhos.
Que esses estudos não sejam atrasados por dificuldades no recrutamento
E que a desinformação que estamos vendo não acabe prejudicando a vida de pessoas que poderiam se beneficiar da polilaminina, caso o medicamento se demonstre eficaz mesmo — que é o que todos nós queremos que seja verdade.
Obrigado pela leitura.

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No indício da pandemia, a Record botou um fumacê nos seus estúdios da Barra Funda pra limpar tudo
#tbt de 26 de março de 2020.




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@JornalOGlobo a viagra supreendendo desde que era remédio para hipertensão
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Vacina contra herpes-zóster e Viagra mostram potencial inesperado contra o Alzheimer oglobo.globo.com/saude/noticia/…
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MPF processa a Globo e pede R$ 10 milhões por pronúncia incorreta da palavra 'recorde'
f5.folha.uol.com.br/colunistas/out…
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@tynabittencourt @toninhodocall nem policial federal ele é. é “agente administrativo da pf, sem qualificação como policial”
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@toninhodocall "Homem preso" não. Já foi falado que é policial federal. Eu quero saber se vai ser preso, se vai ser afastado, demitido... A gente sabe muito bem q essas prisões de gente grande não duram muito
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Conheça Nick Olivas
> Quando ele tinha 14 anos, foi estuprado por uma mulher de 20 anos.
> Olivas não prestou queixa, porque era criança.
> A mulher estupradora não recebeu nenhuma punição.
> Seis anos depois, ele recebeu documentos dizendo que precisava pagar pensão alimentícia.
> Ele tem uma filha de 6 anos.
> Ele ignorou.
> Foi preso.
> Tem que pagar US$ 15.000 de pensão atrasada e US$ 380 por mês.
> Ele disse que consegue pagar a pensão mensal, mas cobrar US$ 15 mil por um período em que ele era criança é errado.
> Ele foi vítima de estupro.
Isso mostra que vítimas homens nunca conseguem justiça. Aquela mulher não enfrentou nenhuma punição.

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@republiqueBRA Notícia da semana passada que já foi desmentida sendo compartilhada… Pelo amor de Deus
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