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O ano era 2019.
A Juventus tinha perdido de 2–0 no jogo de ida contra o Atlético de Madrid pelas oitavas da Champions. O clima era de fim de linha. Fora de casa, jogando mal, e sem o “fator Real Madrid” que o mundo inteiro tinha se acostumado e achava indispensável pra Cristiano Ronaldo decidir.
Na zona mista, enquanto a torcida do Atlético já cantava como se estivesse classificada, Cristiano Ronaldo respondeu com “Eu tenho 5 Champions. Vocês têm 0.”
Isso não foi arrogância. Foi convicção.
Na saída, um repórter perguntou quem se classificaria. Ele não fez discurso, não prometeu espetáculo. Só disse: “Já veremos.”
Dias depois, Cristiano recebeu uma mensagem. Era Patrice Evra, ex-jogador da Juventus e amigo de longa data: "Mano, estou contando contando com você no jogo de volta. Nunca duvidei de você. E as pessoas enchem meu saco todas as vezes que você ou a Juventus perdem."
E Cristiano respondeu como quem já tinha decidido o roteiro: “Eu sei. Nós vamos passar, irmão. Em casa, vamos esmagar eles.”
No jogo de volta, em Turim, uma Juventus que nunca tinha remontado um 2–0 na Champions entrou em campo com outra energia. Era outro time. Outra mentalidade. O resultado? Juventus 3-0 Atléti.
Os três gols foram marcados por Cristiano Ronaldo.
Ele havia feito mais uma vez o que sempre fez nas grandes noites de Champions League.
Existem grandes jogadores e existem os diferentes. A conversa de Cristiano Ronaldo é com Messi e Pelé. E só. Nunca deixe ninguém te dizer o contrário.

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