
No Brasil, o sincretismo religioso vai além da relação entre santos e orixás. Ele acontece também entre as próprias matrizes como orixá e vodun, orixá e Nkissi. O ato do òrìṣà Èṣù beber, baforar gin naquela específica cantiga, mesmo Èṣù sendo conhecido como a boca que tudo come, provavelmente é fruto da influência que fizeram Dele com exus e pombagiras na Umbanda. O cântico não cita bebida, beber, garrafa ... É uma adaptação que se consolidou no Candomblé e está tudo bem.
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