peixe babel

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@srxrod1

URSAL ~ Katılım Haziran 2015
329 Takip Edilen300 Takipçiler
peixe babel
peixe babel@srxrod1·
Sonhei que eu estava discutindo com uma vagabunda e acordei antes de desengasgar tudo. Que ódio ! Fui oníricamente silenciado!
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E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê?
Todo episódio de The Good Doctor: >Paciente chega no hospital >É pessoa comum com um sintoma idiota tipo “dor no cotovelo” >Shaun Murphy entra em cena olhando pro lado errado - Doutor Doutor ele está com dor no cotovelo e vai morrer em 3 horas - A dor no cotovelo combinada com a forma como ele amarrou o tênis indica claramente um tumor no cérebro - Doutor Shaun isso não faz nenhum sentido - FAZ SIM >Shaun vai falar com o paciente enquanto olha pra parede - Você vai morrer mas eu tenho dificuldade com interações sociais então vou ser direto - Doutor eu tenho medo - O medo é uma resposta neurológica ao estímulo de ameaça percebida isso é irrelevante me diz quando você comeu banana pela última vez - Hã… terça? - COMO EU SUSPEITAVA >Shaun corre pelo corredor em câmera lenta tendo um insight genial >Faz um diagrama no ar com os dedos como se estivesse montando um quebra-cabeça invisível >A equipe se reúne - Shaun encontrou o diagnóstico é um parasita raro encontrado apenas em bananas colhidas às terças no Cazaquistão - Doutor Glassman isso é impossível - Ele já estava certo 847 vezes esse ano seu imbecil >Fazem a cirurgia >Shaun opera melhor que todo mundo enquanto as pessoas ficam boquiabertas >Paciente curado - Doutor Murphy como posso te agradecer - Não precisa eu não gosto de contato visual nem de abraços nem de apertos de mão tchau >Shaun vai comer um pirulito no corredor >Glassman aparece com cara de pai orgulhoso Episódio acaba com música emotiva
E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê? tweet media
E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê?@AQUELECARA

Todo episódio de Dr. House: >Paciente chega no hospital >É uma Prostituta ou um fanático religioso >Dr. House entra em cena - Doutor Doutor não sabemos o que fazer ela está sangrando pelos olhos - Faça os exames seu imbecil >Ele vai falar com a paciente - Você é burra vá tomar no cu - Doutor House eu te odeio me curaaaa >Os ajudantes voltam pra sala - Doutor todos os exames deram negativo ela vai morrer em 2 horas se não fizermos nada vai ser game over - hmmm game over.... Ajudantes, tem um gameboy na bunda dela, isso é o problema - Doutor house você é um imbecil mas vamos ver se tem mesmo um gameboy na bunda dela >Encontram um gameboy na bunda dela - OH MEU DEUS DOUTOR HOUSE VOCÊ ESTAVA CERTO COMO VOCÊ SOUBE??? - Os gameboys lançados em 1997 na edição do Pikachu tinham bateria com base de iodo, que se inseridos na bunda fazem seus olhos sangrarem >Ajudantes fazem o emote do pepe Poggers na vida real >Paciente entra na sala curada - Eu estava errada sobre você - Vá te fuder sua Vagabunda >Episódio acaba

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peixe babel
peixe babel@srxrod1·
Ironicamente, fazer aniversário pra mim é a morte.
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peixe babel
peixe babel@srxrod1·
Dos mesmos produtores de “Gay é coisa de branco”
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peixe babel
peixe babel@srxrod1·
@Bruhercu Amiga eu li aqui os que não podem e descobri que só tô vivo por proteção divina.
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Herculane
Herculane@Bruhercu·
esse negócio de gente morrendo por misturar produtos de limpeza, pqp… tenho um cagaço. existem produtos que podem misturar? quais? listinha urgente
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peixe babel
peixe babel@srxrod1·
Faltou interseccionalidade…
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peixe babel
peixe babel@srxrod1·
@simsoueugutao A renúncia é mais complexa e mais estratégica para adesão religiosa, renunciar exige a compreensão da identidade como um processo constante de manutenção, na prática mantém os sujeitos eternamente em conversão, porque não existe fim ou fracasso e o processo deixa de ser linear.
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SouGutao
SouGutao@simsoueugutao·
@srxrod1 O sofrimento só recebe um outro nome. Talvez, porque se torna menos complexo dizer renúncia do que “cura” ou similares. No entanto, a dor e os prejuízos são exatamente os mesmos.
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SouGutao
SouGutao@simsoueugutao·
Fato é que a narrativa da tida “Psicologia cristã” que apoia gays a “lutarem” contra a própria sexualidade (se eles supostamente chegarem anunciando isso no consultório) desmorona quando esse processo vem acompanhado de ideação su1cida e discursos de auto-extermínio.
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peixe babel
peixe babel@srxrod1·
Diante dos vários discursos salvacionistas que justificam as atrocidades norte americanas em virtude de salvar as mulheres do fundamentalismo religioso opressivo do “Oriente Médio” aí está os heróis libertadores.
Mansur Peixoto@MansurPeixoto

A capa mais recente da revista italiana L’Espresso provocou forte repercussão internacional ao expor, de forma direta e simbólica, a realidade vivida por palestinos na Cisjordânia. Intitulada “L’abuso”, a imagem mostra um colono israelense armado, com elementos religiosos visíveis como kipá e peyot, filmando com o celular uma jovem palestina de hijab, desarmada e visivelmente vulnerável. A fotografia, registrada por Pietro Masturzo, não é uma construção abstrata ou alegórica: ela captura um momento real que sintetiza um padrão cada vez mais documentado por organizações internacionais e jornalistas — o avanço dos colonos sobre territórios palestinos e a exposição constante da população local a situações de intimidação, violência e humilhação. Ao trazer essa imagem para a capa, a revista opta por condensar em um único quadro aquilo que relatórios, dados e testemunhos vêm apontando há anos. A reportagem que acompanha a capa aprofunda esse cenário ao relacionar essas práticas ao projeto político de expansão territorial frequentemente associado à ideia de “Grande Israel”, destacando seu choque com o direito internacional. O conteúdo também dialoga com dados recentes de organismos como a ONU, que apontam o deslocamento forçado de dezenas de milhares de palestinos na Cisjordânia, resultado de uma expansão considerada “sem precedentes” dos assentamentos e da crescente presença de colonos na região. Diante desse enquadramento, a reação do governo israelense foi rápida e previsível. O embaixador de Israel na Itália, Jonathan Peled, classificou a capa como “manipuladora”, alegando que ela distorce a realidade e promove estereótipos. Setores da comunidade judaica italiana seguiram a mesma linha, criticando a representação visual por supostamente associar características religiosas a uma imagem negativa. No entanto, essas críticas levantam uma questão central: até que ponto denunciar uma situação concreta pode ser confundido com distorção? A imagem utilizada por L’Espresso não é uma caricatura nem uma montagem — ela documenta uma cena real, registrada também por outros fotógrafos em contextos semelhantes. O desconforto gerado pela capa parece menos relacionado à veracidade do que ela mostra e mais ao fato de tornar visível algo que frequentemente é minimizado ou relativizado no debate público. A revista, por sua vez, manteve sua posição sem recuar. Sua linha editorial é clara ao afirmar que a imagem representa abusos cotidianos sofridos por palestinos em territórios ocupados, muitas vezes com respaldo militar e sem responsabilização efetiva. Nesse sentido, a capa não apenas ilustra uma reportagem, mas assume um papel de denúncia visual — algo que está no cerne do fotojornalismo quando confronta estruturas de poder. A controvérsia também evidencia um padrão recorrente: quando a violência é apresentada de forma abstrata, ela tende a ser mais facilmente aceita; quando ganha rosto, expressão e contexto, passa a ser contestada. A escolha de uma imagem tão explícita rompe essa barreira e obriga o espectador a encarar a assimetria da situação — de um lado, um homem armado, em posição de controle; do outro, uma jovem civil, exposta e impotente. Mais do que uma simples capa, o episódio revela a disputa em torno da narrativa do conflito. Enquanto autoridades tentam enquadrar a imagem como exagero ou manipulação, a própria existência da fotografia — e de tantas outras semelhantes — aponta para uma realidade que dificilmente pode ser ignorada. Nesse cenário, o gesto de L’Espresso não parece ser o de distorcer os fatos, mas o de recusar a neutralidade diante de um contexto marcado por desigualdade estrutural e violações recorrentes. Fontes: JUANATEY, Héctor. La revista L'Espresso refleja los abusos de los colonos israelís en Cisjordania con una fotografía que enfada al Gobierno de Israel. Huffington Post España, 13 abr. 2026. WANTED IN ROME. L'Espresso cover on West Bank abuses draws furious response from Israel. 13 abr. 2026. TRTWORLD Publicação sobre a capa da L’Espresso. Instagram, 12 abr 2026.

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Mansur Peixoto
Mansur Peixoto@MansurPeixoto·
A capa mais recente da revista italiana L’Espresso provocou forte repercussão internacional ao expor, de forma direta e simbólica, a realidade vivida por palestinos na Cisjordânia. Intitulada “L’abuso”, a imagem mostra um colono israelense armado, com elementos religiosos visíveis como kipá e peyot, filmando com o celular uma jovem palestina de hijab, desarmada e visivelmente vulnerável. A fotografia, registrada por Pietro Masturzo, não é uma construção abstrata ou alegórica: ela captura um momento real que sintetiza um padrão cada vez mais documentado por organizações internacionais e jornalistas — o avanço dos colonos sobre territórios palestinos e a exposição constante da população local a situações de intimidação, violência e humilhação. Ao trazer essa imagem para a capa, a revista opta por condensar em um único quadro aquilo que relatórios, dados e testemunhos vêm apontando há anos. A reportagem que acompanha a capa aprofunda esse cenário ao relacionar essas práticas ao projeto político de expansão territorial frequentemente associado à ideia de “Grande Israel”, destacando seu choque com o direito internacional. O conteúdo também dialoga com dados recentes de organismos como a ONU, que apontam o deslocamento forçado de dezenas de milhares de palestinos na Cisjordânia, resultado de uma expansão considerada “sem precedentes” dos assentamentos e da crescente presença de colonos na região. Diante desse enquadramento, a reação do governo israelense foi rápida e previsível. O embaixador de Israel na Itália, Jonathan Peled, classificou a capa como “manipuladora”, alegando que ela distorce a realidade e promove estereótipos. Setores da comunidade judaica italiana seguiram a mesma linha, criticando a representação visual por supostamente associar características religiosas a uma imagem negativa. No entanto, essas críticas levantam uma questão central: até que ponto denunciar uma situação concreta pode ser confundido com distorção? A imagem utilizada por L’Espresso não é uma caricatura nem uma montagem — ela documenta uma cena real, registrada também por outros fotógrafos em contextos semelhantes. O desconforto gerado pela capa parece menos relacionado à veracidade do que ela mostra e mais ao fato de tornar visível algo que frequentemente é minimizado ou relativizado no debate público. A revista, por sua vez, manteve sua posição sem recuar. Sua linha editorial é clara ao afirmar que a imagem representa abusos cotidianos sofridos por palestinos em territórios ocupados, muitas vezes com respaldo militar e sem responsabilização efetiva. Nesse sentido, a capa não apenas ilustra uma reportagem, mas assume um papel de denúncia visual — algo que está no cerne do fotojornalismo quando confronta estruturas de poder. A controvérsia também evidencia um padrão recorrente: quando a violência é apresentada de forma abstrata, ela tende a ser mais facilmente aceita; quando ganha rosto, expressão e contexto, passa a ser contestada. A escolha de uma imagem tão explícita rompe essa barreira e obriga o espectador a encarar a assimetria da situação — de um lado, um homem armado, em posição de controle; do outro, uma jovem civil, exposta e impotente. Mais do que uma simples capa, o episódio revela a disputa em torno da narrativa do conflito. Enquanto autoridades tentam enquadrar a imagem como exagero ou manipulação, a própria existência da fotografia — e de tantas outras semelhantes — aponta para uma realidade que dificilmente pode ser ignorada. Nesse cenário, o gesto de L’Espresso não parece ser o de distorcer os fatos, mas o de recusar a neutralidade diante de um contexto marcado por desigualdade estrutural e violações recorrentes. Fontes: JUANATEY, Héctor. La revista L'Espresso refleja los abusos de los colonos israelís en Cisjordania con una fotografía que enfada al Gobierno de Israel. Huffington Post España, 13 abr. 2026. WANTED IN ROME. L'Espresso cover on West Bank abuses draws furious response from Israel. 13 abr. 2026. TRTWORLD Publicação sobre a capa da L’Espresso. Instagram, 12 abr 2026.
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Herculane
Herculane@Bruhercu·
Toda LGBTfobia é péssima, mas considero particularmente grave aquele tipo de LGBTfóbico embasado em causas sociais. Ele utiliza da ideia de uma “linguagem periférica” para fazer um distanciamento entre pautas sérias (cisheterossexuais trabalhadores) de pautas menos importantes+
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peixe babel
peixe babel@srxrod1·
Eu tinha certeza que a coisa do Trump Jesus era uma fake news, ninguém pode ser tão delirante…
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peixe babel
peixe babel@srxrod1·
Cara, oq é isso !?!?! Eu simplesmente não consigo sentar e escrever o texto, parece que meu corpo não responde e minha cabeça se recusa! O negócio pra amanhã.
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peixe babel
peixe babel@srxrod1·
Um pouco angustiado de estar fazendo aniversário, 20 anos já.
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EROARTIS
EROARTIS@eroartis·
Oh, I can see someone is happy @leo_the_pup
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peixe babel
peixe babel@srxrod1·
A escrita do mestrado está desumanamente impedindo eu de sentar na cara do meu namorado. É assim que o estado regula e oprime os dissidentes.
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