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Soraya
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Soraya
@ssstrawberry
caminante, no hay camino, se hace camino al andar.
Fortaleza Katılım Nisan 2009
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Olhando a lista dos aprovados de alguns concursos é assim mesmo kk
camyss@camyvgs
entrei no grupo de calouros de med e os sobrenomes só de quem açoitou meus bisavós no passado
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@siimplesmenteKa Bicha vamo virar amiga pra tomar cafezin e fofocar no reino de iracema
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@eu_membro E eu até os 40 (tenho dois anos pra isso...haha)
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@marinapmedeiros 🥺
assistam Triplettes de Belleville (animação francesa tristinha sobre o Tour)
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Como funciona (de verdade) a observação internacional de eleições
Não existe um “órgão mundial” com poder para fiscalizar eleições de países soberanos. O que existe são missões de observação eleitoral, e elas só atuam com o consentimento do país anfitrião.
As principais organizações que fazem isso são a OEA (Américas), a OSCE (Europa e América do Norte), a União Europeia e o Carter Center, entre outras. Elas acompanham todo o processo: campanha, acesso dos candidatos, votação, apuração e eventuais recursos. Mas não administram a eleição, não contam votos e não têm poder para validar ou anular resultados. Sua função é observar, avaliar e publicar um relatório técnico independente.
No Brasil, essas missões são credenciadas pelo TSE, que define as regras de acesso e atuação.
É essa distinção que explica a negativa de visto do Itamaraty a dois funcionários do Departamento de Estado dos EUA esta semana. Diplomatas de um governo estrangeiro não são observadores internacionais: são representantes do interesse político do próprio governo, sem mandato multilateral. Segundo reportagem do Washington Post, a missão dos dois era levantar dúvidas sobre a integridade do sistema eleitoral brasileiro antes da eleição de outubro, na esteira das declarações falsas do pré-candidato Flávio Bolsonaro sobre o sistema eletrônico.
O embaixador Benoni Belli lembrou que todas as missões internacionais de observação eleitoral desde 2018, ano que levou Jair Bolsonaro à Presidência da República, concluíram que o sistema eleitoral brasileiro é íntegro e confiável.
Em resumo: a observação eleitoral internacional é realizada por organismos multilaterais independentes, convidados pelo próprio Estado anfitrião. Não é uma atribuição de representantes de um governo estrangeiro atuando unilateralmente e sem mandato internacional.
Essa é a distinção fundamental. Missões internacionais de observação eleitoral existem para fortalecer a confiança no processo democrático. Já a atuação unilateral de representantes de um governo estrangeiro, sem convite, sem mandato internacional e com o objetivo de questionar previamente a integridade da eleição de outro país, não é observação eleitoral. É uma tentativa de interferência política em um processo soberano.

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@_liviandrade_ uma amiga trabalha numa comarca no interior e é uma loucura
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@ssstrawberry Meu sonho é passar num concurso fora, ir embora, fazer tds as plásticas e sumir da vida de td mundo (exceto minha família e umas três pessoas)
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