𝕯𝖊𝖝𝖙𝖊𝖗
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𝕯𝖊𝖝𝖙𝖊𝖗
@talischaves
c'est l'histoire d'un homme qui tombe d'un immeuble de cinquante étages #kevinparkerisgod





The 2000s cyber-goggle aesthetics in Spy kids were so good 🕶️

não aguento esse vídeo que parece que tamo divulgando conteúdo novo no privacy







Paciente de 19 anos, fenotipicamente feminina, procurou atendimento ginecológico por amenorreia primária. Relatava desenvolvimento normal de mamas desde a puberdade, porém sempre achou “estranho” nunca ter menstruado. Tinha vida sexual ativa com o namorado há cerca de 1 ano, referindo dificuldade ocasional na penetração profunda, mas sem dor importante. O casal buscou avaliação inicialmente por infertilidade “precoce”, motivada mais pela curiosidade e ansiedade do parceiro. Ao exame físico, apresentava estatura elevada, mamas bem desenvolvidas (Tanner V), escassa pilificação pubiana e axilar, e genitália externa feminina. O exame ginecológico evidenciou fundo vaginal curto e ausência de colo uterino palpável. Ultrassonografia pélvica não identificou útero ou ovários. Na investigação laboratorial, destacavam-se níveis de testosterona total de 650 ng/dL (dentro da faixa masculina: ~300–1000 ng/dL), LH elevado (18 mUI/mL) e FSH discretamente aumentado (9 mUI/mL), sugerindo resistência periférica aos andrógenos. O cariótipo revelou 46,XY. Ressonância magnética identificou estruturas ovais intra-abdominais, próximos aos canais inguinais. Qual é o diagnóstico?

















