
Mais uma vez, o Rio assiste a uma tragédia. A médica Andrea Marins foi baleada após ter o carro “confundido” pela polícia, a mesma justificativa usada no caso de Evaldo, executado com mais de 200 tiros. Até quando vidas inocentes serão tratadas como “erro”?
Isso não é acidente. É uma política de segurança racista e de morte.
Cláudio Castro precisa responder!
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