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@technocrat12345
technocrat, фоловбек йӯқ / нет. Думаю медленно, пишу с ошибками.
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When did we normalize this? When did it become okay for a president to tell a female reporter she’s a ‘dumb person’ for asking a totally legitimate question about his contradictory answers? Was there a specific date and time it become okay? Normal? Normalized?
Aaron Rupar@atrupar
TRUMP: We have a ballroom that's under budget. It's going up right here. I've doubled the size of it because we obviously need that. REPORTER: The price doubled TRUMP: I doubled the size of it, you dumb person. You are not a smart person.
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The israelis kill Reda Ali Jaber & his 7yr-old son in a strike on his home in Kfartebnit, after he chose to stay, and care for his birds | via @RamAbdu
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WHERE have we seen this before? Hang your heads in shame you who supported this…
HatsOff@HatsOffff
Documented video from 2024 shows hundreds of thousands of Palestinians forcibly evacuated from Gaza homes at gunpoint, then witnessing destruction of their properties.
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Salvador Dalí adorava jantar bem.
Grupos grandes.
Mesas longas.
Vinhos caros.
Os melhores restaurantes de Paris e Nova York.
E sempre insistia em pagar a conta.
Ninguém desconfiava.
Na hora de fechar, ele preenchia o cheque com o valor total, com calma e elegância.
Assinava.
E então, antes de entregar ao garçom, virava o papel e rabiscava um desenho no verso.
Um esboço rápido.
Elefantes.
Cavalos.
Figuras surreais.
Assinava embaixo.
E entregava o cheque ao estabelecimento.
Dalí sabia exatamente o que aconteceria a seguir.
O dono do restaurante não descontaria o cheque.
Colocaria numa moldura.
Exibiria na parede do melhor ponto do salão.
Um Dalí original, emoldurado, no restaurante.
Valia infinitamente mais do que qualquer refeição.
Os cheques com seus desenhos foram todos guardados.
E hoje valem uma fortuna.
Há relatos de que a prática aconteceu diversas vezes ao longo dos anos, em Paris e em Nova York.
Em uma das noites documentadas, no Café de la Rotonde em Paris, Dalí pediu ao garçom uma folha de papel, esboçou um elefante de tromba erguida, assinou embaixo e entregou com desenvoltura.
A conta estava paga.
E o estabelecimento havia lucrado com o negócio.
O que Dalí fez não era só excentricidade.
Era uma compreensão precisa de que o valor da sua presença e da sua assinatura já haviam superado o preço de qualquer cardápio.
Ele não precisava de dinheiro para pagar.
Precisava apenas de um pedaço de papel e de saber o quanto valia.
Fontes: ISTOÉ — ArteRef — Revista Bula — Top Melhores

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