
pêpinho™
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@GuiGarcia122 @nottaremit Revolução na nossa secção?
"Investimento"?
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Digam-me que são uns filhos da puta, sem dizer que são uns filhos da puta
O Tribunal do Dragão@TribunalDragao
É mesmo preciso ver para crer. O Conselho de Disciplina multou André Miranda por ter entrado no relvado para festejar a vitória do FC Porto em Braga. Pequeno detalhe: André Miranda não esteve em Braga, devido a lesão.
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@DrManuelSerrao Quais medidas? Mais comunicados? Comunicados que são prontamente ignorados?
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Foda-se o Sporting de Lisboa, caralho! Uns leões de merda que são gatos vadios assustados, sempre a levar no cu do FC Porto. Jogadores uns veados pagos para falhar, presidente um cabrão corrupto, adeptos uns cornudos chorões que lambem merda. Vão chupar caralho uns aos outros e foder-se todos, bando de lixos perdedores! Sporting é sinónimo de derrota eterna, puta que pariu!
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Comunicado conjunto dos Ultras do SC Braga:
O Dérbi do Minho é sempre um dos expoentes máximos da época futebolística em Portugal, e o que torna este embate num fenómeno tão peculiar é precisamente o facto de colocar frente a frente dois clubes que representam duas cidades, as suas gentes, a sua alma e a sua história.
Para o jogo de ontem (21/02), centenas de voluntários bracarenses, em estreita colaboração com o clube e os seus profissionais, prepararam uma coreografia que destacava figuras importantes da história bimilenar da nossa terra.
Foi um trabalho árduo de muitas semanas, em que sócios e adeptos em regime de voluntariado, sem nenhum género de recompensa que não a de engrandecer o Sporting Clube de Braga, trabalharam afincadamente para embelezar um jogo já de si extraordinário.
O ambiente que se vivia nas imediações do estádio, e em particular na fanzone era de grande alegria, onde bracarenses das mais diversas faixas etárias conviviam e celebravam numa simbiose que é a da verdadeira festa do futebol.
Tudo corria bem e estavam criadas as condições para uma partida bem disputada e sem registo de incidentes. Até que, o Comando da PSP de Braga, decidiu sabotar o trabalho de semanas, proibindo a coreografia, sem que tivesse uma justificação plausível ou que pudesse ser juridicamente sustentada.
Esta inenarrável decisão, transformou instantaneamente o ambiente festivo, num clima de profunda revolta e sentimento de injustiça.
O que se seguiu foi ainda mais grave. Muitas dezenas de sócios e voluntários foram retidos, identificados e vários outros brutalmente espancados pelos agentes de uma instituição que tem o dever de zelar pela segurança de todos, mas que mais uma vez, o que fez foi precisamente o contrário. Os vídeos que circulam online não reflectem, nem de perto, a barbárie perpetuada pelos polícias que estavam destacados na zona da Alameda do estádio. Ainda assim, são prova do quão inenarrável foi a conduta da PSP, que resultou inclusive na hospitalização de uma senhora octogenária.
Referimos que a coreografia foi preparada, ao contrário do que diz o comunicado emitido pela PSP, no mais escrupuloso cumprimento das regras de segurança, e por isso mesmo recebeu o aval da Liga Portugal e da Cruz Vermelha. Não havia rigorosamente nenhum elemento na tela que pudesse ferir as normas de conduta e de respeito pelo desportivismo.
As referências às personagens históricas da nossa terra, devidamente discriminadas e contextualizadas num cartaz explicativo, não tinham nem podiam ser interpretadas como um ataque a quem quer que fosse. Só uma profunda ignorância, ou então, muito má fé, podem explicar esta decisão.
Seguramente que a apresentação desta obra de arte, teria o condão de instruir muitas crianças, jovens e adultos, para a importância do nosso território no contexto nacional e peninsular, e para a grandeza de figuras como o Rei Suevo Hermerico, o Historiador Romano Paulo Orósio, ou o Arcebispo D. Paio Mendes, entre muitas outras personagens.
Exige-se uma célere intervenção das instituições que tutelam o nosso futebol, do executivo camarário e das várias forças políticas.
A actuação do Sporting Clube de Braga na defesa dos seus sócios e adeptos merece ser ressalvada, e esperemos que a direcção não desarme de ir até às últimas consequências para que se punam os responsáveis.
Diz um célebre cântico entoado pelas hostes bracarenses que “Querem matar o futebol”.
E mais uma vez não foram os adeptos os propulsores da violência, foi precisamente a instituição que deveria lá estar para a impedir. Queremos que o futebol seja uma festa, queremos famílias, estádios cheios e alegria. Não vamos desarmar, e vamos também nós, associados e adeptos, lutar com todas as nossas forças para que isto não passe impune. Não pode passar, seria ferir de morte a credibilidade das instituições e das polícias. Lutaremos, lutaremos e lutaremos por justiça!"



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