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Saúl, do Flamengo, acertou uma cotovelada no rosto de Caíque, do Vitória. Daronco marcou falta do jogador do Vitória na jogada, e o VAR não recomendou a revisão. 📽️@canalpremiere twitter.com/gols000000/sta…

Para Renata Ruel, comentarista de arbitragem dos canais ESPN, o Flamengo deveria ter tido 3 jogadores expulsos contra o Vitória. Luiz Araújo, Arrascaeta e Saúl se envolveram em lances polêmicos, mas a arbitragem não deu os cartões e o VAR não chamou para revisão. #FutebolNaESPN


OPINIÃO! 🚨 “Arrascapênalti”, disse o jornalista da imprensa paulista, tentando colar no jogador Arrascaeta uma fama de cavador de pênalti. O apelido é covarde, e a linguagem explica por quê. “Arrascapênalti” cria uma confusão deliberada entre um título (o apelido) e uma figura de linguagem, a metonímia, que atribui ao jogador a parte pelo todo: Arrascaeta passaria a representar todos os cavadores de pênalti do Brasil. E isso não é verdadeiro, muito menos saudável. Primeiro, porque no próprio Flamengo Bruno Henrique cava muito mais pênaltis. A resposta que o apelido costuma receber é: “mas o Arrasca cava e engana o juiz”. Ou seja, a culpa seria do juiz, não dele. Segundo, porque no futebol brasileiro existem centenas de jogadores que cavam mais pênaltis do que ele para que Arrascaeta carregue sozinho essa fama. A parte pelo todo só se sustenta com estatísticas. Sem elas, é mentira ou covardia de quem criou o apelido. Terceiro, e mais importante: o termo revela tanto quem o inventou quanto a intenção por trás dele: pressionar os juízes para que não marquem pênaltis a favor do jogador, beneficiando times rivais. Trata-se de uma imprensa paulista antiquada, que não consegue enxergar além do próprio umbigo. Ela própria é metonímica: toma a parte (o futebol paulista) pelo todo (o futebol brasileiro) e acha que isso basta. Só que agora eles não falam mais sozinhos em seus debates. Nenhuma covardia fica sem resposta.



























