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@tommicro

Só tentando seguir os passos ensanguentados de um judeu que arrastou nossa tábua de salvação.

Rio de Janeiro Katılım Kasım 2008
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Café com Corticóide.
Pastores que falam contra violência doméstica, uma thread:
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João Paulo M. Rocha
João Paulo M. Rocha@jpmachadorocha·
No ordenamento jurídico brasileiro existe um princípio que se chama "princípio da legalidade". Em termos simples, quer dizer que ninguém pode ser punido por algo que a lei não diz que é crime. Embora pareça um conceito bastante fácil de ser compreendido, no Brasil dos últimos tempos se tornou assustadoramente comum vermos pessoas sendo punidas por coisas que não são crime, e sequer ilícitos civis. Essa linha civilizatória que parecia ser só senso comum, agora desapareceu, mas só pra um lado do espectro político. A esquerda gostou da brincadeira de inventar crimes a posteriori para seus adversários. Sempre incidindo sobre discurso: "desinformação" e "discurso de ódio", por exemplo, conceitos vagos sem qualquer previsão ou definição legal, viraram lugar comum em sentenças condenatórias no STF. O que Monark fez não é crime. Defender abstratamente a modificação de uma lei criminal não é crime. Tanto é assim que ninguém fala em "apologia ao crime" quando fazem passeatas para a descriminalização de drogas ou do aborto. Muita gente que defende essas pautas, inclusive, diz expressamente ser CONTRA as práticas em si. Você pode achar que o aborto, por exemplo, é errado, mas DISCORDAR que deveria ser crime, e defender que a sua prática seja combatida por outros meios que não a cadeia. Foi exatamente isso que Monark fez: ele repudiou expressamente o nazismo. Não fez, de maneira alguma, "apologia" a ele. O que ele defendeu foi o direito das pessoas que aderem a essa ideologia, da qual ele DISCORDA, se expressarem. Ironicamente, ninguém tem sido mais antissemita do que a própria esquerda nos últimos anos. Logo, Monark estava defendendo ali o direito DOS PRÓPRIOS ESQUERDISTAS se manifestarem. A ideia dele é que é melhor deixar as pessoas se expressarem, e aí você conhecer o verdadeiro caráter delas, do que forçá-las a reprimir essas ideias odiosas que não deixam de estar ali só porque não estão sendo ditas. O fato de a esquerda estar insistindo na punição de alguém que não cometeu crime algum demonstra claramente seu caráter autoritário e antidemocrático. Justamente aquilo que vem se esforçando pra apontar como defeito DOS OUTROS nos últimos anos.
Beta Bastos@roberta_bastoss

Tem gente defendendo o Monark como se ele fosse vítima de uma grande injustiça. Mas parece que esqueceram, ou fingem esquecer, um detalhe básico. Em 2022, durante o Flow Podcast, ele defendeu a possibilidade da existência de um partido nazista no Brasil, usando a tal “liberdade de expressão” como justificativa. Só que tem um ponto que não dá pra ignorar, o nazismo não é opinião, é crime. Mesmo assim, ainda tem quem tente transformar consequência em censura. Como se perder espaço após esse tipo de fala fosse perseguição, e não resultado direto do que foi dito. Liberdade de expressão não é salvo-conduto pra defender ideologia criminosa. E quando alguém ultrapassa esse limite, o mínimo que se espera não é defesa cega, é memória e responsabilidade.

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Roberto Freire
Roberto Freire@freire_roberto·
Um exceloente artigo do cronista Fernando Schüler, doutor em Filosofia (UFRGS) e professor do Insper. A DERROTA DE UM SISTEMA DE PODER Depois de indicar seu advogado pessoal e um correligionário político, Lula tentou emplacar alguém cuja carreira foi essencialmente produzida pela fidelidade ao partido e a seus governos “Foi a vitória da baixa política”, leio em um artigo, sobre a rejeição de Messias, para o STF. Achei curioso. Quem sabe a “alta política” teria sido repetir a crônica de 130 anos de “carimbos”, por parte do Senado, às indicações para o Supremo, vindas do executivo. Em outra notícia, leio que um grupo de “juristas” cogitava recorrer ao Supremo por “desvio de finalidade”. Achei graça, naquilo, mas me pareceu plausível. Desvio de finalidade já justificou impedir Lula de assumir um ministério, no governo Dilma. E um ex-presidente conceder um indulto para um deputado condenado por “delito de opinião”. Isso e um bocado de esquisitices. Em um País que se especializou em relativizar direitos e reescrever a lei, a partir do próprio judiciário, não me surpreenderia com mais esta bizarrice. A rejeição da indicação de Messias traz uma novidade em nossa história republicana: o Legislativo pode decidir com autonomia, na contramão do Executivo. Pode resistir ao peso da liberação de emendas e das posições no governo. Não há grande virtude, nisso. Há apenas instituições cumprindo o seu papel. Exercendo poder, funcionando dentro da regra. Como disse o próprio Messias, em sua fala sóbria e ponderada, depois do resultado, há dias de vitória e há dias de derrota. Talvez tenhamos esquecido disso, nos últimos 130 anos de mando do governo sobre o parlamento. E é positivo para nossa república que todos saibam que as coisas possam seguir um rumo diferente. A rejeição de Messias sugere um outro aspecto: é a derrota de um perfil de indicações, para o Supremo. De um político experiente escutei a frase síntese: o Supremo não é assessoria da presidência. Depois de indicar seu advogado pessoal e um correligionário político, Lula tentou emplacar alguém cuja carreira foi essencialmente produzida pela fidelidade ao partido e a seus governos. Nenhum problema com isso. Pode ser uma ótima carreira. Mas inadequada a uma Suprema Corte, cuja virtude essencial é precisamente a independência e a imparcialidade, não o alinhamento político. É a fidelidade à lei e à Constituição, e não a uma fé, a um governo ou ideologia. Por fim, há o tema existencial brasileiro. Na última semana, a PGR arquivou uma ação por homofobia contra um ministro do Supremo. E o fez porque considerou a fala (reconhecida como homofóbica pelo próprio ministro), como sem maior relevância. E porque ele havia se desculpado, depois. Curioso, isso. Significa que, a partir de agora, se alguém fizer uma fala homofóbica ou racista, e no dia seguinte pedir desculpas, estará tudo bem? Ou vale só neste caso? Ou não somos exatamente iguais, perante a lei? Ou quem sabe a lei, criada pelo próprio Supremo, é só de brincadeirinha, aplicada segundo a “interpretação” do momento? O que temos aí é uma minúscula cereja do bolo. O fato é que o estado de direito foi quebrado, no Brasil, exatamente porque fomos cedendo, ao longo do tempo, a uma estranha hierarquia: a interpretação à frente do texto. A norma aplicada segundo a cor, a posição, o “lado”, o contexto. É o mesmo caso com a imunidade parlamentar. O que faz um deputado processado, por denunciar um caso de abuso de poder da tribuna da Câmara? O que faz um pastor, sem foro convertido em réu no Supremo, por chamar um punhado de autoridades de “covardes”. E o que faz uma Advocacia Geral da União mandando uma carta a uma jornalista para que apague um tuite com uma crítica a um projeto de lei em discussão, no Congresso? Se observarmos com algum cuidado, é este o mesmíssimo significado da aprovação final da “dosimetria”, no Congresso. Ou alguém acha que há amparo legal para condenar aquele senhor de 70 anos, do interior de Santa Catarina, a 14 anos de prisão, por um PIX de 500 reais? Ou acha bacana atirar pela janela o princípio da instância devida, julgando pessoas sem Foro no Supremo, sem direito a recurso, à revelia de tudo que reza nosso estado de direito? O fato é que a tudo isso fomos assistindo um tanto quanto “bestializados”, nos anos recentes. E agora houve uma reação. Uma derrota não do governo, mas de um sistema de poder. De um modo de lidar com os direitos e garantias individuais, no Brasil. A melhor resposta que o Supremo pode dar a esta reação é encerrar os “inquéritos” e retomar a normalidade institucional, no País. Retomar a vigência da regra do jogo, que todos decidimos, e da qual jamais deveríamos ter nos afastado, neste triste Brasil dos últimos anos.
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tommicro
tommicro@tommicro·
@Cardoso Totalmente gratuitos eu discordo, mas um governo decente e eficiente deveria trabalhar para que esses itens fossem baratos a ponto de sua população não ter que se preocupar com eles.
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cardoso
cardoso@Cardoso·
A Margaret Thatcher definiu bem: "o problema do socialismo é que uma hora o dinheiro dos outros acaba".
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𝗄𝖺𝗄𝗁𝗈𝗓𝖺
𝗄𝖺𝗄𝗁𝗈𝗓𝖺@simphiweyinkoc_·
UNPOPULAR OPINION: Introverts don’t hate socializing. They hate pretending.
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Enio Viterbo
Enio Viterbo@EnioViterbo·
⚠️ Perguntas para a sabatina de Jorge Messias: 1- A imprensa disse que exitiu um encontro na casa de Cristiano Zanin que envolveu você, Alexandre de Moraes e Rodrigo Pacheco. Vocês debateram o apoio do presidente do Senado para sua candidatura? Os ministros do STF participaram desse debate político? 2- Em 17 de julho de 2024, você disse que existia um "indústria de memes" contra Fernando Haddad. Você acredita que existe uma "indústria de memes" contra o STF ou esse grupo imaginário era apenas contra o Haddad? 3- Em 15 de janeiro de 2025, você disse que foi feita uma "desordem informacional" sobre o Pix. Disse que “Pessoas de boa-fé caíram em golpes estimulados pela mentira produzida por esses políticos, por essas pessoas, por esses criminosos”. Você estava se referindo ao deputado Nikolas Ferreira? Como saber que você não vai perseguir outros deputados de oposição por "desordem informacional"? 4- Você, como AGU, contratou - sem licitação - o escritório ARNOLD & PORTER KAYE SCHOLER por R$ 19.263.521,20 para representar a União nessa questão de sanções administrativas(Lei Magnitsky, retirada de vistos e etc). Fale mais sobre esse contrato. Ele já foi integralmente pago? Qual foi o resultado obtido por esse escritório? Por que ele foi feito sem licitação? 5- Você, como AGU, peticionou, no final de abril de 2024, no inquérito 4874 para que o ministro Alexandre de Moraes investigasse o "Twitter Files". Um jornalista americano, Michael Shellenberg, foi o responsável pela publicação(de acordo com a sua própria petição). Como ministro do STF, você vai utilizar seu cargo para perseguir quem critica os ministros ou só fez isso como AGU? 6- Em 3 de julho de 2025, você afirmou publicamente que conversou com ministros do STF antes de ingressar com ação sobre o IOF. Com quem você conversou? Sobre o que conversou? E você acha normal conversar com ministros do STF antes de ingressar com uma ação no STF? 7- Em dezembro de 2024, você, como AGU, notificou o Youtube por notícias falsas sobre a saúde do presidente da República. Em determinado momento da notificação, você reclamou até de SARCASMO contra a saúde do presidente, dizendo que isso fomentaria "discurso de ódio". Você acredita que ministros do STF podem ser alvos de sarcamos ou só o presidente da República que não pode? 8- Você acredita que a União pode ser responsabilizada por um erro cometido pelo ministros do STF? Você sabe que uma ação por dano moral não pode ser ajuizada no STF, correto? Se sabe disso, por que você fez, em junho de 2024, uma reclamação constitucional em uma ação da 1ª Vara Federal de Maringá que condenava a União por erro do ministro Alexandre de Moraes? 9- Você já teve alguma conversa sobre a vida política brasileira com algum ministro do STF? Se sim, qual? 10- Você é a favor do Código de Ética para ministros do STF? 11- Você é a favor da manutenção do Inquérito das Fake News, aberto em 2019?
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tommicro
tommicro@tommicro·
@Cardoso Os Testemunhas de Jeová... Nem comemorar o aniversário eles comemoram. Um amigo TJ do trabalho faz questão de NÃO IR no dia, pra não ter que recusar os parabéns.
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Jesse The Free 🏴
Jesse The Free 🏴@Jessethefree·
Socialism is the flat earth theory of economics.
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Larissa Lima
Larissa Lima@sccplaris·
Não acredita em Deus porque não tem evidência científica ,mas acredita em signo, encruzilhada, homeopatia, psicanálise, karma, energia quântica, aromaterapia
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Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Mais crédito para impulsionar inovação e desenvolvimento no país. 🚀🇧🇷 A @Finep disponibilizou mais R$ 2,1 bilhões em crédito descentralizado para apoiar projetos inovadores em empresas. Saiba mais em: gov.br/mcti
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Drew Crawford
Drew Crawford@drewcrawford_·
Things you used today that were probably made in Brazil: The coffee you drank this morning. Brazil has been the world's #1 producer for over 150 years. It grows more than the next two countries combined. The orange juice at breakfast. Brazil supplies about 75% of the world's oranges used for orange juice. Florida's production has declined 92% in two decades. The chicken in your lunch. Brazil is the world's largest chicken exporter. Approximately one out of every three pieces of chicken traded internationally comes from a Brazilian processing plant. The steak at dinner. Brazil is the world's largest beef exporter. $18 billion in revenue in 2025. Up 40% in a single year. The sugar in your drink. Brazil is the world's largest sugar exporter. It also converts that sugar into ethanol and blends it into fuel. The paper towel you threw away. Suzano, headquartered in São Paulo, is the world's largest pulp producer. Brazilian eucalyptus grows to harvest in 7 years. Scandinavian pine takes 25. The leather in your shoes. Brazil has approximately 232 million head of cattle. More cattle than people in every country in Europe. The iron in the steel frame of the building you're sitting in. Brazil is one of the largest iron ore exporters on earth. It shipped over 400 million tonnes in 2025. The niobium in the alloy that makes your car lighter and stronger. Brazil controls 94% of global niobium reserves. Primarily from Minas Gerais. The soy meal that fed the animal you ate. Brazil exported 108.2 million tonnes of soybeans in 2025. More than any country in history has ever exported in a single year. The airplane you flew on last week. Embraer E-Jets make up about half of all regional jets flying for American, Delta, United, and Alaska. Built in São José dos Campos, Brazil. The phone in your pocket might have been assembled in Manaus, where Samsung, LG, and Panasonic operate factories inside the Amazon rainforest. Brazil is in your morning coffee. Your lunch. Your dinner. Your clothes. Your buildings. Your car. Your airplane. Your phone. It touches your life a dozen times a day. You just never see the label. The most influential country in your daily life is the one you think about the least.
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tommicro
tommicro@tommicro·
@Cardoso BWAHAHAHhahahahaha Essa te redimiu dos trocadilhos malditos da semana passada" kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
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cardoso
cardoso@Cardoso·
Roubei essa do Threads... Um homem recém-falecido é levado ao necrotério vestindo um terno preto caro e impecavelmente cortado. O agente funerário pergunta à viúva como ela gostaria que o marido estivesse vestido para o velório. Ele comenta que já fica muito bem de terno preto. Mas a viúva responde: "Não, ele sempre ficava melhor de azul." Ela entrega ao agente funerário um cheque em branco e diz: "Não me importo com o preço, mas, por favor, traga meu marido de terno azul para o velório." No dia seguinte, ela retorna para o velório — e fica impressionada. Ele está de terno azul com uma discreta listra, perfeitamente ajustado. Ela diz: "Isso é incrível. Você fez um trabalho excelente. Quanto custou?" O agente funerário devolve o cheque em branco. "Nada." "Como assim, nada?", ela pergunta. "Eu insisto em pagar." Ele sorri e diz: "Bem, outro cavalheiro do porte do seu marido foi trazido logo depois que você saiu... e por acaso ele estava usando um terno azul muito bonito." "Perguntei à esposa dele se ela se importaria que ele fosse ao túmulo usando um terno preto, e ela disse que não fazia diferença, contanto que ele estivesse bem vestido." "Então, naquele momento, era apenas uma questão de trocar as cabeças."
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Jean
Jean@jeantuite·
se Deus chegasse agora, sentasse ao seu lado e dissesse: "seu tempo aqui na terra acabou." o que você diria a Ele?
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tommicro
tommicro@tommicro·
@drewcrawford_ We went through difficult times in the 1990s with hyperinflation. Our banks needed to evolve rapidly or succumb to the crisis. This spurred innovation in the banking sector far beyond what occurred in other countries.
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Drew Crawford
Drew Crawford@drewcrawford_·
Brazil's Pix processes 6-7 billion transactions per month. Venmo, CashApp, and Zelle combined don't come close. India's UPI took six years and eight months to reach 8 billion monthly transactions. Brazil got there in five. 170 million Brazilians use Pix. That's 93% of the adult population. Merchant fees average 0.33% (cards charge 2-5%). Transactions settle in seconds. On December 20, 2024, the system processed 252.1 million transactions in a single day. That one day exceeds the entire monthly volume of most European instant payment systems. Then they built Open Finance on top of it. 60+ million active data-sharing consents. Four times the API volume of the UK's Open Banking. Nubank (built entirely on this public infrastructure) now serves 110 million customers, posted $895 million in quarterly profit, and carries an $85 billion valuation. The most valuable financial institution in Latin America was founded 13 years ago by three people with no bank. The Fed launched FedNow three years after Pix. Adoption remains minimal. The US has no Open Finance mandate. No active CBDC pilot. Brazil is two full technology cycles ahead of the United States in public financial infrastructure. The next time someone tells you Brazil is a "risky emerging market," ask them if they know what Pix is. Read more here: x.com/drewcrawford_/…
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tommicro
tommicro@tommicro·
Acabei de ver #ProjectHailMary *\a/* feliz feliz Pra ficar melhor só se tivessem trazido o balde de pipoca do Ricky pro Brasil.
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tommicro
tommicro@tommicro·
@Cardoso Wtf! Parque de diversões dos pedo ????
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