
Por esse ângulo fica ainda mais sinistro O Haaland nunca vai esquecer dessa porra Se sai o gol aí, era 2x0 Sorloth em um país sério nunca mais viveria tranquilo
maria
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Por esse ângulo fica ainda mais sinistro O Haaland nunca vai esquecer dessa porra Se sai o gol aí, era 2x0 Sorloth em um país sério nunca mais viveria tranquilo

Que injusto, que triste! 😥 A nota oficial da CBV sobre a central Julia Kudiess: A central Julia Kudiess sofreu uma lesão no Ligamento Cruzado Anterior (LCA) do joelho esquerdo durante o jogo da seleção feminina contra os Estados Unidos na madrugada deste domingo, em Osaka, no Japão. A lesão foi confirmada com o resultado de um exame de imagem realizado logo após a partida. A jogadora já iniciou o tratamento fisioterapêutico e retornará ao Brasil para mais avaliações médicas. A atleta não disputará o restante da VNL Feminina ⚠️ Força, Julia 🙏

O Bellingham pegando na bunda do Haaland 🗣️ #NORxING



baby do brasil ao lado de suas filhas snz, falando para jô soares que se presenteou com silicone nos seios por já ter dado de mamar para 6 filhos e 2 maridos, 1997.


Imagine uma pessoa capaz de escandalizar tanto a sociedade a ponto de seu nome ir parar no dicionário. Foi exatamente isso o que fez a bailarina Marietta Baderna, nascida há exatos 198 anos, em 8 de julho de 1828. Primeira bailarina absoluta do Teatro alla Scala de Milão, Marietta Baderna imigrou para o Brasil em 1849, fugindo dos conflitos da unificação na Itália. Ela logo se consagrou como uma das artistas mais célebres do período imperial, encantando as plateias do Rio de Janeiro com sua elegância e virtuosismo. A lua de mel, entretanto, durou pouco tempo. Os hábitos "transgressores" da bailarina escandalizaram a sociedade conservadora e escravocrata do Império. Marietta gostava de festas, comparecia aos bailes populares e fazia amizade com os escravizados. Mais do que isso: a bailarina costumava frequentar redutos negros para participar dos rituais, das rodas de lundu e de umbigada, dançando junto com os cativos. Encantada com a cultura afro-brasileira, Marietta passou a incorporar o gingado e os passos dos lundus em suas apresentações. E os indivíduos das camadas populares com quem fazia amizade passaram a frequentar as sessões abertas do Teatro São Pedro para prestigiar a bailarina. Quando Marietta Baderna entrava em cena, seus admiradores (ditos "baderneiros") faziam uma algazarra. Aplaudiam efusivamente, batiam com os pés no chão, assobiavam, gritavam o seu nome — chocando a aristocracia na plateia, acostumada à reverência silenciosa dos espetáculos artísticos. A incorporação de elementos afro-brasileiros na dança e a presença do povo nos teatros logo incomodaram a sociedade racista, pudica e elitista do Império. O nome de Marietta Baderna passou a ser associado à bagunça, à desordem, à indecência e à depravação. Os empresários passaram a negar patrocínio aos seus projetos e, aos poucos, os convites para sua companhia de dança escassearam. Décadas depois, o sobrenome "Baderna" seria dicionarizado como sinônimo de bagunça e confusão. A história de Marietta Baderna é o tema do artigo de hoje para o @operamundi. Confira o texto no link: operamundi.uol.com.br/pensar-a-histo…

de tudo desse vídeo a minha frase favorita é “Contra o Haiti PORRA”