
Douglas Pereira 🇧🇷
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Douglas Pereira 🇧🇷
@tutabene
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"Why doesn't Latin America grow faster?"


CLT ta longe de ser perfeita. Mas é mt inocência, ou até mal caratismo acreditar que se a CLT for extinta, o empresário vai pagar esse valor total pro funcionário, vai sim confia A prova disso é uma porrada de vaga PJ presencial pagando uma mixaria




Os Emirados Árabes decidiram algo simples: substituir burocracia por inteligência artificial. E não é “projeto piloto”. É execução. Em 2026, o governo anunciou que vai migrar 50% de toda a máquina pública para IA autônoma em apenas 2 anos. Sim — metade do Estado operando com sistemas que tomam decisão. Enquanto isso, no Brasil… Ainda discutimos digitalização básica. Agora olha o nível da ambição: • Ministro é avaliado pela velocidade de adoção de IA • Servidor público é obrigado a aprender IA • Governo quer ser 100% AI-native até 2027 (Abu Dhabi) • Mais de 200 soluções já rodando Resultado? Menos custo. Menos burocracia. Mais velocidade. Decisão em tempo real. IA no governo não é sobre tecnologia. É sobre poder. Quem automatiza o Estado: → Decide mais rápido → Erra menos → Controla melhor recursos → Escala políticas públicas Isso muda completamente a eficiência de um país. Agora compara com o Brasil: Temos: • Pix • ‘GOV.BR’ • Base de dados gigantesca Mas falta o principal: Coordenação + meta agressiva + responsabilidade real. O Brasil poderia fazer algo simples (e transformador): • 30% dos serviços públicos com IA até 2028 • Foco em INSS, Receita, SUS • Treinamento massivo de servidores • Centro nacional estilo “laboratório de governo” O problema? O Brasil não sofre de falta de tecnologia. Sofre de excesso de fricção institucional. A verdade desconfortável: Enquanto países usam IA para substituir burocracia, nós usamos burocracia para atrasar a IA. E isso tem consequência. Não é só eficiência. É crescimento. É competitividade. É futuro. Quem entender isso antes… vai governar melhor. crescer mais rápido. e deixar o resto para trás.








Muitos economistas e analistas do mercado financeiro brasileiro acreditam que mudar a meta de inflação abriria espaço para mais cortes da taxa Selic. Eles não entendem como a inflação funciona. As empresas atualizam seus preços/quantidades produzidas com base em uma expectativa de demanda futura + uma inflação média esperada, ancorada pela meta. No momento em que a meta é elevada, a inflação esperada sobe proporcionalmente e a inflação realizada converge para um nível mais elevado. Se o argumento é baseado na "credibilidade da meta", então não é necessariamente a mudança na meta maior que vai dar essa credibilidade, mas sim a capacidade do banco central de domar a demanda agregada. E essa demanda não tem nada a ver com a meta escolhida, ela é meramente uma combinação ótima entre estímulos fiscais e monetários. Quer saber mais então leia um post do meu antigo blog em português, abaixo.












