Americo Guazelli Secular Sionista.

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Americo Guazelli Secular Sionista.

Americo Guazelli Secular Sionista.

@uagg1982

Secular / SIONISTA , humanista ,liberal na política , Palmeiras Planeta Terra - Via Láctea.

Santa Isabel Katılım Haziran 2015
741 Takip Edilen495 Takipçiler
Fiscal do Incra
Fiscal do Incra@DoIncra·
@AllanHerzl FODA-SE SE VC É JUDEU, CRISTÃO, BUDISTA, DO CANDOMBLÉ, DA PUTA QUE PARIU SE VC APOIA OU SE CALA DIANTE DO GENOCÍDIO EM GAZA, DOS ASSASSINATOS NA CISJORDÂNIA, DOS BOMBARDEIOS NO LÍBANO E NO IRÃ….VC SÓ É UM BOSTA COM ETIQUETA DE RELIGIÃO E NÃO É BEM VINDO e PONTO
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Allan Ezra Marcos
Allan Ezra Marcos@AllanHerzl·
Havia uma lógica nas listas nazistas que nem todo mundo aprendeu na escola. Não bastava ser judeu. A perseguição se estendia a quem ajudou judeus, a quem protegeu judeus, a quem teve relações comerciais com judeus, a quem simplesmente conhecia judeus e não os delatou. A contaminação se espalhava por graus de associação. O nome técnico é Sippenhaft… responsabilidade pela linhagem e pelos vínculos. Quem estava perto do errado, estava errado. Pois bem. O perfil O_Papo publicou um fio de cinco partes sobre Tainá de Paula, vereadora do PT no Rio que ousou dizer que banir israelenses de um bar era “barbárie”. Discordo de Tainá de Paula em praticamente tudo. Mas o que o O_Papo_ fez não tem nada a ver com política. É uma investigação de vínculos. O fio não encontrou nada. Ele mesmo admite: “não encontrei evidências públicas de que Tainá de Paula tenha relações diretas com Israel ou organizações abertamente sionistas.” Mas não parou aí. Descobriu que ela atuou na ONG Rede NAMI. E que a fundadora da Rede NAMI, uma certa Panmela Castro, participou de intercâmbios culturais em Israel. Portanto: Tainá de Paula conhecia alguém que foi a Israel. E isso, nas palavras do perfil, “merece atenção.” Atenção do quê? De quem? Para fazer o quê? Deixa eu traduzir essa lógica para o meu mundo. Conheço aproximadamente 2.000 famílias judaicas em São Paulo. Cem por cento delas foram a Israel ao menos uma vez. Cem por cento têm parentes lá. Cem por cento participam de organizações judaicas com conexões institucionais com Israel. Se você passou na minha casa num Shabat, conheceu minha família. Se conheceu minha família, tem laço com sionistas. Se tem laço com sionistas, merece atenção. Pelo critério do O_Papo_, qualquer pessoa que já conviveu com a comunidade judaica ativa no Brasil é alvo legítimo de denúncia pública. Rabinos, professores de escola judaica, fornecedores de produtos kosher, arquitetos que reformaram sinagogas, médicos que atendem judeus, jornalistas que entrevistaram líderes comunitários. Todos contaminados. Todos suspeitos. Isso é a lógica do Sippenhaft. Sem exagero. Sem eufemismo. Sem figura de linguagem. A diferença de tom não muda a estrutura. Os nazistas faziam listas em papel timbrado. O O_Papo_ faz em thread de X com 150 likes. O mecanismo é o mesmo: montar um dossiê de associações para marcar alguém que defendeu o errado. E o errado, aqui, foi dizer que israelenses são seres humanos que não merecem ser expulsos de bares. Não é só antissionismo. Antissionismo é uma posição que visa destruir o Estado de Israel. Isso aqui é perseguição a pessoas por grau de contato com judeus. Tem um nome para isso. Não é complicado de pronunciar. Chama-se antissemitismo nos moldes nazistas.
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Leonardo Barbieri
Leonardo Barbieri@Infos_palestra·
O Palmeiras precisa ser indicado para o Nobel da Paz Consegue unir torcidas, times que se odeiam, jornalistas rivais, tudo em um coro só Impressionante narrativas, gritos, teorias e tudo que é criado contra um time que tem 25 pontos em 30 Nunca é mérito do Palmeiras…
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Emmanuel
Emmanuel@emmanuel_nto·
@Steve_Banannon Esse cara é tão feio que incomoda. Como isso é possível?
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Steve Banannon
Steve Banannon@Steve_Banannon·
Incrível como eles combinam
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Silas Portugal
Silas Portugal@SilasPortugalR1·
Estou contando os dias para que o estado de São Paulo tenha um governador de verdade, alguém mais?
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FluResenha
FluResenha@resenhaflutt·
Entrega a taça pro Palmeiras logo, todo ano é a mesma coisa Os beneficiados são SEMPRE os mesmos, é um jogo de cartas marcadas Ontem anularam o gol do Fluminense, hoje validam o do Palmeiras
Português
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Thiago Medina
Thiago Medina@thiagomedinamd·
Maomé está morto Buda está morto Krishna está morto Joseph Smith está morto Jesus Cristo está vivo! Essa é a Verdade que salvou o mundo. Glória a Deus!
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Não Esqueço
Não Esqueço@CanalNaoEsqueco·
Maomé está morto. Krishna está morto. Buddah está morto. Confúcio está morto. Guru Nanak está morto. Zelio de Moraes está morto. Jesus Cristo está vivo. Essa é a verdade que refez o mundo. Glória a Deus!
Português
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Míriam Martinho
Míriam Martinho@miriammartinho·
@leomalav Por que todo macho tóxico ataca a aparência das mulheres?
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Leo M
Leo M@leomalav·
Por que toda a feminista é feia?
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Evolua Gestão
Evolua Gestão@sobre_realities·
@Draicker13 Não, mas esse ano foi incrível. Perder de virada? PQP... Quem é Vasco?
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Draicker
Draicker@Draicker13·
Eu vou lamentar até o final do campeonato os pontos q o Palmeiras perdeu pro Vasco🤡, só esqueço se for campeão.
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Claudia Wild
Claudia Wild@Clauwild1·
Qual o maior psicopata, até hoje, que o Brasil já produziu?
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Grok
Grok@grok·
Não, Israel não é um Estado xenofóbico. É uma democracia com 21% de cidadãos árabes (muçulmanos, cristãos e drusos) que têm plenos direitos: votam, elegem deputados na Knesset, servem no Judiciário e nas Forças Armadas. A Lei do Retorno prioriza judeus por razões históricas (pogroms, Holocausto, expulsões de países árabes), mas não exclui outros. O mapa que você postou mostra o contexto: Israel é minúsculo (0,2% do Oriente Médio) cercado por 22 Estados da Liga Árabe e 57 da OIC. Críticas políticas a Israel são legítimas, como a qualquer país. Acusações de "xenofobia" frequentemente ignoram que 850 mil judeus foram expulsos de nações árabes após 1948, e que o antissionismo vira pretexto para estigmatizar judeus globalmente, como você nota. Fatos acima de narrativas.
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Hasbará Brasil
Hasbará Brasil@hasbarabrasil·
PL 1424/2026 — O que ela faz. O que não faz. E por que importa. Tabata Amaral apresentou um projeto simples: adotar, no Brasil, a definição de trabalho da IHRA pra orientar o combate ao antissemitismo. Simples assim. Sem novo crime. Sem punição. Sem censura. “Definição de trabalho” é uma ferramenta, não uma lei punitiva. É o que permite identificar antissemitismo quando ele aparece disfarçado — especialmente quando vem de gente que jura que só está “criticando Israel”. A IHRA não é invenção brasileira. É padrão internacional adotado por 47 países e mais de 1.300 entidades. O Brasil estaria se alinhando ao mundo, não inventando excepcionalismo. Crítica a Israel continua. Sempre continuou. A própria definição da IHRA é explícita: críticas a Israel, iguais às que se fazem a qualquer outro país, não são antissemitismo. “A expansão de assentamentos dificulta a paz.” Política. Normal. “O bloqueio a Gaza é excessivamente restritivo.” Política. Normal. “Netanyahu enfraquece a democracia.” Exatamente igual a criticar Lula ou Bolsonaro. Isso ninguém quer proibir. Ninguém tenta proibir. O que se disfarça de crítica e não é: “Sionistas controlam o mundo.” “Lobby judeu por trás de tudo.” Negar que Israel tem direito de existir — enquanto aceita todos os outros Estados. Percebeu o padrão? Eles só trocaram a palavra “judeu” por “sionista”. O sentido continua igual: um grupo secreto e poderoso controlando bancos, guerras, mídia e o destino da humanidade. É o antissemitismo clássico com uma capa nova. Nova embalagem, veneno de sempre. E o Judiciário brasileiro já percebeu isso também. Em fevereiro de 2026, a Primeira Turma Recursal do TJDFT decidiu, por unanimidade, que o antissionismo pode configurar antissemitismo quando extrapola a crítica política e se converte em ataque ao povo judeu. Os números não mentem. 989 denúncias de ódio contra judeus no Brasil em 2025. Alta de 149% desde 2022. Mais de 80% nas redes sociais. Não é pico. É normalização. Quem usa “sionismo” como código conspiratório não tem capacidade intelectual pra lidar com a complexidade do mundo. Em vez de encarar causas múltiplas, interesses conflitantes e contradições reais, simplifica tudo numa teoria preguiçosa com um único culpado. Frustração com políticas israelenses? Critique. Como se critica qualquer país. Usar Israel como pretexto pra odiar judeus? Isso não é lucidez. Não é “red pill”. É o ódio mais velho e mais covarde da história. A PL 1424 não censura ninguém. Ela só recusa deixar esse ódio circular sem nome.
Hasbará Brasil@hasbarabrasil

x.com/i/article/2040…

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Zamba00🔫
Zamba00🔫@larausch·
@xregis61 Petista quando não está roubando ou dando a bunda. Está mentindo.
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ZOIOAZULADO
ZOIOAZULADO@xregis61·
E O HADDAD GANHARÁ NO PRIMEIRO TURNO ! SEGUNDO A PESQUISA ATLAS/INTEL/ESTADÃO. VOTEM EM FERNANDO HADDAD.
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StandWithUs Brasil
StandWithUs Brasil@StandwithusBr·
Os slogans “Palestina livre” e “do rio ao mar” não têm o mesmo significado político. Enquanto a defesa de uma “Palestina livre” é legítima e pode estar associada à existência de um Estado palestino, a expressão “do rio ao mar” tem fundamento genocida, pois se refere ao território entre o rio Jordão e o mar Mediterrâneo, região que inclui Israel e os territórios palestinos, o que implica a substituição do Estado de Israel nesse território. Por isso, o uso dos dois slogans juntos é inadequado, por significar a destruição de Israel. Essa região é plural e continuará sendo. Nenhum povo dela deve ser destruído. No Brasil, o debate sobre essas expressões ganhou espaço, especialmente no contexto da adoção da definição de antissemitismo da Aliança Internacional para Memória do Holocausto em projetos de lei e políticas públicas. Mas, cabe esclarecer: o PL 1424, proposto pela deputada Tabata Amaral, que adota tal definição, não cria novos crimes, mas estabelece parâmetros para políticas de educação, prevenção e conscientização sobre o antissemitismo e discursos de ódio.
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