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@ultimoGato2233

Katılım Şubat 2020
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toin@ultimoGato2233·
@fandochicharit0 Como o cariane deixa uma brecha dessa pra inúmeras má-interpretações
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toin@ultimoGato2233·
@comunidademc Cara, qual e a tua idade? Entrou na net ontem? Se sabe que sempre vai ter pessoas pra zoar a aparência da outra, sempre vai ter uns que falam muita asneira, voce (que parece um cara velho na foto) devia saber onde ta se metendo. (Nao tô defendo que está zoando, so estou falando V
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toin@ultimoGato2233·
@lauretsnuggets So defende quem nunca passou por isso
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TaDeHack
TaDeHack@TaDeHackk·
Hoje foi o dia que eu me provei ser um criador de conteúdo KKKKKKK > fiz uma live pra quase 100 pessoas > fiz outra pra 10 em plataforma nova e ficaram até o fim comigo > 6 horas de live no total > consegui gravar um vídeo nesse meio tempo E atingimos 70 mil inscritos…ufa que dia.
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Arquivo Vermelho
Arquivo Vermelho@ArquivoVermelho·
🚨 Morador de rua é rendido e fuzilado por policiais no Centro de São Paulo:
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Renato
Renato@RenatoIMPERA·
O mendigo de Niterói causou um dano irreparável nas minhas opiniões políticas
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Esquerda na Net
Esquerda na Net@esquerdananet·
A direita pega leve demais com a esquerda Se armar está deixando de ser uma escolha e virando uma necessidade
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Lopez
Lopez@Zack_lope·
🧵 Dossiê STF – Gilmar Mendes Ministro desde 2002, indicado por FHC. Mas por trás da toga, há compadrio, solturas relâmpago e negócios de milhões. O nome Gilmar virou sinônimo de tudo que a Suprema Corte tem de mais problemático.
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toin
toin@ultimoGato2233·
@Seeyun5 Mandei suporte para eles tentando recuperar minha conta (com comprovantes de compra antigos e tendo vínculo a PSN.) Advinha? Mandei 2x o suporte e me deram a mesma resposta "Provas insuficientes" De todos os suportes, eles são o pior. Além da demora para responder.
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Seeyun
Seeyun@Seeyun5·
não existe suporte pior que o do Fortnite que bagulho irritante. 2 trios xitados dentro do top 33, você manda provas tudo certinho a porra toda e não adianta de nada.
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toin
toin@ultimoGato2233·
@Zack_lope Eu fui um dos que leu
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Lopez
Lopez@Zack_lope·
Como a Ascensão da Classe Média Reduz o Poder do Centrão: uma análise sobre autonomia, voto qualificado e erosão do clientelismo Antes de falar sobre o Centrão, a gente precisa encarar um fato incômodo: o problema do Brasil nunca foi só institucional. O problema do Brasil é sociológico. É estrutural. A tragédia da política nacional não começa no plenário — começa no perfil do eleitorado. E isso ninguém gosta de admitir, porque é mais fácil culpar o Congresso do que encarar que o Congresso é, em alguma medida, reflexo direto do tipo de sociedade que a gente construiu: desigual, clientelista, mal instruída e, pior ainda, resignada. O Centrão não surgiu do nada. Ele não é um erro do sistema — ele é o sistema. Ele é o produto histórico de décadas de um Estado que mantém a população em estado crônico de dependência, não por incompetência, mas por conveniência. Quanto mais vulnerável o eleitor, mais valioso ele se torna na lógica do voto de cabresto moderno. E enquanto essa engrenagem continuar girando, nenhum presidente, nenhum partido, nenhuma “nova política” vai conseguir derrotar esse mecanismo por dentro. Só que existe uma variável que pode mudar tudo — e que o Centrão teme mais do que qualquer CPI, qualquer juiz do STF, qualquer operação da Polícia Federal: o crescimento real da classe média. Não essa classe média de marketing, que vive endividada e alienada, mas uma classe média estrutural, com renda estável, acesso à educação crítica, autonomia econômica e, sobretudo, capacidade de indignação racionalizada. Porque o eleitor autônomo não vota por necessidade — ele vota por projeto. E é nesse ponto que o Centrão começa a morrer. Agora sim, vamos entrar naquilo que realmente importa: como o crescimento da classe média pode ser a bala de prata contra o fisiologismo, o clientelismo e esse modelo político que transformou o Congresso num balcão perpétuo de negócios paroquiais. Vamos dissecar o problema com dados, teoria e contundência. Porque atacar o Centrão sem entender o que o sustenta é dar murro em ponta de faca. A máquina que sustenta o Centrão não é o regimento da Câmara — é a sociologia da miséria. Enquanto a base do eleitorado for composta majoritariamente por indivíduos de baixa renda, baixa escolarização e altíssimo grau de dependência clientelista, o voto será um ato de subsistência, não de cidadania. O Centrão é o parasita que prolifera nesse caldo cultural. A única maneira de varrer essa estrutura é ampliando a espinha dorsal da democracia moderna: a classe média autônoma, exigente e esclarecida. Não é retórica — é ciência social. Seymour Martin Lipset já havia demonstrado, com precisão empírica, que a estabilidade democrática cresce paralelamente ao enraizamento de uma classe média robusta, pois essa camada social possui os atributos essenciais da cidadania deliberativa: escolaridade, renda contínua, e capital simbólico suficiente para fazer escolhas políticas informadas e consistentes. Quando o eleitor deixa de depender do favor político para realizar um exame médico, garantir uma vaga em creche ou resolver uma pendência burocrática, o voto dele se torna um instrumento de exigência republicana. O Centrão, por sua vez, entra em colapso funcional — porque o seu modelo de barganha paroquial deixa de ter valor no mercado eleitoral. Olha o comportamento eleitoral nos Estados Unidos em 2022: apenas 33% dos eleitores com renda inferior a 20 mil dólares anuais compareceram às urnas. Já entre aqueles que ganhavam acima de 100 mil, a taxa subiu para 67%. Isso não é coincidência, é padrão sociológico. Eleitores de alta renda não apenas votam mais, como tendem a consumir informação qualificada, participar de instâncias deliberativas e exercer pressão institucional fora do ciclo eleitoral. Ou seja, não basta apenas o “voto consciente” — o que cresce é o eleitor cidadão, não o eleitor mendicante. E quanto maior o contingente de cidadãos autônomos, menor o espaço para práticas clientelistas. E tem mais: a literatura especializada já mapeou o efeito direto da expansão da classe média sobre a redução da compra de votos. Em democracias emergentes, como a Indonésia e o México, estudos de campo identificaram que, à medida que a renda e a escolarização aumentam, o “custo de compra” do voto se torna proibitivo — socialmente e financeiramente. O eleitor começa a rejeitar a pecha de corruptível, e a prática passa a ter um estigma. Na prática, isso obriga o político a competir por mérito programático e não por oferta de benesses pontuais. E adivinha quem odeia isso? Exato: o Centrão, cuja lógica é o oposto disso — garantir sobrevivência eleitoral por meio da pulverização de favores e repasses localizados. Mas calma: não basta aumentar salário médio e achar que isso resolve. O que interessa é a formação de uma classe média estrutural — com emprego formal, capacidade de poupança, acesso a crédito em condições não predatórias e, principalmente, acesso a educação crítica. Sem isso, você cria uma classe média artificial, endividada e cognitivamente vulnerável à manipulação. Aliás, basta observar o caso do Oriente Médio, onde existe uma ampla camada de classe média urbana, mas altamente dependente do Estado e desmobilizada politicamente — o que permite a perpetuação de regimes autocráticos mesmo com razoável desenvolvimento econômico. Ou seja: renda sem autonomia é maquiagem. O problema do Brasil não é só a pobreza — é a manutenção deliberada da pobreza como método de governabilidade. O Centrão vive do orçamento secreto, da emenda de relator, do repasse extraoficial pra ONG fantasma. Nada disso funciona se o eleitor parar de bater na porta do gabinete. Por isso, eles sabotam qualquer tentativa de racionalizar políticas públicas. Escola decente e saúde universal são venenos para quem vive de distribuir ambulância. O fisiologismo só é viável quando o Estado é fraturado, e o cidadão precisa de padrinho político pra fazer o que deveria ser automático. Portanto, quer destruir o Centrão? Não é por dentro da política — é por fora, na base estrutural. Quer asfixiar o fisiologismo? Então cria massa crítica. Gera classe média de verdade. Eleva o nível educacional, melhora a renda, corta o cordão umbilical com o assistencialismo personalista e transforma o eleitor num contribuinte exigente. Político que lida com cidadão exigente não pode viver de emenda — tem que entregar resultado. E resultado, a gente sabe, não é o forte do Centrão. O Brasil só vai começar a virar a página quando o eleitor médio for alguém que lê o orçamento, questiona os repasses, entende a taxa de juros e sabe identificar um estelionatário político disfarçado de “representante do povo”. Até lá, o Centrão vai continuar sendo o rei do baile. Mas se a classe média crescer com densidade e consciência, a festa deles acaba. E sem precisar de ruptura nenhuma — só com voto qualificado, impaciente e inegociável.
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noxi
noxi@nOxitechh·
Vibing
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LOUD 🇧🇷
LOUD 🇧🇷@LOUDgg·
vai meter 3x0 sim KKKKKKKKKKKKKKKKK
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toin
toin@ultimoGato2233·
@crismnzs E ainda querem aprovar uma lei que se o homem olhar para alguma mulher e tiverem prova, o cara vai preso 🤣
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cris
cris@crismnzs·
mulher vai p academia de top branco sem sutiã e legging branca sem calcinha, literalmente se joga em cima de um cara q tava treinando de boa, começa a gritar q foi assediada e chama a polícia e msm com 17 TESTEMUNHAS de q foi ELA q se jogou o cara vai preso e recebe fiança de 15k
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toin
toin@ultimoGato2233·
@MemesDeCadeia02 Parabéns. Relaxa que tô levando o bolo pra festa
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toin
toin@ultimoGato2233·
@JlD4rk Hoje em dia tá foda achar um anime bom
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Darkness
Darkness@JlD4rk·
Pensa num anime ruim…
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