Paulo Lima

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@utilizatool

Katılım Nisan 2016
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Carlos Viana
Carlos Viana@carlosaviana·
Hoje o Brasil assistiu a um retrato cruel da realidade. Pela manhã, prorrogamos a CPMI do INSS em nome dos órfãos, das viúvas e dos aposentados que foram roubados. Fizemos isso por quem não tem voz, por quem foi traído dentro do próprio sistema. Horas depois, no plenário, vimos a esperança ser derrubada. Derrubaram não apenas uma decisão, mas a confiança de milhões de brasileiros. Inclusive a decisão de um ministro honrado, técnico e corajoso, que teve a dignidade de respeitar a Constituição. O recado foi claro. O sistema não quer que essa investigação avance. O sistema não quer que a verdade venha à tona. Nós fizemos a nossa parte. Investigamos, avançamos, mostramos o caminho. Mas, mais uma vez, o sistema tentou vencer. E o Brasil precisa entender isso com clareza. A resposta não está mais apenas dentro das instituições. A resposta está nas urnas. Se quisermos mudar essa realidade, precisamos mudar o Congresso Nacional. Mais de 50% no Senado. Mais de 50% na Câmara. Sem isso, o sistema continuará vencendo. E o povo continuará pagando a conta.
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Diego Muguet
Diego Muguet@diegomuguetrj·
FUX HONRA A TOGA ​O Ministro Luiz Fux deu um nó tático no bloco do silêncio. Em um voto histórico, ele destruiu a narrativa de que a CPMI do INSS é "eterna" citando o elefante na sala: o Inquérito das Fake News, que já dura 6 anos nas mãos do próprio Supremo. ​Como podem falar em "prazo certo" para o Congresso enquanto ignoram o relógio dentro de casa?
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Paulo Lima
Paulo Lima@utilizatool·
@Serafim_zx Se não pode nem interromper ou duvidar, é melhor já não inclui-las em reunião alguma...
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Serafim
Serafim@Serafim_zx·
Eles querem empurrar essa narrativa de todas as formas possíveis mesmo
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Andre Marsiglia
Andre Marsiglia@marsiglia_andre·
Hoje é o dia da verdade para André Mendonça André Marsiglia @Poder360 Hoje, Mendonça passará por um teste de fogo. Ao prorrogar monocraticamente a CPMI do INSS e, em seguida, levar o caso ao plenário, para votação presencial nesta quinta-feira, o ministro coloca seus colegas e a si próprio em uma encruzilhada. Se a maioria der a vitória a Mendonça, ele estará consolidado. Se, tenebrosamente, a maioria derrubar sua decisão, estará isolado. Não precisava ter submetido o caso ao referendo dos colegas, mas fez essa opção porque há algo mais em jogo. O que se decidirá hoje é se ainda há espaço, dentro do Supremo, para a lei; se ainda resta alguma vergonha na cara de certa ala da Corte que transformou o STF em um cabaré onde se realizam negócios de baixo nível republicano. A estratégia de Mendonça é testar se, sob os holofotes da mídia, haverá coragem para que se desfaça seu voto e se ridicularize o interesse público. Se Mendonça ficar sozinho, ou em minoria, restará claro que, faça o que fizer, será descartado por uma ala podre da Corte, que terminará fazendo com ele o que já fez com Moro, ao desmantelar a Lava Jato. Se, ao contrário, a exposição pública constranger essa ala, haverá sinal de que seu trabalho pode efetivamente produzir efeitos e de que ainda existe uma chance de recolocar o país nos trilhos. Se a estratégia funcionar, o fato de ter levado a decisão ao colegiado dificultará, no futuro, a narrativa de que agiu sozinho ou instrumentalizou o direito. Ao distribuir a responsabilidade, ele se blinda. Não será a primeira vez que recorre a esse expediente. Na prisão de Vorcaro, Mendonça adotou movimento semelhante: decidiu monocraticamente, mas submeteu o caso à 2ª Turma. O resultado foi uma vitória expressiva. Mesmo ministros que, em condições normais, tenderiam a divergir, sentiram-se constrangidos a acompanhar o voto, não por convicção, mas pelo custo político da divergência. A exposição pública, somada à formalidade do procedimento, cria um ambiente em que divergir passa a ter um preço elevado. É razoável supor que Mendonça aposta na repetição desse efeito. E, se não der certo? Nesse caso, será a confirmação de que o STF já não pode mais ser corrigido “por dentro” e de que ministros técnicos, comedidos e comprometidos com a legalidade não conseguem reequilibrar o tribunal. Nesse cenário, a Corte exigirá reconfiguração estrutural, uma reforma profunda que este breve artigo não pretende delinear. Será fundamental que governantes e congressistas eleitos neste ano saibam se ministros técnicos são capazes de corrigir o STF ou se terminam sempre esmagados pela ambição de uma certa ala nefasta da Corte.  Hoje teremos essa resposta poder360.com.br/opiniao/hoje-e…
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Paulo Lima
Paulo Lima@utilizatool·
@FIGHTZINCLUB Isso sim é empoderamento! A luta por justiça de um grupo inusitado, lutando contra falsos privilégios Parabéns a esse honrado grupo!!!👏👏👏
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Fight Club 🥊💨
Fight Club 🥊💨@FIGHTZINCLUB·
Pra ver como esse país é do avesso mesmo kkkkkk o boomer senador votando cegamente numa pauta progressista, e quem tá realmente brigando por justiça real são 5 MULHERES advogadas 👏🏻. Parabéns pela coerência. Você olha e vê a maioria já com a mente contaminadas, mas ver mulheres enfrentando privilégios próprios é admirável, nível moral elevadíssimo.
Fight Club 🥊💨 tweet media
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Paulo Lima
Paulo Lima@utilizatool·
Imagina essa lei da desigualdade dos gêneros for aprovada, aberta do jeito que está, nas mãos da ditadura do judiciário... Será um prato cheio para o corrupto e 2⁰ pior judiciário do mundo! #jornalnacional #jn
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Thom 🇧🇷 🔪
Thom 🇧🇷 🔪@94tome14·
Sem brincadeira: é melhor vc matar uma pessoa do que cometer "crime" de misoginia aqui no Brasil. - Em 20 anos, o crime de homicídio prescreve aqui; - Já Misoginia não terá prescrição e nem fiança! Ou seja, é melhor vc matar uma pessoa e desaparecer durante 20 anos do que contar piada de muié na Internet kkkkkkkk. Olha o nível de absurdo disso!
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Paulo Lima
Paulo Lima@utilizatool·
@marioliveirain Sabemos que ele votou para não atacarem ele no futuro Faz parte, segue o jogo
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Mariana Oliveira
Mariana Oliveira@marioliveirain·
O cenário é o seguinte: Todos os senadores votaram a favor da lei de criminalização da misoginia. Flávio Bolsonaro, para não ficar feio com as mulheres, votou junto. Agradou um público que não vota na família Bolsonaro, a maior rejeição deles é entre mulheres, e conseguiu, de tabela, irritar seus eleitores homens HAHAHAHAHAH sensacional. Desencadeou várias críticas na direita. Que projeto maravilhoso, nem entrou em vigor e já começou a fazer efeito. Muito bom que, para causar uma hecatombe na direita, bastou uma lei para defender as mulheres de algo.
Mariana Oliveira tweet media
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Rafaela Romano
Rafaela Romano@hi_disruptivas·
Há quase uma década, eu trabalho em um setor MAJORITARIAMENTE masculino. Nesses 10 anos, diversas vezes eu trabalhei em equipes em que eu era a única mulher. Liderando equipes 100% de homens ou sendo liderada em equipes apenas com homens. Eu já cheguei a fazer parte de 3 projetos ao mesmo tempo, em que eu era a única mulher nos 3. Meu publico nas redes sociais sempre foi MAJORITARIAMENTE masculino (+70%). E claro, as vezes tem comentários como: '' tinha que ser mulher escrevendo..'' ou sobre minha aparência... Mas nessa década, acho que vivi apenas uma situação que me deixou realmente desconfortável e que não aconteceria se eu não fosse mulher. Mas sabe quantas vezes eu tive medo de andar sozinha em São Paulo nos 3 anos que morei lá? INFINITAS. Sabe quantas vezes eu fui assaltada nesses anos na capital? 6! É triste ver que as discussões atuais parecem muito mais gerar o ódio de homens contra mulheres e mulheres contra homens do que resolver o problema da segurança. O resultado de tudo isso me parece ser que mulheres continuarão com medo de sair na rua, mas que cada vez mais, o gap de visão entre os sexos aumentará. Homens se sentirão mais desconfortáveis em conversas com mulheres, o que vai gerar menos interação e menos os homens saberão sobre como as mulheres pensam e se sentem. Mulheres serão menos integradas a ambientes masculinos, o que vai gerar menos interação e maior gap de visão. O resultado de tudo é simplesmente erosão social e como sabemos por MUITAS PESQUISAS, erosão de vínculos, é um fator de aumento da violência. E então, realimentamos o ciclo que queríamos quebrar. PS: Para todos que dizem '' se tu não é um agressor, porque se preocuparia com esse projeto'' ... hoje eu tive um pensamento sobre TPM e fiquei com medo de escrever....😥
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André Ribeiro
André Ribeiro@AndreRibeirro·
Lei da Misoginia: Pune o discurso e o preconceito (Impede que o ódio se normalize). Lei Maria da Penha: Pune a violência doméstica e protege a vítima com medidas protetivas. Lei do Feminicídio: Pune o assassinato com a pena máxima do código penal. Não quer ser enquadrado? Não faz discurso de ódio, não bata em nenhuma mulher, não mata nenhuma mulher. É pedir o básico? É pedir muito? Não fode porra. “Ain mas a mulher com tpm vai me enquadrar na lei da misoginia” A mulher não aciona a LEI por estar de TPM, mas ela pode denunciar por misoginia se alguém usar essa condição para disseminar preconceito contra todas as mulheres ou para restringir seus direitos. NÃO GOSTOU? ESTÁ COM MEDO? É só não FAZER PORRA.
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Luiz
Luiz@ZefaP90882·
@Clauwild1 Se esse regimento de condomínio (CF88) ainda vale para alguma coisa, então que seja feito a equivalência entre os crimes de misandria e misogenia.
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Paulo Lima
Paulo Lima@utilizatool·
@leonardo1opes E tem o "entre outras", para bom uso da ditadura do judiciário...
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Leonardo Lopes
Leonardo Lopes@leonardo1opes·
"Ain se vc é contra a lei é pq vc quer ser misógino". Não, eu só não quero ir pra cadeia por 8 anos pq alguém me acusou de "atitudes cotidianas de discriminação contra a mulher". Dá pra saber efetivamente o que eu fiz? Não! Cabe qualquer coisa ali. Este é o problema.
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Adriano Soares da Costa
Adriano Soares da Costa@asc_adriano·
Queria fazer uma análise hermenêutica de elevado nível dogmático sobre o tal projeto de lei da misoginia: não há aqui tipos abertos. Não há sequer tipos penais. Passa a ser crime gostar de mulher, ser hétero. O que é objetificar o corpo da mulher? Que porra é isso? Que caralho de quatro asas é “subterfúgios, como a interrupção constante da palavra”? Os caras criminalizaram aquela gororoba do “manterruption”. Que merda é o “desprezo pela inteligência”? Vão tudo tomar no cu. Que Senado de merda é esse? Quem merda despreza a inteligência da @ludmilagrilo11? Quem, nesse mundo de meu Deus, não se encanta com a @lygia_maria? Quem não acha a @nineborg fantástica? Quem não acha a @CepaIsabella inteligente e corajosa, mesmo discordando dela em inúmeras questões? Oh, tudo pra puta que os pariu no Senado da República Federativa do Brasil. Com o perdão do meu alemão de Alagoas e francês de Recife. Vão à merda!
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Paulo Lima
Paulo Lima@utilizatool·
@OliveiraFabia_ Até hoje não foi crime Lei desnecessária e política Não existe em nenhum outro país
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Fábia Oliveira
Fábia Oliveira@OliveiraFabia_·
Só misóginos são contra a lei que pune a misoginia.
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Serafim
Serafim@Serafim_zx·
Feminicídio é uma bizarrice sem tamanho, mulheres não morrem por serem mulheres. Mas já que a senhorita quer dados, vou trazer os dados: Na última década, mais de 48 mil mulheres (infelizmente) foram assassinadas. Só em 2017 mais de 59 mil homens sofreram morte violenta. O Brasil é um poço de violência, e não é uma leizinha extremamente subjetiva que vai resolver a situação da segurança publica do país não
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SorayaThronicke@SorayaThronicke

Quando homens fingem não entender a gravidade da violência contra a mulher, reforçam exatamente o problema. Mas avançamos: o Senado aprovou hoje o PL que criminaliza a misoginia. Uma vitória de todas nós!

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Paulo Lima
Paulo Lima@utilizatool·
@SorayaThronicke Esperar o que, de quem se elegeu como "senadora do Bolsonaro" e trai os eleitores assim...
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SorayaThronicke
SorayaThronicke@SorayaThronicke·
É justamente por comentários como este, de homens (e muitas mulheres!), que fingem ñ entender a gravidade dessa violência, que precisamos aprovar projetos como o de hoje, que criminaliza a misoginia. Este não é um assunto de “mulherzinha”! Estamos tratando de direitos humanos!
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clara
clara@arialcla·
@BingRosane @nikolas_dm @tiagosampaio02 Deu certo? Diga isso para as 228 mulheres vítimas de feminicídio nos dois primeiros meses de 2026, no Brasil. Você não tem vergonha de ser uma mulher que não se comove pela morte de outras?
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Nikolas Ferreira
Nikolas Ferreira@nikolas_dm·
Inacreditável é a palavra…Amanhã começa o trabalho pra derrubar essa aberração que foi aprovada hoje no Senado.
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