João Paulo Vergueiro (JP)
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João Paulo Vergueiro (JP)
@vergueiro
PhD Student researching philanthropy in Brazil and in the world, FECAP professor, non-profit board member, and more...
Sao Paulo, Brasil Katılım Mart 2008
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Texto para abrir 2026: frases que ouvimos e repetimos no terceiro setor. Será que elas fazem sentido?
Clichês do Terceiro Setor linkedin.com/pulse/clich%C3…
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Infelizmente, o criador de Dilbert era racista, ou se tornou racista. Sei disso porque o vi dizendo para os brancos se afastarem dos negros em seu país. (Mencionei no meu livro.)
Ao mesmo tempo, ele foi um homem criativo, deixou uma boa obra e uma carta de despedida tocante. As duas coisas são verdade ao mesmo tempo. Nos últimos anos, o progressismo tomou um tabu moral defensável e explodiu qualquer senso de proporcionalidade.
É uma espécie de parasitismo moral, em que um novíssimo movimento político tenta tomar o crédito por um avanço moral que nada teve a ver com ele, usando para a sinalização de virtudes e o cancelamento.
O resultado é este, na imagem: um ex-esportista que assassinou a ex-esposa e o novo interesse romântico dela ganha uma manchete neutra quando morre, mas Scott Adams ganha, na mesma revista, uma menção no título de que "caiu em desgraça".
No meu dicionário, matar pessoas continua sendo pior que priorizar grupos raciais.
O que notei durante todo o período de ascensão e parcial queda do identitarismo é que foram poucos os cancelamentos contra autores como H. P. Lovecraft. Ele pode ter caído nas listas de leitura só por ser um homem branco morto, como o identitarismo reduziu gênios do passado em suas priorizações ironicamente racistas e sexistas. Mas, como sempre esteve muito claro que Lovecraft foi racista, quem gosta das obras dele não passou de repente a achar que é proibido apreciá-las porque Lovecraft cometeu esse pecado.
Um momento na onda woke que poucos lembram, mas eu cobri em reportagem, foi quando um programa de TV britânico comprou uma pintura de Hitler e submeteu à votação de uma plateia se ela deveria ser destruída. A plateia votou a favor da destruição, como se isso restaurasse a vida de algum judeu ou apagasse alguma linha revoltante do Mein Kampf. A pintura foi prontamente submetida à labareda de um lança-chamas. Desconfio que muita gente pensa que algo foi ganho naquele momento. Que subimos um degrau em respeitabilidade, insight ético. Eu acho que descemos.

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📌 [BLOG] Si estás organizando un evento online este año, esta experiencia puede ser útil.
En este post de @GivingTuesday, JP @Vergueiro comparte los principales aprendizajes de Generosity Without Borders y el rol de las alianzas para hacerlo posible.
givingtuesday.org/blog/generosit…
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Por que o Especial de Natal do Porta dos Fundos é protegido pelo STF, enquanto um gesto de fidelidade religiosa de Clauda Leitte é rotulado como "racismo"? Explorei essa assimetria teológica e jurídica no meu texto de hoje na Gazeta do Povo.
gazetadopovo.com.br/vozes/francisc…
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