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Omnes enim Christus, nihil sine Maria ✝ AΩ
Jeju-do, Republic of Korea Katılım Haziran 2009
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BREAKING: Largest Human Cancer Study of Ivermectin + Mebendazole Is Now PEER-REVIEWED and PUBLISHED in a MAJOR Cancer Journal
84.4% of cancer patients taking ivermectin + mebendazole for 6 months declared either CANCER DISAPPEARANCE, TUMOR REGRESSION, or CANCER STABILIZATION.
Our study, “Real-world Clinical Outcomes of Ivermectin and Mebendazole in Cancer Patients: Results from a Prospective Observational Cohort,” is now peer-reviewed and published in Anticancer Research—a major international oncology journal of the International Institute of Anticancer Research (IIAR), established in 1995.
The results represent one of the most compelling clinical signals ever documented for repurposed anti-parasitic therapies in oncology.
A diverse population of cancer patients (n=197) was prescribed compounded ivermectin–mebendazole through a U.S. telemedicine platform, with each capsule containing 25 mg ivermectin and 250 mg mebendazole.
Participants were followed for approximately six months using standardized digital surveys assessing cancer outcomes, medication adherence, and tolerability.
At approximately six months post-treatment initiation, we observed an 84.4% Clinical Benefit Ratio (CBR)—meaning more than four out of five patients reported either:
No evidence of disease (32.8%)
Tumor regression (15.6%)
or Cancer stabilization (36.1%)
Importantly, adherence was remarkably high, with 86.9% completing the initial prescription and 66.4% remaining on therapy at six months.
Side effects were predominantly mild and manageable, reported in 25.4% of patients (primarily gastrointestinal), with 93.6% of those experiencing side effects continuing treatment after minor dosing adjustments.
This groundbreaking peer-reviewed publication was made possible through a unique collaboration between The Wellness Company, the McCullough Foundation, and the Chairman of the President’s Cancer Panel—uniting real-world clinical data, frontline medical experience, and epidemiologic expertise to evaluate inexpensive, repurposed therapies with major translational potential.
With these extraordinarily promising results, double-blind, placebo-controlled clinical trials are now required.
In the meantime, many cancer patients are exercising their right to try.
@twc_health @McCulloughFund @IIAR_Journals @P_McCulloughMD @DrHarveyRisch @DrKellyVictory @jathorpmfm @drdrew @PeterGillooly @FosterCoulson

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O argumento de que a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos “ameaça a soberania brasileira” inverte completamente o problema.
A ameaça à soberania brasileira não vem dos EUA reconhecer a realidade. A ameaça à soberania brasileira vem de facções criminosas que controlam territórios, impõem regras paralelas, aterrorizam populações civis, corrompem agentes públicos, lavam bilhões, traficam drogas e armas através de fronteiras e projetam sua atuação para além do Brasil.
Soberania é a capacidade efetiva do Estado de controlar seu território, proteger sua população e impedir que organizações criminosas substituam o poder público.
O argumento de que PCC e CV não poderiam ser tratados como organizações terroristas porque “não têm bandeira política” é juridicamente estreito e empiricamente ingênuo. Essas organizações talvez não publiquem manifestos ideológicos como grupos revolucionários clássicos. Mas exercem poder político no sentido mais concreto possível porque controlam comunidades, intimidam autoridades, influenciam eleições, paralisam cidades, impõem toque de recolher, ordenam ataques contra agentes públicos e usam violência sistemática contra civis para preservar domínio territorial e econômico.
A designação americana não transforma o Brasil em alvo. Ela mira organizações criminosas específicas que representam ameaça transnacional. Também não autoriza automaticamente intervenção militar em território brasileiro. Esse espantalho serve mais para criar pânico político do que para explicar o direito aplicável. O efeito concreto da designação é ampliar ferramentas contra financiamento, logística, facilitadores, lavagem de dinheiro, movimentação internacional, apoio material e redes de suporte. Ou seja onde essas facções são mais vulneráveis.
Também é curioso ouvir preocupações abstratas com soberania quando as principais vítimas da perda de soberania são os brasileiros que vivem sob domínio criminoso. Para a mãe que não pode sair de casa porque uma facção decretou toque de recolher, para o comerciante extorquido, para a família atingida por guerra territorial, para o policial assassinado e para a comunidade abandonada à governança criminal, a soberania brasileira já foi violada há muito tempo — não por uma designação americana, mas pelo poder armado das facções.
A pergunta correta é por que o Estado brasileiro permitiu que essas organizações crescessem a ponto de se tornarem uma ameaça hemisférica. Se o Brasil tivesse desmantelado sua infraestrutura financeira, contido sua expansão internacional, protegido suas fronteiras, impedido sua infiltração institucional e recuperado os territórios dominados por facções, talvez EUA não tivesse sentido necessidade de agir.
Isso não é uma medida anti-Brasil. É uma medida contra o PCC e o Comando Vermelho. O verdadeiro ato pró-Brasil é reconhecer que o povo brasileiro é a primeira e maior vítima dessas organizações e que a cooperação internacional contra elas deve ser bem-vinda, não tratada como ofensa nacional.
O Brasil deveria responder não com indignação performática, mas com cooperação, inteligência financeira, extradições, bloqueio de ativos, repressão à lavagem de dinheiro e uma estratégia nacional séria para recuperar territórios dominados pelo crime organizado.
A soberania brasileira não será protegida defendendo a sensibilidade diplomática de facções criminosas. Será protegida destruindo o poder delas.
oglobo.globo.com/brasil/noticia…
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🇺🇸🇧🇷 URGENTE: Governo Trump classifica PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas e anuncia sanções globais contra as facções criminosas brasileiras.
A medida amplia o combate internacional ao narcotráfico, lavagem de dinheiro e redes ligadas ao crime organizado transnacional.
💰 Sanções financeiras globais: contas, empresas e pessoas ligadas ao PCC ou CV poderiam ser bloqueadas pelo sistema financeiro internacional.
✈️ Maior cooperação internacional: EUA e aliados poderiam ampliar operações de inteligência, extradições e investigações contra integrantes das facções.
🚢 Pressão sobre rotas do narcotráfico: transporte marítimo, lavagem de dinheiro e conexões internacionais passariam a ser tratados como ameaça terrorista.
⚖️ Punições mais duras: qualquer organização ou indivíduo acusado de colaborar com os grupos poderia enfrentar sanções americanas, restrições bancárias e processos.
🌎 Impacto diplomático e econômico: o Brasil sofreria pressão para endurecer o combate às facções e reforçar o controle sobre fronteiras, portos e sistema financeiro.
🚨 Mudança de status internacional: PCC e CV deixariam de ser vistos apenas como facções criminosas e passariam a ser tratados como ameaças à segurança internacional.

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O Ministério das Relações Exteriores do Brasil já vazou informações da minha segurança pessoal para a velha imprensa, ISSO DURANTE O GOVERNO Jair Bolsonaro, durante ida minha aos EUA. Informei o fato para averiguação e então ao ministro e absolutamente nada foi feito.
A formação destes, em sua esmagadora maioria, qualquer inocente percebe que segue um método: militância e atingir, de qualquer jeito, o alvo que almejam. A partir destes vazamentos, matérias de jornais foram feitas e então o FBI foi atrás de mim, questionando se o filho do Presidente do Brasil em exercício estaria fornecendo endereço falso para se reunir com republicanos, o que foi rechaçado com depoimentos e fatos. No mínimo um incidente diplomático sério solenemente ignorado.
Isso ocorreu no início de 2022. As eleições ainda estavam longe, ou seja, a narrativa do suposto “golpe” ou algo nessa linha já vinha, em tese, sendo montada para associar um alinhamento para justificar a farsa. Tudo isso aparentemente orquestrado pelo governo americano à época.
Então hoje, a embaixada brasileira não cede espaço para um senador se pronunciar sobre encontro com o atual Presidente dos EUA. Enquanto isso, artista faz sátira dentro de embaixada durante o governo Luiz Inácio Lula da Silva usando tanguinha. Transformaram o Brasil num galinheiro de quinta categoria.

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Caro patriota, peço que você leia com atenção este relato, contarei algo que vi de perto nos bastidores do poder.
Na política, fidelidade é algo raro. Principalmente nos momentos difíceis. Quando alguém perde o poder, ainda mais de uma maneira injusta, passa a ser perseguido também injustamente e se torna alvo de uma tempestade política e midiática. E é muito comum que seus antigos aliados desapareçam.
Durante o governo Donald Trump, a aproximação com a família Bolsonaro foi construída principalmente pelo esforço de @BolsonaroSP . Foi através dessa relação que Trump passou a conhecer melhor Jair Bolsonaro e a admirá-lo como um líder patriota e alinhado aos valores conservadores.
Mas então veio a avalanche. Trump perdeu a eleição de 2020 em um processo altamente manipulado. A perseguição contra ele aumentou de forma brutal, com investigações forjadas, ataques falsos e ameaças reais de prisão.
Em um momento destes, qual seria a prática normal nos meios políticos? Se afastar de Trump e sua família, tratando como se estes fossem vermes contaminados. Soterrar sua história e seus valores, os tratando como leprosos.
Mas uma figura fez exatamente o inverso: Eduardo Bolsonaro.
Levando consigo os valores ensinados por Jair Bolsonaro, Eduardo permaneceu fiel a Donald Trump justamente em seu pior momento. Quando o ex-presidente americano havia perdido o poder, enfrentava acusações pesadas e era tratado como um “pária” pelo establishment, Eduardo foi até os Estados Unidos prestar solidariedade pessoalmente.
Na prática, naquele momento, muitos acreditavam que a trajetória política de Trump havia acabado. Não existia ganho político óbvio em manter aquela proximidade. Mas Eduardo escolheu a lealdade. Escolheu honrar a amizade. Escolheu mostrar que ainda existiam pessoas dispostas a permanecer ao lado de um líder injustiçado quando quase todos haviam se afastado.
As imagens que ilustram este post mostram justamente isso: Eduardo visitando Trump em 2021, em meio ao maior caos político vivido pelo americano. E também a mensagem enviada posteriormente por Trump, reconhecendo a amizade e a fidelidade demonstradas naquele momento tão difícil.
Grandes homens sabem reconhecer outros grandes homens. E mesmo sem buscar nada em troca, hoje o Brasil colhe os frutos dessa postura. O acesso que Eduardo e Flávio Bolsonaro possuem à Casa Branca, mesmo durante o momento duro enfrentado pelo bolsonarismo, com Jair Bolsonaro e centenas de patriotas presos injustamente, é reflexo direto dessa relação construída com lealdade verdadeira.
Se hoje Trump recebe os Bolsonaros de braços abertos e demonstra respeito por @FlavioBolsonaro como uma importante liderança para o futuro, muito disso passa pelo caráter e articulação de Eduardo Bolsonaro. Porque quando Trump parecia derrotado e abandonado pelo mundo político, Eduardo permaneceu ao lado dele.
E se o jogo virou nos Estados Unidos, vai virar aqui também. Os sinais já começam a aparecer e o futuro reserva grandes mudanças para o Brasil.


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Se não deixam os brasileiros cantarem o Hino Nacional nas escolas, eis que de repente, um homem sobe em um palco na Europa, nos alerta de como devemos fazer. Ele é um jovem italiano da Umbria e começa a cantar o hino mais bonito do mundo e coloca a mão no peito. Deve ter ensaiado muito para sair com uma dicção quase perfeita. Ele é David Carbono, da equipe de Andréa Bocelli. Emocionante!!! Úmbria é uma região italiana que faz fronteira com Toscana a oeste , Le Marche a leste e Lazio ao sul ... Úmbria, conhecida como "coração verde" da Itália . Essa é segunda vez que ele canta o Hino Brasileiro para um grande público. É de arrepiar ...!!! Maravilhoso ...!!! 💚🕊️🇧🇷🕊️💚
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