não sei pq insistem tanto em fazer essa stephenie acontecer quando toda participação dela foi medíocre. tiff e dee preciosas demais colocando ela no lugar dela, que delícia meu deus.
Observem como foi explicado sobre a pessoa que iria ficar fora da casa e que ela emparedaria alguém no DOMINGO!!!!
Abaixo postaria a mudança no discurso de hoje. Fica muito claro que este paredão falso foi um improviso!! #BBB26
@ofuly_ Ai, como queria participar de algo assim... eu ja organizei eventos parecidos para meus amigos, mas como eu que bolava tudo, não podia participar 🥹🥹
esse final de semana eu vou pra uma chácara com um grupo de 100 amigos e estão organizando pra gente jogar: um survivor, round 6, jogo de desvendar mistério pelo sítio, sem contar as festas icônicas.
qnd lembro do round 6 só imagino os viados assim na prova da batatinha frita:
Mais uma vez gay com síndrome de Estocolmo e complexo de superioridade, levando toco de Igreja e sendo colocado no lugar que eles acham que nós merecemos. Tá espumando, porque agora não vai poder sustentar que é uma gay amada até pela igreja, que é uma gay que a família cristã aceita.
CRISTIANISMO não gosta de gay. Pouquíssimas religiões gostam. Mas a gente sabe direitinho que tem umas que ODEIAM.
"Ah, mas minha igreja me aceita". Amor... Se sua igreja aceita e acolhe gay verdadeiramente saiba que A IGREJA não aceita sua Igreja, você está em uma reunião de pessoas que sabem ler e tem Bíblias bonitas. Ou então você tem dinheiro e é útil enquanto dizimista.
Ah, mas eu gosto de ouvir a palavra. Ouça no Youtube. Ou então vai na igreja e seja figurante sem direito a fala. Não é o seu lugar e eles deixam isso bem claro. Até frase bíblica eles inventam: "Deus ama o pecador, mas odeia o pecado" . Frase horrorosa que é o equivalente gospel de Deus ama banana, mas odeia bananada. Deus não fez tudo, caceta? Então que não odeie nada ou não fizesse.
Mas tem gay que jura que foi tocada, ungida, que ouviu uma voz (tomou quetamina e dormiu de fone de ouvido e achou que era o anjo sussurrando) que se sente bem louvando... E SOBRETUDO adora sinalizar virtude e mostrar pro opressor que é "gay, mas se comporta".
Deus não poupou nem a criatura de ficar com a cara igual a de uma preá harmonizada e ela quer porque quer se fazer de Evangê de jockstrap.
MANUCU.
Pede pra Sara Sheeva cantar no aniversário dele.
Qual prova do #CorridaDasBlogueiras vocês acham que não pode faltar nessa sétima temporada?
Off: querem a @ADaCotaMonteiro pela terceira vez pra ver se agora a coroa vem?
Vamos descer do SHIMEJI, meus amores! Falo com amor.
O Carnaval da Sapucaí é um espetáculo de Brancos feito para ser protagonizado por Brancos Privilegiados. Toda a negritude ao redor DELES só serve para a manutenção da imagem benemérita dos que dirigem e mantém o evento, que assim podem continuar a ostentar suas credenciais de Brancos Salvadores.
Vamos falar um pouco sobre Rainhas de Bateria da Grande Rio e Branquitude? Vamos. Rapidinho.
Paola Oliveira é uma artista conhecida, querida e respeitada. É uma mulher linda e figura pública das mais carismáticas. Tenho quase absoluta certeza de que Paolla é uma boa pessoa, mas não é um símbolo do samba e tampouco é símbolo de representatividade de uma comunidade formada em sua maioria por negros e descentes deles. É querida, é esforçada, foi absorvida pelos componentes, mas é uma declaração em letras garrafais de privilégio branco e de que quem tem que decidir Rainha de Bateria de Escola de Samba é quem tá dando dinheiro. E qual a cor de quem está dando dinheiro? Paola é maravilhosa e suas aparições no Carnaval são sempre emblemáticas. Ela está mais do que certa de incluir essa função em seu currículo e é notório o seu comprometimento com a escola e seu gosto pelo que faz. Mas ela é um símbolo claro (literalmente) de quem é que manda no Carnaval. E tudo bem, tudo certo. Se eu tenho uma escola de Samba eu escolho quem eu quiser pra fazer o que eu quiser. Que bom que escolheram Paola que pelo menos é uma estrela envolvida com o que faz por lá e uma trabalhadora que não associada a tramóias, falcatruas e desonestidades. E digo mais, aqui a Grande Rio é o foco, mas há várias outras Escolas de Samba (a maioria delas) com musas e madrinhas brancas que sambam tão bem e são tão sambistas quanto um bacalhau tem gosto de uva verde.
Agora, colocar Virgínia Fonseca na frente de uma bateria é o ápice dessa eugenia Carnavalesca. É higienismo. É deboche, é arrogância, é apagamento, é desrespeito, é maldade... Estamos falando de uma branca sem qualquer conexão com o carnaval e isso já é grave, mas estamos falando principalmente de uma mulher que ganha milhões de dólares em cima da população pobre e ignorante do Brasil que se destrói por causa de dívidas de bet. Estamos falando de uma mulher que enriquece às custas da desgraça de uma população que nem pode sambar na avenida pra esquecer de suas mazelas, porque não tem acesso ao Carnaval que produz. Uma destruidora de Sonhos na Fábrica de Sonhos. E ponto final. A comunidade que engula a seco. Se eles não desfilarem os seguidores de Virgínia enchem as alas.
E vejam lá nos VÁRIOS posts do perfil da Grande Rio quem está apoiando essa decisão que é muito maior do que o delírio de uma escola: Brancos. Influencers brancos, Subcelebridades brancas e os Chaveirinhos de sempre. NADA NOVO SOB O SOL porque ninguém está ligando pro povo, pra ancestralidade... O povo é literalmente figuração nisso tudo e figuração não tem direito a fala.
É uma vergonha. Um horror. Uma tristeza. Mas não é uma surpresa e não é uma decepção, porque pavão só voa pra poder cagar em cima da cabeça das galinhas. Enquanto houver galinhas sob esses vôos... já sabem, né?
Aí chega a época do Carnaval, o Prefeito aparece abraçado com a Tia Surica, todos cantam NEGRO É A RAIZ DA LIBERDADE e o povo volta a se sentir Super Abençoado por ter nascido no País de Carnaval.
Desejo Sumiço.
#artistasuburbanoreflexivo
🚨ATENÇÃO: Por ordem do presidente Lula, Ricardo Lewandowski, ministro da Justiça, desautoriza uso de algemas e correntes e manda avião da FAB para buscar os brasileiros deportados dos Estados Unidos.
Lula diz se tratar de uma questão de soberania e que, no Brasil, ninguém acorrenta brasileiros.