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@whereiscaio

Brasil Katılım Ağustos 2014
299 Takip Edilen1K Takipçiler
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ricardin
ricardin@ricardincurty·
Será que você precisa mesmo postar o resumo dos seus instants nos stories
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Português
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Lindley | Final Boy 👻
Essa não é a mesma Jules que acompanhamos por duas temporadas. Não é MESMO. Nunca vão me fazer engolir ela sendo submissa pros homens e agressiva com quem só ta tentando ajudar. #Euphoria
Português
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Lindley | Final Boy 👻
Lindley | Final Boy 👻@jlinzombie·
O que fizeram com o Nate? Não é mais engraçado, nem interessante. Ele ta boiando igual a Jules, só que sem os dedos. 🎥 Euphoria (Episódio 3x06)
Português
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kaio jorge braga
kaio jorge braga@oiviti·
mayhem réquiem ficou absolutamente insano a versatilidade da gaga como produtora é assustadora die with a smile virou uma experiência quase que inédita ela segue sendo a artista mais interessante de se assistir e ouvir ela não tem concorrência mais
Português
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( ͡° ͜ʖ ͡°)@whereiscaio·
Como pode a Jules ter se tornado a personagem mais chata de Euphoria?
Português
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( ͡° ͜ʖ ͡°)@whereiscaio·
Caralho, hoje eu tô tendo muitos insights
Português
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YUR!
YUR!@YURlTARD3D·
oh the mayhem wig would’ve been a gag
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English
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lipe
lipe@kimlipeh·
QUE MÚSICA É ESSA QUE NÃO SAI DA MINHA CABEÇA
Português
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Willow
Willow@comentarial·
@igrolinho é porque são feios mesmo e estragariam a estética
Português
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igor
igor@igrolinho·
vcs repararam que sempre que a plateia aparece é com esse efeito de blur dando uma sensação meio ilusória, como se os fãs fossem só uma lembrança de um passado distante
Português
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Queen Of Mayhem
Queen Of Mayhem@HausofSpane·
LG8 takes place 100 years after Mayhem and that stranger little monster establishes contact with Lady Gaga thanks to radio signals and builds a robot with her features and voice, strongly influenced by 1927 movie “Metropolis” (which is actually set in the year 2026) #LG8 2027
Queen Of Mayhem tweet mediaQueen Of Mayhem tweet mediaQueen Of Mayhem tweet mediaQueen Of Mayhem tweet media
Lady Gaga Source@gagasourcelgs

🌹 100 anos depois, ninguém mais sabe exatamente quem foi Lady Gaga. O nome sobreviveu, mas deformado pelo tempo, como uma lenda repetida tantas vezes que já não se distingue verdade de invenção. Alguns dizem que ela foi uma cantora. Outros, uma profeta pop. Outros juram que nunca existiu de fato, que era apenas um personagem coletivo criado por uma geração obcecada por espetáculo, excesso e sobrevivência emocional. O que restou dela foi a ruína. A antiga Opera Haus da MAYHEM Ball aparece agora como um monumento devastado, enterrado sob poeira, ferrugem e décadas de abandono. O palco que um dia foi grandioso virou escombro arqueológico. E é nesse cenário pós-apocalíptico que começa o “MAYHEM Requiem”. Não como um show. Mas como uma sessão espírita. Um Little Monster do futuro, alguém que nunca viveu a era MAYHEM, nunca viu Gaga em carne e osso, nunca experimentou o mundo antes da ruína, encontra aquele lugar esquecido e tenta estabelecer contato. Como quem gira uma estação de rádio morta tentando captar uma voz impossível. E então a voz vem. Distorcida. Fragmentada. Quase corroída pelo tempo. As músicas soam quebradas porque foram engolidas por um século de decadência. Não chegam limpas: chegam como memórias sobreviventes. Como fitas magnéticas deterioradas. Como arquivos recuperados de um servidor destruído. Há ruído, interferência, falhas, mas justamente por isso tudo parece mais humano. Mais visceral. O espetáculo inteiro funciona como se o passado estivesse lutando para continuar existindo. E aí surge a frase: “Stranger, remember me.” Não é apenas uma abertura impactante. É um pedido desesperado atravessando 100 anos. Gaga já morreu naquele universo. Sua época acabou. Seus contemporâneos desapareceram. Tudo o que ela significava foi soterrado pelo tempo. E mesmo assim, de algum lugar distante, ela ainda tenta alcançar alguém. Um estranho. Alguém que não a conheceu. Alguém que talvez nem compreenda completamente quem ela foi. Mas que, diante daqueles restos, escolhe sentir. Existe algo profundamente bonito nisso: a ideia de que a arte continua procurando companhia mesmo depois do fim. Que uma artista pode desaparecer fisicamente, virar mito, ruído, folclore… e ainda assim encontrar uma pessoa, um século depois, disposta a ouvir o coração pulsando dentro dos destroços. “MAYHEM Requiem” transforma a nostalgia em arqueologia emocional. Não é sobre reviver uma era; é sobre escavar seus fantasmas. O palco destruído deixa de ser apenas cenário e vira símbolo: a beleza inevitavelmente entra em colapso, os impérios culturais acabam, os ícones desaparecem, mas o impacto emocional permanece escondido em algum lugar, esperando alguém para reencontrá-lo. E talvez seja isso que torne tudo tão melancólico e poderoso. Porque no fundo, “Stranger, remember me” é o medo mais humano possível: o medo de ser apagado pelo tempo. Mas também é esperança. A esperança de que, mesmo depois de cem anos, alguém encontre os fragmentos daquilo que fomos… e escute. "MAYHEM Requiem" já está disponível na Apple Music e na Apple TV.

English
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igor
igor@igrolinho·
a gaga confirmou que o mayhem requiem se passa 100 anos após a mayhem ball como se fosse um estranho descobrindo a historia do mayhem num futuro onde a opera house está destruída e a própria gaga e os monsters não existem mais
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Português
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igor
igor@igrolinho·
O Requiem fica ainda melhor quando você percebe que as músicas soam distorcidas e sintéticas em algumas partes, pq é como se tivessem ouvindo num futuro onde elas já estão sem sintonia, tipo uma rádio distante
Português
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paula
paula@LGTHELOML·
THE IPAD THAT STARTED IT ALL
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English
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poponze
poponze@poponze·
ARTISTA! Lady Gaga transforma água em vinho e lança versão chocante de “Die With Smile”.
Português
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( ͡° ͜ʖ ͡°)@whereiscaio·
WOW
Lady Gaga Source@gagasourcelgs

🌹 100 anos depois, ninguém mais sabe exatamente quem foi Lady Gaga. O nome sobreviveu, mas deformado pelo tempo, como uma lenda repetida tantas vezes que já não se distingue verdade de invenção. Alguns dizem que ela foi uma cantora. Outros, uma profeta pop. Outros juram que nunca existiu de fato, que era apenas um personagem coletivo criado por uma geração obcecada por espetáculo, excesso e sobrevivência emocional. O que restou dela foi a ruína. A antiga Opera Haus da MAYHEM Ball aparece agora como um monumento devastado, enterrado sob poeira, ferrugem e décadas de abandono. O palco que um dia foi grandioso virou escombro arqueológico. E é nesse cenário pós-apocalíptico que começa o “MAYHEM Requiem”. Não como um show. Mas como uma sessão espírita. Um Little Monster do futuro, alguém que nunca viveu a era MAYHEM, nunca viu Gaga em carne e osso, nunca experimentou o mundo antes da ruína, encontra aquele lugar esquecido e tenta estabelecer contato. Como quem gira uma estação de rádio morta tentando captar uma voz impossível. E então a voz vem. Distorcida. Fragmentada. Quase corroída pelo tempo. As músicas soam quebradas porque foram engolidas por um século de decadência. Não chegam limpas: chegam como memórias sobreviventes. Como fitas magnéticas deterioradas. Como arquivos recuperados de um servidor destruído. Há ruído, interferência, falhas, mas justamente por isso tudo parece mais humano. Mais visceral. O espetáculo inteiro funciona como se o passado estivesse lutando para continuar existindo. E aí surge a frase: “Stranger, remember me.” Não é apenas uma abertura impactante. É um pedido desesperado atravessando 100 anos. Gaga já morreu naquele universo. Sua época acabou. Seus contemporâneos desapareceram. Tudo o que ela significava foi soterrado pelo tempo. E mesmo assim, de algum lugar distante, ela ainda tenta alcançar alguém. Um estranho. Alguém que não a conheceu. Alguém que talvez nem compreenda completamente quem ela foi. Mas que, diante daqueles restos, escolhe sentir. Existe algo profundamente bonito nisso: a ideia de que a arte continua procurando companhia mesmo depois do fim. Que uma artista pode desaparecer fisicamente, virar mito, ruído, folclore… e ainda assim encontrar uma pessoa, um século depois, disposta a ouvir o coração pulsando dentro dos destroços. “MAYHEM Requiem” transforma a nostalgia em arqueologia emocional. Não é sobre reviver uma era; é sobre escavar seus fantasmas. O palco destruído deixa de ser apenas cenário e vira símbolo: a beleza inevitavelmente entra em colapso, os impérios culturais acabam, os ícones desaparecem, mas o impacto emocional permanece escondido em algum lugar, esperando alguém para reencontrá-lo. E talvez seja isso que torne tudo tão melancólico e poderoso. Porque no fundo, “Stranger, remember me” é o medo mais humano possível: o medo de ser apagado pelo tempo. Mas também é esperança. A esperança de que, mesmo depois de cem anos, alguém encontre os fragmentos daquilo que fomos… e escute. "MAYHEM Requiem" já está disponível na Apple Music e na Apple TV.

QST
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RDT Lady Gaga
RDT Lady Gaga@RDTLadyGaga·
O especial “Apple Music Live: MAYHEM Requiem” já recebeu sua primeira review. A Variety afirmou que Lady Gaga “se reinventou” mais uma vez. Confira um trecho: “‘Mayhem Requiem’ foi o mais próximo de algo sucinto que os fãs verão na experiência ao vivo filmada pela Apple Music. Cada música foi cuidadosamente pensada, até chegar à faixa de encerramento ‘Die With a Smile’, que Gaga transformou em uma marcha eletrônica. Toda a noite serviu como um testemunho do poder criativo de Gaga. Para ela, tudo começa, mas nem sempre termina na música, espaço em que brilha como performer. Porém, ‘Mayhem Requiem’ traz de volta as grandes ambições ao núcleo criativo e coloca o foco na maleabilidade de sua composição. Para Gaga, essa abordagem já é algo natural, mas mais uma vez reforça o quão gratificante pode ser acompanhar essa jornada.”
RDT Lady Gaga tweet media
Português
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faelz: requiem
faelz: requiem@iamfaelz·
Como tudo começou / como tudo terminou
faelz: requiem tweet mediafaelz: requiem tweet media
Português
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Lady Gaga Source
Lady Gaga Source@gagasourcelgs·
MEU DEUS! Prévia dos bastidores do “MAYHEM Requiem”, que será lançado na Apple Music. 🖤
Português
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