
Rafa
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TST manda Atlético pagar adicional noturno a Richarlyson por jogos depois das 22h A decisão foi tomada por unanimidade pela 1ª Turma da Corte e aplica regras da legislação trabalhista comum ao contrato de atletas profissionais. O entendimento do tribunal foi direto: mesmo no futebol, jogador também é trabalhador – e, por isso, tem direito às garantias previstas na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e na Constituição. Como a Lei Pelé não trata do pagamento de adicional noturno, vale a regra geral. De acordo com a CLT, o trabalho realizado entre 22h e 5h deve ser remunerado com acréscimo de pelo menos 20%. Além disso, cada hora noturna é contabilizada como 52 minutos e 30 segundos – o que aumenta o valor final a ser pago. Richarlyson atuou pelo Atlético entre 2011 e 2014 e relatou que disputava jogos que começavam por volta das 21h50 e terminavam perto da meia-noite. Segundo a ação apresentada por ele, a jornada podia se estender até 2h50 da manhã, somando quase cinco horas de trabalho noturno. Via: @otempo 📷Ramon Lisboa / 📷Divulgação
















Acabei de pagar a última parcela do meu Nintendo Switch 2




Acharam pênalti pro São Paulo aqui?














