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@joyfco

Chef de Cozinha “O tempo destrói os traidores.” — Cícero (106 a.C. – 43 a.C.)

Lisboa, Portugal Entrou em Mayıs 2009
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🇧🇷Joy Joy🇵🇹
Três coisas não podem ficar ocultas por muito tempo: O Sol, a Lua e a Verdade. Buda.
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Luhana Pawlick
Luhana Pawlick@LuhanaPawlick·
Vocês diriam que o atendimento da manhã foi um tanto quanto DIVO? 😁🥰
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Nuno Nabais Freire
Nuno Nabais Freire@Nuno_Nabais_·
O gigante português que abriu portos com o próprio corpo Portugal teve o navio de guerra mais poderoso do mundo… e quase ninguém fala dele. Chamava-se Botafogo. O nome oficial era São João Baptista, mas ninguém o tratava assim. quando tens 366 bocas de fogo em bronze, a alcunha fala mais alto. isto no seculo  XVI. Enquanto grande parte da Europa ainda estava a aprender a organizar frotas, Portugal já construía monstros com cerca de 1000 toneladas, capazes de transportar centenas de homens e com um poder de fogo absolutamente brutal para a época. Na Conquista de Tunes (1535), o imperador Carlos V pediu ajuda a Portugal… mas não pediu uma frota qualquer. Pediu especificamente o Botafogo. O porto de La Goleta estava protegido por uma corrente gigantesca, impossível de quebrar. Aquilo era, basicamente, uma muralha no mar. E foi aí que entra o engenho e a audácia, portuguesa. À primeira tentativa falhou. À segunda, com mais distância, mais velocidade e todas as velas ao vento, lançou-se contra a corrente com tal força que a partiu. Portugal não foi só descobrimentos, foi engenharia, foi risco, foi uma capacidade quase irracional de avançar quando ninguém avançava. O Botafogo era isso. Não era apenas um navio. Era uma ideia: se existe um obstáculo, atravessa-se. Levava cerca de 600 mosqueteiros, 400 soldados e 300 artilheiros Tinha um esporão reforçado para impacto direto O responsável pela artilharia ficou conhecido como “Botafogo”… e o nome acabou por chegar ao Brasil, dando origem ao bairro do Rio de Janeiro Acabou desmontado no Brasil, em 1551, para reaproveitamento de materiais. Portugal já foi um país que não esperava por soluções e abria caminho, mesmo que tivesse de o fazer à força. E talvez a pergunta não seja histórica. Talvez seja atual: quando foi que deixámos de ser assim? P.S. 366 canhões em bronze não era normal de todo. A maioria dos navios usava ferro o bronze era mais caro, mais durável e mais eficaz. Isso mostra: ​Riqueza ​Capacidade técnica ​Investimento na supremacia naval
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Luhana Pawlick
Luhana Pawlick@LuhanaPawlick·
Qual a pergunta que o marido de vocês faz, que vocês tem vontade de sumir do mapa?!?
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Carlos Bolsonaro
Carlos Bolsonaro@CarlosBolsonaro·
Hoje estive com o Presidente @jairbolsonaro , após mais de uma semana sem vê-lo. Cumpri o protocolo inventado por Alexandre de Moraes, permanecendo pelas duas horas autorizadas, encontrando meu Pai mais forte. Os soluços diminuíram, a quantidade de medicamentos também, e ele está visivelmente mais ativo. Conversamos bastante, como sempre, sobre futebol, política e o nosso dia a dia. Esses momentos, mesmo que breves, me enchem de alegria. Ele me relatou que provavelmente passará por mais uma cirurgia, desta vez no ombro, em decorrência da queda sofrida nas dependências da Polícia Federal. Aquela mesma que só foi autorizada sua ida ao hospital após mais de 24 horas, quando então foi constatado um traumatismo craniano leve. É impossível não notar, de imediato, a perda significativa de massa muscular, consequência direta das limitações impostas à sua locomoção diária. Ainda assim, sua força e lucidez permanecem inacreditavelmente positivas. Mesmo sendo um preso político, condenado sem ter desviado um centavo dos cofres públicos, passando por um processo sofrendo todas as ilegalidades possíveis para cumprirem mais uma missão dada, assino novamente: o Bicho é Bruto Demais! Sinceramente, confesso: poder estar ao lado do meu pai, mesmo que por pouco tempo, fez o meu dia. O Presidente me pediu para transmitir um abraço a todos e reforçar que devemos nos manter firmes e confiantes. Deus, Pátria, Família e Liberdade! Brasília, 15 de abril de 2025. Carlos Bolsonaro
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Verdades e Nada Mais 🥇
Verdades e Nada Mais 🥇@VerdadeseNadaMa·
Sinistro: O Papa Leão XIV acaba de assinar o LIVRO DE OURO na Grande Mesquita da Argélia… forjando abertamente a superaliança Vaticano-Islã iniciada pelo papa Francisco. Somos tão tolerantes e bonzinhos. Também OTÁRIOS. Os cristãos estão sendo vendidos a Alá! 😈😈😈
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🇧🇷Joy Joy🇵🇹
O câncer dos socialistas-comunistas de iPhone está em metastizado nos governos do mundo ocidental. Olavo sempre teve razão. Que saudades que eu tenho de quando era ignorante. Eu era feliz e não sabia…
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Paulo
Paulo@pauloap·
Cientistas da Universidade de Cambridge desenvolveram um modelo 3D do que poderia ter sido o rosto de Adão, o primeiro ser humano da história.
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🇧🇷Joy Joy🇵🇹
A arrogância humana não tem limites.
My name is M. Only M@musicandsoularg

A mediados del siglo XIX, Viena era la capital mundial de la medicina. Sin embargo, en la Primera Clínica de Maternidad del Hospital General, se escondía un monstruo invisible. La "fiebre puerperal" mataba hasta al 30% de las mujeres que daban a luz allí. Morían en agonías indescriptibles pocos días después del parto, con fiebres altísimas y dolores desgarradores. Ignaz Semmelweis era un joven obstetra húngaro de 29 años, brillante y profundamente empático. A diferencia de sus colegas más veteranos, que consideraban la muerte de estas mujeres como "voluntad de la providencia" o culpa de "miasmas tóxicos en el aire", Ignaz no podía dormir. Escuchaba los gritos de las madres en la noche. Semmelweis notó algo aterrador: el hospital tenía dos clínicas. La Primera era atendida por médicos y estudiantes de medicina; la Segunda era atendida por parteras. La tasa de mortalidad en la clínica de los médicos era hasta diez veces mayor que en la de las parteras. La paradoja era macabra: estar en manos de los hombres más educados de Europa era más peligroso que dar a luz sin ellos. Ignaz probó de todo. Cambió la dieta de las pacientes, mejoró la ventilación, incluso pidió al sacerdote que cambiara la ruta por la que caminaba tocando la campana para no asustar a las mujeres. Nada funcionó. La muerte seguía reinando. En 1847, su buen amigo y colega, el doctor Jakob Kolletschka, falleció de manera repentina. Jakob había estado realizando la autopsia de una mujer que murió de fiebre puerperal cuando un estudiante, accidentalmente, le pinchó el dedo con un bisturí sucio. Al revisar el informe de la autopsia de su amigo, Semmelweis quedó paralizado. Los órganos internos de Jakob presentaban exactamente los mismos daños que los de las madres que morían de fiebre puerperal. Semmelweis tuvo una revelación espeluznante: los médicos y estudiantes comenzaban sus mañanas en la sala de disección, abriendo cadáveres putrefactos con las manos desnudas. Luego, sin lavarse, cruzaban el pasillo y metían esas mismas manos en los cuerpos de las mujeres para examinar sus úteros o atender los partos. Ellos mismos estaban transportando la muerte desde los cadáveres hasta las madres. La teoría de los gérmenes de Louis Pasteur aún no existía (faltaban décadas para eso). Nadie sabía qué eran las bacterias. Semmelweis simplemente las llamó "partículas cadavéricas". Para detener estas partículas, instaló un lavabo en la entrada de la clínica de maternidad y emitió una orden estricta: todo médico o estudiante debía lavarse las manos y cepillarse las uñas con una solución de cal clorada (hipoclorito de calcio) antes de tocar a cualquier paciente. El resultado fue un milagro absoluto. En abril de 1847, la mortalidad era del 18.3%. Para julio, tras implementar el lavado de manos, cayó al 1.2%. Al año siguiente, hubo meses enteros en los que la mortalidad fue del 0%. Ignaz Semmelweis había encontrado la forma de detener la masacre. Cualquiera pensaría que Semmelweis fue alzado en hombros, aclamado como el salvador de las madres y colmado de premios. Nadie estaba preparado para lo que vino después. La élite médica de Viena se ofendió profundamente. Los médicos eran considerados caballeros de la alta sociedad. La sugerencia de que las manos de un caballero pudieran estar sucias, y peor aún, de que ellos fueran los causantes de miles de muertes, era un insulto inaceptable. Su propio jefe, el Profesor Johann Klein, rechazó los datos empíricos de Semmelweis, argumentando que sus ideas eran extremistas. El cierre? 👇

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・ Ice ・  Ⅹ ・
Governo canadense tornará obrigatória a eutanásia para todas as crianças com doenças mentais. Sigam o 🧵👇 O governo canadense está considerando planos para tornar obrigatória a eutanásia para pacientes com doenças mentais – incluindo crianças – o que representa uma escalada alarmante no já controverso regime de “suicídio assistido” do país. A defensora da eugenia Jocelyn Downie, lobista de longa data da indústria da eutanásia e professora emérita da Universidade Dalhousie, apresentou seus argumentos durante depoimento perante o Comitê Conjunto Especial do Canadá sobre Assistência Médica para Morrer (MAiD). Downie exige que o governo aprove a eutanásia para indivíduos com doenças mentais, supostamente para "ajudá-los".
・ Ice ・  Ⅹ ・ tweet media
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Luhana Pawlick
Luhana Pawlick@LuhanaPawlick·
Pra vocês também tem aparecido posts traduzidos de pessoas do outro lado do planeta? Vocês do Brasil, ainda estão me vendo??
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Rodrigo Lima
Rodrigo Lima@rodrigolimamdh·
URGENTE 🚨 FUX ANULA TODAS AS CONDENAÇÕES DO DIA 08/01 Fux reviu as condenações que havia votado junto com Moraes e voltou atrás em todas elas. O ministro afirmou que sua consciência não permite mais continuar sustentando condenações que, segundo ele, não deveriam existir. O ato não altera o resultado final, mas manda um grande recado: “NÃO COMPACTUO MAIS COM ESSA COISA.” Hoje é sábado, véspera de domingo.
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ipadasher
ipadasher@ipadasher·
O Que é SIONISMO? Uma pergunta simples, quase inocente, lançada como uma granada em um debate: O que você entende por estado judeu? Ela soa neutra, porque, no fundo, quem a faz espera que a resposta seja vaga, defensiva. Espera que o sionismo se dissolva em constrangimento, como se fosse um segredo sujo que ninguém consegue explicar sem se contradizer. Eu, judeu, filho de israelenses, sobreviventes que carregaram nas costas o peso de séculos de exílio, respondo sem hesitar, e faço isso com a voz calma de quem já viu o suficiente para saber que a verdade não precisa de jargões acadêmicos para ser profunda. Ela precisa, sim, de coragem, de clareza. Sionismo não é complicado. É a resposta mais humana possível a uma pergunta que a humanidade nos fez durante dois mil anos: “Vocês não têm o direito de existir como povo?” Para nós, judeus, esse 0,2% da população mundial que sobreviveu a pogroms, inquisições, holocaustos e expulsões, o “estado judeu” é algo absurdamente simples e, ao mesmo tempo, revolucionário: é o lugar onde, pela primeira vez em milênios, nós mesmos decidimos o nosso destino. Não um rei estrangeiro. Não um sultão. Nós. O povo judeu, no pedaço de terra que sempre foi o nosso lar ancestral, mesmo quando o coração do mundo nos expulsava. É o fim da figura do judeu errante. É o adeus definitivo ao refugiado judeu eterno. É a promessa sagrada de que, se amanhã o mundo inteiro fechar as portas novamente, haverá uma porta que permanecerá escancarada: a nossa. “Estado judeu” significa que qualquer judeu, de qualquer canto do planeta, falando qualquer língua, com qualquer cor de pele, tem um lugar onde pode chegar sem pedir permissão. Sem ter que provar que merece respirar. Um lar que não é favor, é direito. Um lar que não pede que nos curvemos, que nos desculpemos por existirmos. É o único lugar do mundo onde o judeu não precisa ser “o outro”. Onde não precisa sussurrar o próprio nome com medo. Já vi esse significado nos olhos de uma avó etíope que desceu de um avião em Tel Aviv com os pés descalços e o corpo marcado pela fome. Vi no sorriso de um jovem ucraniano que, em 24 horas, trocou o caos pela praia de Tel Aviv. Vi na lágrima silenciosa de um soldado druso que defendia, com a própria vida, o direito de um povo que nem é o dele, porque entendeu que, quando um povo conquista o direito de ser livre, todos os povos ganham um pouco mais de ar para respirar. Vocês podem jogar contra isso todos os “sim, mas”. Podem falar de colonialismo, de privilégios, de narrativas acadêmicas tão elegantes quanto vazias. Podem até acreditar que estão sendo justos. Mas nada disso apaga a essência nua e crua do sionismo: o direito de um povo antigo, exausto de ser caçado, de finalmente ser o dono da própria casa. Não é ódio. Não é superioridade. É o oposto: é o amor mais radical que um povo pode sentir por si mesmo depois de ter sido ensinado por séculos que amar a si próprio era pecado. É o momento em que o judeu, cansado de pedir permissão para viver, decidiu plantar sua bandeira azul e branca no solo que o viu nascer como nação e dizer, com voz firme e sem pedir desculpas: “Chega. Aqui eu fico. Aqui eu decido. Aqui eu vivo. E aqui eu morro como homem livre.” Isso é sionismo. Não a versão caricata das redes sociais. Não o monstro inventado por quem precisa de um vilão para justificar o próprio ódio. É apenas isto: o direito de um povo de ser responsável por seu destino, num canto do mundo que sempre foi seu. E se alguém ainda perguntar “o que você quer dizer com estado judeu?”, eu olho nos olhos dessa pessoa e respondo com a serenidade de quem já carregou o suficiente: “Quero dizer que nunca mais seremos refugiados na terra que nos deu à luz. Quero dizer que o judeu, enfim, voltou para casa. E que essa casa não vai fechar as portas para nenhum dos seus filhos, pois a defenderemos com unhas e dentes” Ponto final. Sem “sim, mas”. Só verdade. Só vida. Só nós, finalmente, de pé. HERZL
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Daniel Scott
Daniel Scott@odanielscott·
Eu fiz meu sequenciamento genético na Genera ano passado, mas nunca usei para nada. Até que ontem vi um post aqui que me motivou a tentar algo interessante. Daí usei o Claude para montar um agente que pegou os dados esse sequenciamento e combinou com os meus dados de bioimpedância que meço todo mês, fora um exame de sangue que tirei recente. Isto foi o que eu pedi: - Uma recomendação de dieta diária com base no meu DNA e paladar - Os medicamentos que eu posso e não posso tomar - Análise de risco sobre fatores que afetam minha saúde - Como evitar problemas como ansiedade, desordens alimentares, etc - Melhores horários e práticas para treino e exercícios físicos Com menos de R$ 10 em tokens a IA fez o que nenhum profissional conseguiria fazer. E o melhor: em poucos minutos. Que época fascinante para se estar vivo!! Se por acaso alguém também tiver feito o Genera e quiser o prompt que usei, pode falar comigo que que libero.
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🇧🇷Joy Joy🇵🇹
Está bien demostrado que la tinta del tatuaje no permanece solo en la piel: estudios (incluyendo uno reciente en Proceedings of the National Academy of Sciences) muestran que parte del pigmento migra a los ganglios linfáticos, donde es captado por macrófagos y puede inducir una respuesta inflamatoria local persistente. Sin embargo, estos datos provienen en gran parte de modelos animales, y no existe evidencia sólida en humanos de que esto cause daño sistémico relevante o acumulación peligrosa en órganos. En cuanto a las vacunas, la posible interferencia con la respuesta inmune sigue siendo hipotética y no ha sido demostrada clínicamente. En resumen: hay base biológica real, pero el post presenta como hechos concluyentes lo que aún son hallazgos preliminares. Estudios: pnas.org/doi/10.1073/pn… pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/41289395/ pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11… gavi.org/vaccineswork/c…
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My name is M. Only M@musicandsoularg·
Los tatuajes tienen un efecto en el sistema inmune que la medicina lleva décadas sospechando. Ahora tienen las pruebas. Un nuevo estudio publicado en PNAS por investigadores de la Universidad de la Suiza Italiana acaba de demostrar que ninguna de esas tres suposiciones es completamente cierta. La tinta no se queda quieta. Entre el 60% y el 90% del pigmento abandona la dermis y migra hacia los ganglios linfáticos, el hígado, el bazo y los pulmones. No en cantidades trazas — en concentraciones medibles, acumulables y permanentes. El cuerpo no tiene mecanismo para eliminarlo. Una vez adentro, se queda. Lo que ocurre después es lo que los investigadores describen como una respuesta inmune que no se apaga. Los macrófagos — células cuyo trabajo es detectar y neutralizar amenazas — reconocen la tinta como cuerpo extraño y la atacan. Pero no pueden digerirla. Mueren intentándolo. Los macrófagos que los reemplazan heredan la tinta de los muertos y repiten el ciclo. Esa cadena de ataques fallidos genera inflamación crónica sostenida en los ganglios — sin síntomas visibles, pero con efectos medibles en el funcionamiento del sistema inmune. No todos los pigmentos son iguales. Los análisis de toxicidad celular encontraron que la tinta negra y la roja inducen mayor muerte de macrófagos que otros colores — mayor carga inflamatoria, mayor acumulación en órganos. El negro por sus nanopartículas de carbono. El rojo por sus compuestos de mercurio y cadmio en formulaciones tradicionales. El hallazgo que más debate generó entre los propios investigadores: la evidencia creciente de que esta inflamación crónica podría estar interfiriendo con la respuesta inmune a vacunas en personas con alta cobertura de tinta. La investigación no es definitiva en ese punto — pero el mecanismo propuesto es sólido y los datos preliminares son suficientes para que el equipo lo señale como prioridad de investigación. La medicina lleva décadas sin incluir los tatuajes en la conversación de salud sistémica. Este estudio argumenta que ya no puede ignorarlos.
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