Rodrigo Garcia
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Rodrigo Garcia
@rgmarques
Família, rock'n'roll, boa comida e boa bebida, Cruzeiro E.C., TI, Games e Turismo, não necessariamente nessa ordem...
Belo Horizonte Entrou em Nisan 2009
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É urgente:
-Transferir o processo do banco Master do STF para a Justiça Federal
- Impichar o ministro Dias Toffoli
- Iniciar uma investigação sobre as denúncias das relações de Alexandre de Moraes com Daniel Vorcaro
- Implementar um código de ética para o Supremo
O ministro Fachin precisa resgatar a instituição que lidera.
Quem mais se beneficia de um STF fraco e desacreditado são os políticos autoritários e os corruptos.
Português
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A República brasileira entrou numa espiral perigosa que coloca em riscos a democracia e suas liberdades.
Temos senadores como Alessandro Vieira - merecedor de aplausos -que cumpre e respeita o seu mandato e outros, mas que parece ser ainda insuficiente para o exercício do seu importantíssimo papel constitucional neste exato tipo de crise dos três poderes vivenciado pelo Brasil.
Urge que o SENADO decrete o fim do recesso, instale a CPMI do Banco Master e com sua firme atitude provoque o Plenário do STF para reordenar o que seja necessário para seu fundamental exercicio de guardião da Constituição.
Alessandro Vieira@_AlessandroSE
Já dá para chamar este escândalo de Toffolão ou ainda está cedo? Caso Master: Toffoli pede novo cronograma de depoimentos e reduz tempo para PF ouvir investigados | G1 g1.globo.com/politica/blog/…
Português
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Com a insistência em se manter como relator, mesmo depois de serem descobertas ligações da sua família com investigados do Master, e por seguir atuando contra o trabalho da PF, Toffoli deve não só sofrer um impeachment, mas também ser investigado.
O Brasil demanda que o Senado, a PGR e os demais membros do STF atuem imediatamente.
Português
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Quem apoia a ditadura cubana é progressista? Quem apoia a ditadura nicaraguense é progressista? Quem apoia a ditadura venezuelana é progressista? Quem apoia a ditadura angolana é progressista? Quem se simpatiza com a ditadura russa é progressista? Quem admira a ditadura chinesa é progressista? Quem acha que o Hezbollah e o Hamas são forças de libertação ou de resistência ao imperialismo e se recusa a classificá-los como grupos terroristas é progressista? Quem finge que não está vendo a bárbara repressão da ditadura iraniana é progressista? Agora vocês estão vendo por que eu não posso ser progressista.
Português
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A tentativa desesperada do ministro do TCU de reverter a liquidação do Master, a descabida decisão que levou o caso ao STF e a injustificável atitude de Toffoli de colocar sigilo absoluto ao processo confirmam a quantidade de figuras públicas relevantes que são reféns do controlador do banco.
Cabe à sociedade repudiar os ataques ao Banco Central, que corretamente liquidou o Master, e à mídia a responsabilidade de dar ampla visibilidade ao caso.
Precisamos cobrar o total esclarecimento e a punição de todos os envolvidos nesse caso de parceria “público-privada” contra o cidadão.
Português
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O ministro Toffoli interfere na independência do Banco Central e descredibiliza o STF, assumindo uma postura eticamente incompatível e inaceitável no Estado de Direito.
Após viajar de jatinho, há poucas semanas, com o advogado do banco Master, deveria se declarar impedido e não participar do processo contra o banco.
Ele, porém, vai na direção contrária: assume a relatoria, declara sigilo absoluto e marca uma acareação - com aspectos de intimidação - entre o diretor de Fiscalização do Banco Central, servidor público há mais de 30 anos, e o ex-presidente do Master, investigado por diversos crimes.
Chama atenção, ainda, que essa ação ocorrerá durante o recesso judiciário, foi decidida de ofício por Toffoli e teve recomendação contrária da PGR, que foi ignorada.
Ao não se declarar impedido e adotar esse procedimento, o ministro deveria sofrer a abertura de um processo de impeachment.
Português
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A decisão de prender preventivamente Bolsonaro é correta e embasada. O ex-presidente violou na madrugada sua tornozeleira eletrônica, que precisou ser trocada. Flávio Bolsonaro convocou uma grande manifestação em frente à mansão do pai, com o objetivo de criar tumulto no local. Para completar, Ramagem, também condenado, fugiu do país nesta semana.
Ou seja, havia risco concreto de fuga de Bolsonaro.
Lamentar a prisão do ex-presidente, com o argumento de seu estado de saúde, é um discurso oportunista da fraca oposição que temos hoje. Ele está em uma sala da PF, em condições superiores às de qualquer preso. Essas mesmas lideranças políticas nunca demonstram preocupação com as condições do encarceramento de outros criminosos.
A falta de uma direita decente, que busque liderar a oposição sem depender da submissão ao bolsonarismo, é um grande problema para o pleito de 2026 e para a política brasileira.
Português
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Há leis suficientes para o combate dos crimes de pedofilia e tantos outros e não importa se cometidos e com o uso do mundo virtual da internet . Interessa ao governo e ao STF criar um clima de comoção para controlar a internet e impor censura principalmente a política
Luciano Carvalho@lucianocarvaIho
Viu como não é preciso regulamentar as redes sociais?
Português
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Expansão do Bolsa Família após a pandemia reduziu participação no mercado formal, aponta FGV.
#NoArNaCBN
cbn.globo.com/podcasts/jorna…
Português
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Ex-presidente do Novo defende cassação de Eduardo Bolsonaro: 'Trabalha contra o nosso país' x.gd/m7cXq
Português
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Essa fala do Lula é absurda, populista e demonstra como ele é uma liderança prejudicial para o País.
Em sua lógica, então, para termos uma nação com pessoas honestas, é necessário que todos sejam pobres.
Assim, ninguém deveria trabalhar muito, empreender, tomar riscos, criar empregos e ficar rico, pois será visto como ladrão.

Português
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Esse discurso ultrapassado do governo Lula, de promover uma disputa entre ricos e pobres, é uma tentativa irresponsável e inútil de esconder a própria incompetência.
O brasileiro quer trabalhar, empreender, ter seu próprio negócio, ganhar dinheiro e, se possível, ficar rico.
O grande problema do Brasil continua sendo o cidadão X o modelo de Estado. A prioridade dos 3 Poderes da República é atender e beneficiar os seus membros, e não resolver os problemas do País. Sobra para o brasileiro apenas as contas a pagar.
Só começaremos a reverter esse quadro quando uma parte relevante da população, hoje submissa a líderes políticos populistas, entender que está sendo manipulada.
Português
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Um excelente artigo do João Pereira Coutinho, escritor, doutor em ciência política pela Universidade Católica Portuguesa, que assume com coragem e clareza a luta pela liberdade e democracia no Irã.
IRANIANOS SÓ QUEREM LEVAR UMA VIDA NORMAL
ESPERO QUE O DIA DA LIBERTAÇÃO ESTEJA PRÓXIMO PARE QUEM VIVE NAQUELE PAÍS
Às vésperas do ataque israelense ao Irã, soube pelo New York Times que o regime teocrático do país tinha proibido os iranianos de passearem seus cachorros pelas ruas.
O cachorro é um animal imundo para o Islã, e o regime não tolera que seu povo ande cá fora com semelhantes aberrações. Nem nas ruas nem dentro dos carros.
Parece uma notícia anedótica. De certa forma é —para nós, habitantes das democracias liberais, amantes de cachorros e de qualquer outra espécie domesticável.
Não é anedótico para os iranianos, que desde 1979 vivem uma experiência única: serem cobaias de uma teocracia medieval que determina o que eles podem fazer, dizer ou pensar.
É neles que penso agora, quando os mísseis vão descendo sobre Tel Aviv e Teerã. Sabemos o que Israel deseja: destruir o programa nuclear iraniano. Sabemos o que o regime do Irã deseja: sobreviver para chegar à bomba e "riscar Israel do mapa".
Mas, nas análises do momento, ninguém pergunta o que desejam os iranianos. Os que vivem no exílio, para começar, e também aqueles vivem no país, em exílio interior.
O historiador Arash Azizi procura responder à minha dúvida no seu "What Iranians Want" (Oneworld, 256 págs.). A resposta está contida no subtítulo da obra: "Women, Life, Freedom", referência ao movimento feminista, social e político que nasceu no país depois do assassinato de Mahsa Amini, uma jovem curda iraniana de 22 anos que a "polícia da moralidade" espancou até à morte.
O crime de Amini? Não ter o véu posto como mandam os aiatolás. Não foi caso único. As mulheres iranianas são, desde 1979, as principais vítimas da masmorra, o que não deixa de ser irônico: elas estiveram na linha da frente da oposição à monarquia autoritária do xá Reza Pahlevi.
De nada serviu. Com o regresso de Ruhollah Khomeini ao país, conta o autor que os "hezbollahis", verdadeiros fiscais paramilitares do novo regime, começaram o seu serviço: a imposição do véu para cobrir os cabelos das mulheres —e 74 chibatadas para quem aparecesse "despida" em público (sem véu e, pior ainda, com maquiagem).
Muitas feministas protestaram. Simone de Beauvoir, que sempre foi mais inteligente que o seu "partenaire", foi uma delas.
Nem todas seguiram Madame de Beauvoir. No livro, Arash Azizi conta a história de Homa Nateq, professora da Universidade de Teerã e autora neomarxista de referência, que aceitou todas as imposições dos clérigos em nome da luta anti-imperialista. O que era o véu no contexto da grande revolução?
Sem surpresas, Nateq acabou exilada e arrependida. Quando os homens determinam o que você deve vestir, afirmou ela mais tarde, também dirão o que você deve pensar.
Ou, citando dois versos do poeta Ahmad Shamlu: "Eles cheiram sua boca/ Para verem se você disse ‘Eu te amo’".
As iranianas querem que a "polícia da moralidade" não cheire suas bocas. E querem mais: liberdade de expressão, liberdade de religião. Isso confunde certas cabeças ocidentais, que nos últimos anos têm lutado heroicamente em nome da censura e do dogma.
Os iranianos, escreve Arash Azizi, já tiveram sua dose. É longa a lista de escritores "desaparecidos" e cineastas que filmam às escondidas, antes de buscar refúgio em Paris ou Londres. Ou antes de serem levados para a prisão de Evin.
Aliás, falando de cinema, Azizi gostaria que a indústria do país pudesse filmar livremente atrizes com seus cabelos longos (e como são belos os cabelos das iranianas!), beijos entre amantes, apertos de mão entre homens e mulheres, mães abraçando filhos.
Por fim, os iranianos querem paz. Como explica Arash Azizi, uma frase tem sido recorrente nas manifestações contra o regime: "Nem Gaza, nem Líbano, minha vida é pelo Irã".
O patriotismo dos iranianos não está em questão: eles querem um país digno, que não seja um pária internacional e esteja à altura de sua história milenar. Mas, para apoiar o Hamas ou o Hezbollah —organizações terroristas que só trouxeram ruína ao país—, essa conta já não fecha.
Ligo a TV e acompanho as imagens da guerra em curso. Os "especialistas" despejam análises: as provocações de Netanyahu ("Não respeita o direito internacional"), a duplicidade de Trump ("Sempre soube do ataque"), o pacifismo do aiatolá Khamenei ("Um líder espiritual") e o suposto direito do Irã a ter uma bomba nuclear ("Ora, Israel também tem!").
Ausentes dos comentários estão os iranianos, que só querem levar uma vida normal. Brindo a eles —e, sobretudo, a elas. Só me resta esperar que o dia da libertação esteja mais próximo.
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Eu sou judeu. Não gosto de humoristas que fazem piadas com minorias. Me incomoda mesmo. Mas quero viver em uma sociedade em que as pessoas possam fazer as piadas que quiserem, mesmo as de péssimo gosto. Um país que manda comediantes pra cadeia está a um passo do autoritarismo
Gustavo Ioschpe ✡️🇺🇦@gioschpe
Muita gente parece não conseguir entender a diferença entre ser a favor da liberdade de expressão versus apoiar as ideias de quem usa essa liberdade. A lei garante esse direito exatamente pra proteger as ideias indesejadas, impopulares
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