

Minusfour
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@Minusfour
Falo sobre a vida, as pessoas e suas histórias, marketing, saúde, cérebro e energia. Já fui da área tributária, hoje quero paz.




THAÍS OYAMA | Lula, candidato, tem plano B em curso oglobo.globo.com/opiniao/thais-…





O Brasil não escolheu o atraso por acidente. O Brasil construiu o atraso com método, com complacência institucional e com uma elite política que aprendeu a viver da confusão, da impunidade e do curto prazo. O editorial do Estadão acerta ao mostrar que décadas de baixo crescimento não são resultado de azar histórico. São consequência de decisões erradas, reformas abandonadas, produtividade baixa, Estado inchado, educação fraca, infraestrutura precária, ambiente de negócios hostil e um sistema político treinado para trocar futuro por sobrevivência eleitoral. A frase de Nelson Rodrigues — “o subdesenvolvimento não se improvisa” — talvez seja a melhor síntese do Brasil. Para ficar tão para trás, foi preciso um esforço profissional. Não é obra de amador. Enquanto países como Coreia do Sul, Botsuana e Romênia avançaram, o Brasil ficou preso ao ciclo do improviso: mais gasto, mais imposto, mais dívida, mais burocracia, mais judicialização, mais privilégio e menos produtividade. Como diria Marcos Lisboa, destruir tanto potencial exige uma engrenagem sofisticada. Essa engrenagem aparece no cotidiano em proporções quase obscenas. O cidadão comum paga imposto, enfrenta fila, buraco, insegurança, escola ruim, hospital ruim, aeroporto caro, justiça lenta e crédito sufocante. Enquanto isso, parte da elite política circula em jatinho, hotel de luxo, emenda parlamentar, estatal, banco público, gabinete e festa privada. O problema brasileiro não é apenas corrupção individual. É a transformação da máquina pública em instrumento de proteção, financiamento e impunidade para grupos organizados — políticos, empresariais, corporativos e, em muitos casos, criminosos. É nesse ponto que o debate sobre PCC e Comando Vermelho se torna simbólico. Quando o presidente da República vai a Washington levando argumentos contra a classificação dessas facções como organizações terroristas, a mensagem política percebida por milhões de brasileiros é devastadora: o Estado parece mais preocupado em proteger a interpretação jurídica conveniente do que em afirmar, sem ambiguidade, que organizações criminosas armadas, transnacionais e violentas precisam ser tratadas como ameaça máxima à sociedade. O governo brasileiro sustenta que PCC e CV devem ser tratados como organizações criminosas, não terroristas, e cita riscos de soberania; mas, no plano político, a crítica é inevitável: essa posição beneficia objetivamente as próprias facções. A Reuters já havia noticiado que os EUA pressionavam por uma classificação mais dura de PCC e CV, enquanto o Brasil resistia a essa mudança.  A fala sobre “oferecer alternativas” a países produtores de coca entra no mesmo campo simbólico. Em tese, políticas de substituição econômica podem fazer parte de estratégias internacionais contra drogas. Mas, em um país dominado por facções, milícias, corrupção e impunidade, a prioridade moral do discurso público deveria ser outra: defesa da lei, punição do crime organizado, rastreamento do dinheiro, bloqueio patrimonial, cooperação internacional e destruição das redes financeiras que sustentam o narcotráfico. Quando o discurso parece mais sensível ao produtor de coca do que ao cidadão sequestrado pela violência urbana, a inversão moral fica escancarada. O mesmo padrão aparece no Desenrola e em outros programas de renegociação. O Desenrola original renegociou cerca de R$ 53 bilhões em dívidas e beneficiou aproximadamente 15 milhões de pessoas; o Novo Desenrola Brasil, anunciado em 2026, prevê descontos de até 90%, prazo de até 4 anos e juros reduzidos.  Isso pode aliviar a dor imediata de famílias endividadas. Mas não muda a causa estrutural do problema. Sem crescimento, produtividade, renda, educação financeira, juros menores, emprego qualificado e estabilidade econômica, programas assim viram enxugamento de gelo com carimbo eleitoral. 1/2➡️

Google Chrome is quietly downloading a roughly 4 GB AI model to many users’ computers without clear upfront consent. The file, called weights.bin, is part of Google’s Gemini Nano on-device language model and lands in the browser’s user data folder under OptGuideOnDeviceModel. It powers built-in AI tools such as “Help me write,” smarter tab suggestions, on-device scam detection, and page summarization. The download triggers automatically for devices meeting minimum hardware requirements, and Chrome often replaces the files if deleted. While the model processes data locally, installation happens in the background with minimal notification. The scale is noteworthy. Hundreds of millions or billions of installations add up to thousands of tonnes of carbon emissions globally from data transfer, even though each is a one-time event. To prevent or remove it, go to chrome://flags, disable the entries for the optimization guide on-device model and Prompt API, restart the browser, and manually delete the folder.










In 2020, MrBeast wrote an internal handbook for his company. It LEAKED online. He was 22. He predicted it would be worth billions. Billion-dollar founders made their teams read it. Now: 500 employees. $5.2B valuation. 12 lessons from the leaked MrBeast handbook:

