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@Crams_9

~talvez eles estivessem certos ao colocar o amor nos livros. Talvez o amor não pudesse viver em nenhum outro lugar~ •{ela/dela}•

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Igor Eckert
Igor Eckert@igoreckert·
É indiscutível que existem pacientes que melhoraram depois de receber polilaminina. Indiscutível. O que deve ser discutido é a atribuição dessa melhora à droga em si. Melhorar depois do tratamento não significa que melhorou por causa dele. O problema é que essa discussão está sendo SILENCIADA, e isso me preocupa muito. Em parte, esse silenciamento ocorre por causa dos posts virais sensacionalistas, que páginas de engagement-farming e influencers estão reproduzindo. Postagens que endeusam a Tatiana Sampaio, dizendo que a pesquisadora "fez tetraplégicos voltarem a andar", estão moldando a opinião pública de uma maneira completamente bizarra. Muitos já estão em uma fase tão avançada do que parece uma lavagem cerebral que, ao se deparar com qualquer questionamento às alegações prematuras (e não comprovadas) de benefícios da polilaminina, entendem que se trata de um "ATAQUE" à divindade Tatiana Sampaio — e partem para ofensas, insinuações e até mesmo ameaças. Fato é que não há (ainda) qualquer comprovação empírica de que isso seja verdade. Não há nenhum estudo ou observação concreta da realidade que nos convença de forma razoável que isso seja verdade. [Vou tentar explicar isso aqui. Já aviso que talvez vc precise dedicar alguns minutos da sua vida para ler e entender. Mas acho que vai ser proveitoso.] "Pq não podemos dizer que polilaminina funciona?" Será possível dizer que "pessoas estão voltando a andar graças à polilaminina" apenas se tivermos certeza que elas NÃO teriam melhorado da forma que melhoraram caso não tivessem recebido a droga. "Mas o que poderia explicar esse retorno de capacidade funcional e redução do comprometimento funcional, que não um efeito da polilaminina?" Muitas pessoas não sabem disso, mas uma lesão medular não é uma sentença. As pessoas não necessariamente ficam "totalmente paralisadas", e as pessoas podem melhorar com o tempo. Vou explicar: Quem sofre uma lesão de medula espinhal é avaliado de acordo com a escala ASIA (American Spinal Injury Association Impairment Scale) para determinar os níveis sensoriais e motores afetados. A escala possui cinco níveis de classificação, que vai desde uma perda completa da função neural na área afetada (ASIA A), sem qualquer função motora ou sensória abaixo do nível da lesão; até até normalidade completa (ASIA E), onde todas as funções do paciente estão OK, sem prejuízo. Isso já ajuda a desmistificar o pensamento "tudo ou nada" do senso comum sobre lesão medular. Na realidade, existem 5 graus de comprometimento: os piores casos são ASIA A, e os menos piores ASIA C/D. Mas o mais importante aqui é entender que as pessoas que sofrem lesão medular podem, sim, melhorar o seu grau de comprometimento inicial. (Sim, até mesmo pessoas com "lesão completa", que são as que estão recebendo polilaminina. Mesmo nesses casos, não é raro ver progressão.) Primeiro: existe uma taxa de conversão não-trivial de pacientes com 'lesão completa' (ASIA A) para lesão incompleta (ASIA B, C ou D) mesmo sem receber tratamento algum. Dados da literatura mostram que isso ocorre com até 15% dos pacientes. [Lembrando: "taxa de conversão" é a proporção de pessoas que inicialmente estão em uma categoria de gravidade (p. ex., ASIA A) e, com o passar do tempo, passam para outra categoria (p. ex., ASIA B).] Mas há uma taxa de conversão maior ainda na presença do tratamento usual padrão ouro: imobilização e primeiros socorros imediatos, minimizar lesões secundárias (com otimização hemodinâmica e cirurgia de descompressão precoce) e fisioterapia intensiva precoce. Dados da literatura mostram que, nesse cenário "ótimo", a conversão de ASIA A para ASIA C/D pode acontecer com até 40% dos pacientes. Se não houvesse QUALQUER conversão... Se os pacientes inicialmente classificados como "ASIA A" definitivamente NÃO recuperassem qualquer capacidade motora ou sensória... Não precisaríamos de estudo algum. Bastaria aplicar polilaminina em alguns pacientes e ver o que acontece. Caso melhorem, as únicas explicações seriam: 1) um milagre sobrenatural, ou 2) a polilaminina conseguiu reestabelecer as conexões sinápticas perdidas, causando ganho de função que caso contrário com certeza não teria sido possível e viabilizando uma conversão sem precedentes de "ASIA A" para "ASIA B/C/D", que seria impossível acontecer na ausência de um tratamento eficaz. Mas isso simplesmente não é verdade, como agora você sabe. As pessoas recuperam função sim, mesmo os casos de lesão completa (ASIA A). Existe um problema adicional, no entanto... Pacientes inicialmente classificados com lesão completa (ASIA A) são, na realidade, frequentemente pacientes com lesão incompleta (ASIA B/C/D). Em outras palavras: muitas pessoas recebem um "diagnóstico" errado. Paciente chega no hospital, o profissional encarregado de conduzir os testes da escala ASIA faz os procedimentos necessários e chega na conclusão de que é ASIA A, quando na realidade não é. [Por sinal, nada disso é especulação minha, está tudo bem documentado na literatura. Existe um grande overdiagnosis de 'lesão completa', que pode chegar a 20-40% dos casos. Isto é, até 40% dos pacientes com 'ASIA A' são re-classificados como 'ASIA B, C ou D' quando o exame é repetido posteriormente!] Esse "erro" não é incompetência. Esse erro de classificação ocorre devido a dificuldades no exame físico nas primeiras horas/dias desde o evento traumático que originou a lesão medular. 1. Choque espinhal: uma fase transitória de arreflexia (ausência completa de reflexos musculares), que pode levar dias e até semanas para resolver. De maneira geral, muitas 'lesões incompletas' podem parecer 'lesões completas', pois os reflexos e sensações sutis estão temporariamente prejudicadas. Cabe destaque aqui à ausência de reflexo bulbocavernoso, que é sugestivo de lesão completa. Mas se a ausência deste reflexo é por causa do choque espinhal (e não por causa da lesão em si), estamos classificando o paciente com ASIA A (lesão completa) incorretamente. Nesse caso, uma melhoria posterior é completamente esperada, e pode perfeitamente não ter sido causada pela polilaminina, mas sim pela resolução do choque espinhal. 2. Edema: esse é mais intuitivo, qualquer lesão gera inflamação e edema. Nas primeiras horas/dias, é muito difícil descartar a possibilidade de que o edema e prejuízos temporários em neurotransmissores estejam mascarando uma função neurológica que, no fundo, está preservada. Esse é mais um fator que enviesa a avaliação inicial na escala ASIA, fazendo com que o operador "erre pra cima", e diga (incorretamente) que pacientes com 'lesão incompleta' têm 'lesão completa'. É por isso que as diretrizes da área sugerem cautela na determinação do diagnóstico/prognóstico do paciente com lesão medular dentro dos primeiros 7-10 dias. Qualquer avaliação de grau de comprometimento é muito incerta. Muitas vezes é prudente deferir uma classificação definitiva antes da resolução completa do choque espinhal, registrando "grau de comprometimento indeterminado" ou, ao menos, registrar 'ASIA A' como uma "lesão presumivelmente completa". Infelizmente, entretanto, muitos pacientes são rotulados com 'ASIA A' sem essas nuances. Ou seja: quem diz para um paciente com lesão medular que acabou de chegar no hospital que ele "nunca mais vai voltar a andar" tem grande chance de estar contando uma inverdade, dando uma notícia ruim desnecessariamente. Mas não dá pra dizer que esse erro não é conveniente. Muitos médicos podem preferir classificar a lesão como mais grave do que ela realmente pode ser por uma questão de cautela, porque preferem não criar muita expectativa no paciente. Em contrapartida, se o médico diz que o paciente "nunca mais vai andar" e o paciente volta a mexer um pé semanas depois, isso é frequentemente visto como algo positivo, podendo ser interpretado até mesmo como um "milagre" médico (mesmo que, na verdade, tenha sido apenas uma correção do diagnóstico inicial de comprometimento que foi superestimado). "Ok, entendi tudo... mas ainda não enxerguei como exatamente isso é relevante para saber se polilaminina funciona" Na prática, isso tudo importa porque polilaminina é aplicada justamente dentro das primeiras 72 horas desde o evento que originou a lesão medular. Muitos pacientes, como o Bruno Drummond, receberam a polilaminina em menos de 24 horas. Isso significa que aplicação da polilaminina é feita no momento em que a situação do paciente é extremamente incerta: não temos certeza se é lesão completa mesmo, não sabemos qual é o verdadeiro grau de comprometimento funcional. Então o paciente pode melhorar em poucos dias/semanas depois de receber polilaminina, com uma progressão excelente, que você não esperaria para uma 'lesão completa' — mas que, no fundo, é uma recuperação que já ocorreria de qualquer forma devido à resolução dos desarranjos neurológicos temporários (p. ex., choque espinhal/edema) e, claro, o tratamento padrão ouro que foi aplicado de forma rápida e com alta qualidade, em um centro especializado, como foi o caso de Bruno Drummond. Em suma: Para saber se polilaminina funciona mesmo, precisamos garantir que a melhoria que estamos observando nos pacientes definitivamente NÃO FOI causada por (1) melhorias reais devido ao tratamento usual padrão ouro ou (2) correção do erro de classificação inicial. E a única forma de garantir isso é com estudos científicos experimentais em humanos. Especificamente, precisamos que esse estudo seja um 'ensaio clínico controlado aleatorizado'. Devem ser recrutados indivíduos com lesão medular aguda nas últimas 72h, inicialmente classificados como lesão completa ('ASIA A'). Conforme os protocolos iniciais do grupo de pesquisa da Tatiana, a localização da lesão deve ser entre C4 e T12, e os pacientes todos têm que ter indicação de cirurgia de descompressão medular e/ou fixação da coluna vertebral — pois a aplicação da polilaminina é feita durante essa cirurgia. Metade dos pacientes recrutados serão sorteados para cair no grupo intervenção (polilaminina) e a outra metade para o grupo controle (que pode receber placebo, por exemplo). Ambos grupos devem ser tratados de forma idêntica e acompanhados ao longo dos meses/anos. Se houver maior e/ou mais rápida recuperação funcional no grupo intervenção, então saberemos que polilaminina é eficaz (e poderemos inclusive estimar qual é o tamanho de sua eficácia). Em contrapartida, se não houver diferença importante na recuperação funcional entre os dois grupos, saberemos que o tratamento—infelizmente—não é eficaz. "Ok, mas os pesquisadores certamente já sabem disso e vão fazer as pesquisas, certo?" Teoricamente, sim. Normalmente é isso mesmo que acontece. Mas normalmente, para 99% dos tratamentos, a percepção pública é NEUTRA. Os pacientes normalmente não têm motivos para acreditar que o tratamento funciona. Ele confia no cientista que diz que há uma genuína incerteza em relação à eficácia e segurança do tratamento, e por isso estão conduzindo um ensaio clínico randomizado. Por isso, os pacientes normalmente tendem a topar participar do estudo e aceitam ter 50% de chance de serem sorteados para receber tratamento ou placebo. No entanto, a propaganda massiva, exagerada e enganosa que está sendo feita nas redes sociais está fazendo com que muitas pessoas acreditem que o tratamento com certeza funciona — ou que, ao menos, a probabilidade de funcionar é enorme. Essa percepção é um problemão, pq muitos pacientes podem NÃO QUERER participar dos ensaios clínicos. Afinal, em um estudo há apenas 50% de chance de receber polilaminina. Se a chance de receber o tratamento por via judicial (ou outras vias) é maior, isso significa que muitos pacientes vão evitar os ensaios clínicos. E o que acontece quando os pacientes evitam ensaios clínicos? 1. Os estudos demoram mais para chegar no número necessário de participantes 2. Os estudos demoram mais para serem finalizados 3. O medicamento demora mais tempo para ter o seu perfil de segurança e eficácia definido 4. O medicamento demora mais tempo para ser aprovado pela ANVISA (caso seja eficaz e seguro) 5. O medicamento demora mais tempo para chegar no mercado e no SUS, o que significa que milhares de pessoas com lesão medular aguda que poderiam ter sido beneficiadas perderão a janela de oportunidade para receber um tratamento que poderia mudar o rumo de suas vidas. "Só" isso. Isso é o que está em jogo por causa de pessoas e instituições irresponsáveis (ou com segundas intenções) que decidiram fazer uma grande campanha de marketing divulgando informações enganosas, induzindo a opinião pública ao erro. Eu espero MUITO, de coração, que os ensaios clínicos randomizados sejam feitos. Que sejam bem feitos, que o grupo de pesquisa receba verba, receba apoio financeiro e apoio intelectual para conduzir esses trabalhos. Que esses estudos não sejam atrasados por dificuldades no recrutamento E que a desinformação que estamos vendo não acabe prejudicando a vida de pessoas que poderiam se beneficiar da polilaminina, caso o medicamento se demonstre eficaz mesmo — que é o que todos nós queremos que seja verdade. Obrigado pela leitura.
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念垢
念垢@blessarevvv·
He's so light #jayvik
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Igor Eckert
Igor Eckert@igoreckert·
Creatina faz parte da família dos super suplementos que fazem de tudo um pouco. Agora, um novo estudo de 2025 mostrou que creatina atua no tratamento de ALZHEIMER. Quer saber como? Vou te mostrar como:
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Igor Eckert
Igor Eckert@igoreckert·
Em breve, teremos no SUS mais um método contraceptivo altamente eficaz: Implante subdérmico de etonogestrel, mais conhecido como Implanon. Embora seja uma EXCELENTE notícia, eu me deparei com algumas "críticas" assustadoras...
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promise li
promise li@promise__li·
one fascist’s ear grazed by a bullet evoked more sympathy from the Democratic Party within two hours than the innumerable Palestinian deaths from decades of settler-colonial violence and months of genocidal warfare that they directly enabled
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Vitor Borin P. de Souza
Vitor Borin P. de Souza@vitorborin_·
Considerando a questão que circunda o tópico ABORTO no nosso país, já temos muitos posicionamentos… Como o meu seria somente mais um, pensei em fazer algo diferente: trazer INFORMAÇÕES de qualidade sobre o tema. Um fio sobre aborto e saúde pública. 🧶
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vique
vique@thenicestevil·
não pode fazer laqueadura aos 20 anos porque você não tem maturidade pra tomar esse tipo de decisão mas pode ser mãe aos 14 porque aí já sabe o que faz 🕊️
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Morcega Tropicana
Morcega Tropicana@xQueenOfHurts·
volta e meia ressuscitam essa thread pq acho que com a galera tiktok importando pauta lá de fora esse debate ficou mais relevante com o tempo. Faz tempo q os estadounidenses tão tentando apagar a existência do fetiche em TUDO (até na cultura LGBTQIA+ e seus eventos) +
Morcega Tropicana@xQueenOfHurts

Acabei de ver aqui um tweet sobre saudades de um tempo onde a moda gotica era sobre "subversão" e não sobre ser a Dita von Teese e sinto dizer que desde sempre ela é ambos e herda essa relação com o fetiche 50s do próprio punk britânico

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twenty one pilots
twenty one pilots@twentyonepilots·
Next week, a new chapter begins. But today, we take a look back on how we got here.
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Leandro Demori
Leandro Demori@demori·
Talvez mostrando as cenas algumas pessoas parem com fritação teórica e chamem as coisas pelo nome. O nome que muitos estão dando há meses, muito antes da fala de Lula: genocídio, métodos nazistas e tudo o mais. Que nome você da a isso? Uma “Tristeza”? Uma coisa “lamentável”? Esse é seu vocabulário envergonhado pra tentar ficar de bem com o mundo isento de fantasia que você acha que vive? Que nome daria se essas crianças fossem filhos de seus vizinhos, de seus parentes, se fosse seus filhos? Chamaria o que acontece em Gaza de “tragédia humanitária”? Ninguém tem o monopólio da palavra. Ninguém vai nos dizer como nomear o terror. Não adianta pressionar, acusar de antissemitismo, contar com dinheiro grande de empresários pra colocar lobista falar na imprensa. Nada do que vocês fizerem vai apagar o que o mundo está vendo.
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dj franzia
dj franzia@hawillisdc·
“im having dinner” as a reply to “68 members of my family have died in a week” as if it’s indicative of “couth” and “respectability” implying that woman is somehow “rude” is a perfect encapsulation of how they see non-white ppl’s lives as “politics” which have a “place” & “time.”
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João Alho
João Alho@reumalho·
Respeito a historia e fico feliz pela melhora da paciente em tela. No Congresso de Reumatologia que encerrou há dois dias esse foi o tema mais quente: cannabis e seus derivados e sua aplicação para dor crônica, fibromialgia, entre outros. A unanimidade: não há até o momento evidências científicas que sustentem o seu uso para esta indicação. Isso quer dizer que não deve ser usada? Não. Deve ser usada como medicação de QUARTA linha. Em casos muito individualizados e com decisão compartilhada. Ela faz mal, é perigosa? Também não. Tem demonstrado ser muito segura. Quais os grandes problemas? 1) custo. É muito caro 2) o principal: a ausência de benefício. Os estudos controlados NÃO mostram benefício!!! Os estudos que mostram alguma benesse são METODOLOGICAMENTE MUITO RUINS, e ainda assim um benefício MUITO PEQUENO. Portanto, numa sociedade em que precisamos apoiar a ciência, sigo as diretrizes clínicas e não indico de forma rotineira cannabis e seus derivados para o tratamento de dor crônica. Até pelo menos que rompa o ônus da prova. Espero que ninguém se ofenda com os fatos, que de forma alguma sao opiniões minhas.
Welington Arruda@welmelo

Minha sogra sofre de fibromialgia (com reumatismo) e por uma década fez todo tipo de tratamento possível e imaginável para dor. Desde o despertar ao adormecer ela sentia dor. Fez uso de todo tipo de medicação, mas nunca encontrou uma saída. Passou, então, a implorar pela morte, pois já não suportava mais sentir dores no corpo, além de passar noites em claro por causa disso. Há 20 dias, por recomendação médica, fez uso de canabidiol (CBD). Eu ministrei o medicamento sob orientação. Ela simplesmente não acreditou no resultado. Renasceu! Graças ao CBD ela, que já tem 75 anos, não sente dor alguma, nada de cansaço, as articulações estão ativas e dorme feito um bebê. Inimaginável que o preconceito religioso, que foi (e é) por anos alimentado pela indústria da Segurança Pública (bancada da bala e da bíblia impedem a legalização), que protagoniza uma guerra contra as drogas, impede as pessoas de terem acesso a um tratamento tão maravilhoso como esse. Efeito colateral? Sim... está mais calma, mais alegre, apaixonada pela vida e, definitivamente, se tornou uma nova mulher.

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☁️FlyingRotten☁️
☁️FlyingRotten☁️@CamilleCailloux·
Crowley the (ex) lab rat and Aziraphale the lab mouse 🥲 #GoodOmens
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