Mário Czbf 🇵🇸🇪🇪

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@MarioCzbf

Gremista Comunista

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O maior líder revolucionário do século XXI
PCO - Partido da Causa Operária@PCO29

Testamento de Iahia Sinuar, líder do Hamas A longa jornada para a liberdade Nasci no campo de refugiados de Khan Younis em 1962, numa época em que a Palestina era uma memória fragmentada e mapas esquecidos nas mesas dos políticos. Sou o homem cuja vida foi tecida entre fogo e cinzas, e percebi cedo que a vida sob ocupação nada mais é do que uma prisão permanente. Desde os meus primeiros dias, soube que a vida nesta terra não é comum e que quem nasce aqui deve carregar no coração uma arma inquebrável, entendendo que o caminho para a liberdade é longo. Meu testamento para vocês começa aqui, daquele menino que atirou a primeira pedra no ocupante, que aprendeu que as pedras são as primeiras palavras que falamos diante de um mundo que permanece em silêncio diante de nossas feridas. Aprendi nas ruas de Gaza que uma pessoa não é medida pelos anos de sua vida, mas pelo que oferece à sua pátria. E assim foi minha vida: prisões e batalhas, dor e esperança. Entrei na prisão pela primeira vez em 1988 e fui condenado à prisão perpétua, mas nunca conheci o medo. Naquelas celas escuras, vi em cada parede uma janela para um horizonte distante e em cada grade uma luz que iluminava o caminho para a liberdade. Na prisão, aprendi que a paciência não é apenas uma virtude, mas uma arma, uma arma amarga, como beber o mar gota a gota. “Não negocie o que é seu por direito” Meu testamento para vocês: não temam as prisões, pois elas são apenas parte de nossa longa jornada em direção à liberdade. A prisão me ensinou que a liberdade não é apenas um direito roubado, mas um conceito nascido da dor e moldado pela paciência. Quando fui liberto no acordo de troca de prisioneiros “Wafa Al-Ahrar” em 2011, não saí o mesmo. Saí mais forte, com uma crença maior de que o que estamos fazendo não é apenas uma luta passageira, mas nosso destino; um que carregamos até a última gota de nosso sangue. Meu testamento é que permaneçam firmes, agarrando-se à sua dignidade e ao sonho que nunca morre. O inimigo quer que abandonemos a resistência, que transformemos nossa causa em negociações intermináveis, mas eu lhes digo: “Não negociem o que é seu por direito”. Eles temem sua firmeza mais do que suas armas. A resistência não é apenas uma arma que carregamos, mas é o nosso amor pela Palestina em cada respiração, é a nossa vontade de permanecer apesar do cerco e da agressão. Meu testamento é que sejam leais ao sangue dos mártires, àqueles que nos deixaram este caminho cheio de espinhos. Eles pavimentaram o caminho para a liberdade com seu sangue, então não desperdicem esses sacrifícios nos cálculos dos políticos ou nos jogos da diplomacia. Estamos aqui para continuar o que a primeira geração começou, e não nos desviaremos desse caminho, não importa o custo. Gaza foi e continuará sendo a capital da firmeza, o coração da Palestina que não para de bater, mesmo que o mundo se feche ao nosso redor. “Todos os dias senti a dor do meu povo sob o cerco” Quando assumi a liderança do Hamas em Gaza em 2017, não foi apenas uma transferência de poder, mas uma continuação da resistência que começou com pedras e continuou com os rifles. Todos os dias, senti a dor do meu povo sob o cerco e sabia que cada passo que damos em direção à liberdade tem um preço, mas eu lhes digo: “O custo da rendição é muito maior”. Portanto, agarrem-se à terra tão firmemente quanto as raízes se agarram ao solo, pois nenhum vento pode arrancar um povo que escolheu viver. Na batalha da enchente de Al Aqsa, eu não era o líder de um grupo ou movimento, mas a voz de cada palestino que sonha com a libertação. Eu era movido pela crença de que a resistência não é apenas uma opção, mas um dever. Queria que esta batalha fosse um novo capítulo no livro da luta palestina, onde as facções se unissem e todos estivessem na mesma trincheira contra um inimigo que nunca distingue entre uma criança e um idoso, ou entre uma pedra e uma árvore. A enchente de Al Aqsa foi uma batalha de espírito antes de ser uma batalha de corpos, e de vontade antes de ser uma batalha de armas. O que deixo para trás não é um legado pessoal, mas coletivo para cada palestino que sonhou com a liberdade, para cada mãe que carregou seu filho mártir em seus ombros, para cada pai que chorou amargamente por sua filha morta por uma bala traiçoeira. Meu testamento final é que vocês sempre se lembrem que a resistência não é em vão, nem é apenas um tiro disparado; mas uma vida vivida com honra e dignidade. Prisão e cerco me ensinaram que a batalha é longa e o caminho é árduo, mas também aprendi que um povo que se recusa a se render cria milagres com suas próprias mãos. Não esperem que o mundo seja justo com vocês, pois vivi e testemunhei como o mundo permanece em silêncio diante de nossa dor. Não esperem justiça, mas sejam a justiça. Carreguem o sonho da Palestina em seus corações e façam de cada ferida uma arma e de cada lágrima uma fonte de esperança. O último testamento Este é meu testamento: não baixem suas armas, não abandonem as pedras, não esqueçam seus mártires e não abram mão de um sonho que é seu por direito. Estamos aqui para permanecer em nossa terra, em nossos corações e no futuro de nossos filhos. Confio a vocês a Palestina, a terra que amei até a morte e o sonho que carreguei em meus ombros como uma montanha que nunca se curva. Se eu cair, não caiam comigo, mas carreguem a bandeira que nunca cai e façam do meu sangue uma ponte para uma geração que surge de nossas cinzas, mais forte. Não se esqueçam de que a pátria não é apenas uma história a ser contada, mas uma realidade a ser vivida, e a cada mártir que nasce desta terra, nascem mil outros combatentes da resistência. Se a enchente voltar e eu não estiver entre vocês, saibam que fui a primeira gota nas ondas da liberdade e vivi para vê-los continuar a jornada. Sejam um espinho na garganta deles, uma enchente que não conhece recuo, e não descansem até que o mundo reconheça que somos os legítimos donos, e que não somos apenas números nas notícias.

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Mário Czbf 🇵🇸🇪🇪
Imagina se esse saudoso mestre da picaretagem não ia sair em defesa da Netanyabata 😂
Pedro E. Serrano@pedro_serrano1

Como já manifestei em outro post um erro o PL da deputada @tabataamaralsp , em todos os sentidos. Mas tenho visto reações , nas redes , exacerbadamente agressivas a ela . Equívocos todos cometem, ela é uma deputada democrática e bem intencionada e , convenhamos, anti-semitismo é algo a ser combatido sempre, nesses tempos que passamos tem aumentado, inclusive, logo a intenção dela é totalmente compreensível , errou no conteúdo do PL que acaba gerando racismo e conflito em vez de resolvê-los , mas a reação tem sido desproporcional, odienta, muito pior que o equívoco praticado

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Mário Czbf 🇵🇸🇪🇪 รีทวีตแล้ว
María S
María S@Strlstrl·
Se numa mesa estão reunidas dez pessoas e chega um sionista e se senta e ninguém se levanta, então teremos onze sionistas à mesa Ditado alemão
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Maria Osint
Maria Osint@MariaOsint·
🇱🇧/🇮🇱 #Líbano — O Hezbollah abateu um helicóptero Apache israelense no sul do Líbano. O grupo libanês divulgou imagens mostrando combatentes com MANPADS e um helicóptero Apache perdendo altitude após ter sido atingido, deixando um rastro de fumaça preta nos céus de Kfar Kila.
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Mário Czbf 🇵🇸🇪🇪 รีทวีตแล้ว
Lucas Leiroz
Lucas Leiroz@leiroz_lucas·
Wtf A loucura sionista de justificar qualquer coisa com o argumento do Holocausto já está indo longe demais. Se duvidar, já deve ter até ex-evangélico nordestino convertido ao judaísmo dizendo que é sobrevivente do Holocausto.
RT@RT_com

‘I’m a Holocaust survivor how dare you’ — 30yo

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Tabata Amaral
Tabata Amaral@tabataamaralsp·
Quando apresentei o projeto do Pé-de-Meia na Câmara, muita gente falou que não fazia sentido “pagar pra jovem estudar”, apesar dos resultados positivos em vários países. O tempo passou e provou: o Pé-de-Meia funciona! Os recursos impedem que os alunos tenham que deixar a escola pra trabalhar e ajudam na compra de material escolar e cursos complementares. Ganham os estudantes, ganham as famílias, ganha o Brasil!
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Helder Maldonado
Helder Maldonado@heldermaldonado·
A farsa foi desmascarada. Tabata foi usada de bucha de canhão pelo lobby sionista
Tiago Guilherme@tiagoguilhermef

Agora, finalmente, deixa de ser apenas um alerta ou interpretação: fica comprovado, de forma explícita, aquilo que já vinha sendo denunciado no debate público. O PL 1424/2026, formalmente apresentado pela deputada Tabata Amaral, tem como objetivo a criminalização de manifestações políticas relacionadas à Palestina, incluindo expressões como “Palestina livre do rio ao mar”. E isso não é suposição. O próprio André Lajst, presidente da sucursal brasileira da ONG lobista StandWithUs, organização financiada pelo governo de Benjamin Netanyahu, deixou isso claro ao afirmar publicamente que tais expressões seriam criminalizadas pelo projeto. Diversos congressistas, inclusive, já atribuem ao próprio Bruno Bimbi, apontado como empregado de André Lajst, a autoria real do projeto, embora formalmente ele tenha sido protocolado por Tabata Amaral. Isso evidencia que, ao contrário do que vinha sendo sustentado por Tabata Amaral e por seus defensores, o projeto não tem caráter meramente simbólico, pedagógico ou declaratório. Trata-se de uma proposta com objetivos claramente penais, voltada à ampliação de tipos penais e à criminalização de condutas e manifestações políticas. Em resposta a uma postagem do deputado Glauber Braga, que criticava a medida, André Lajst reiterou de forma direta que a expressão “Palestina livre do rio ao mar” seria criminalizada, deixando evidente o alcance pretendido pelo projeto. Ou seja, o próprio representante de uma das principais organizações que atuam em defesa dessa agenda revelou, sem ambiguidades, a real intenção por trás do PL: transformar manifestações políticas em objeto de punição estatal. Isso escancara o risco jurídico e democrático envolvido na proposta, que deixa de ser apenas um debate conceitual para se tornar uma ferramenta concreta de repressão a determinadas posições políticas.

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Douglas
Douglas@dougbm91·
@soupalestina Esse confronto não é deles, eles estão lá pra defender o Libano, não um grupo terrorista financiado pelo Irã.
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Sou Palestina🇵🇸🇪🇭
🇱🇧 EXÉRCITO LIBANÊS ABANDONA LUTA O exército libanês está deixando A cidade de Jdeidit, no sul do Líbano, para dar lugar à entrada e ocupação militar israelense. É exatamente por isso que o Hezbollah luta. As forças armadas libanesas não têm espinha dorsal.
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Drico 🇦🇹
Drico 🇦🇹@coutoadr·
Como que o Beira Rio já era pintado antes da invenção da tinta pelo Geraldo?
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Mário Czbf 🇵🇸🇪🇪
@nicoIodi Semifinal da Copa do Brasil Caso filmado de injúria racial de torcedor Punição: Uma nota de repúdio Dezenas de casos idênticos com outras torcidas no Brasil, nunca houve a mesma punição
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Mário Czbf 🇵🇸🇪🇪
@tiagoguilhermef Na "1." mistura "israelense" (soldado assassino em zona de ocupação colonial) com "judeu" (pessoa religiosa) para aplicar a mesma régua Isso é replicação de retórica sionista.
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Tiago Guilherme
Tiago Guilherme@tiagoguilhermef·
Agora vamos deixar ainda mais claro, porque parece que muita gente confunde de propósito: 1. Desejar que todos os israelenses morram, defender que Israel seja destruído por bomba nuclear, que haja expulsão de judeus ou eliminação de um povo. Isso é antissemitismo. Isso é racismo. Isso é xenofobia. Isso é discurso de ódio. 2. Defender a dissolução do Estado de Israel enquanto estrutura política e a construção de um Estado palestino no qual israelenses vivam como cidadãos, com direitos, convivendo, coexistindo e respeitando uns aos outros. Isso não é antissemitismo. Isso não é racismo. Isso não é discurso de ódio. É uma posição política legítima.
Tiago Guilherme@tiagoguilhermef

Deixa eu explicar uma coisa básica. Não existe um “direito de um Estado existir”. Estados existem. E ponto. A própria ordem internacional admite mudanças, dissoluções e transformações de Estados. Isso já aconteceu várias vezes na história. Portanto, defender a desconstituição de um Estado não é, por si só, ilegal. Um exemplo simples: pessoas que defenderam a dissolução da União Soviética estavam defendendo o fim de um Estado. Isso não significava ódio aos povos eslavos, não era racismo “antieslavo”, não era perseguição étnica. Era uma posição política sobre uma estrutura estatal. Inclusive, há diversos setores sionistas que defendem abertamente o fim do Irã, muitas vezes com discursos que envolvem guerra total e até uso de armas nucleares, o que implicaria a morte em massa da população civil. Agora, quando alguém defende a desconstituição do Estado de Israel, isso não implica, necessariamente, em matar ou expulsar os israelenses que vivem lá. O que se propõe, na maior parte dos casos, é a substituição por um Estado palestino democrático, no qual esses mesmos indivíduos possam viver como cidadãos, com direitos garantidos. Isso não é crime. E não é antissemitismo. Ah, mas “os israelenses não querem”. Certo. Os palestinos que viviam naquele território também não queriam a imposição de um Etnoestado estruturado majoritariamente por pessoas que sequer nasceram ali. Tampouco aceitaram a apropriação de cidades de maioria árabe e a expulsão de grande parte da população, que permanece refugiada até hoje. Então não existe essa ideia de que a autodeterminação de um povo possa se sobrepor à de outro. Se houve violação do direito de autodeterminação palestino, não se pode tratar o processo como se fosse legítimo de forma incontestável. Por isso, não há nenhum crime em defender a desconstituição de um Estado enquanto estrutura política. Isso faz parte do debate político e jurídico internacional. E ponto.

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Mário Czbf 🇵🇸🇪🇪 รีทวีตแล้ว
PCO - Partido da Causa Operária
Sobre o fato de 6 deputados do PT terem assinado à favor do PL 1424/2026, que adota a definição de "antissemitismo" de uma organização sionista internacional, Rui Costa Pimenta comenta na análise de 3ª, na Rádio Causa Operária: “Esses deputados do PT não assinaram por engano, isso aí é a direita do PT. Eles voltaram atrás, porque perceberam que foi demais, né? Mas não dá, de maneira nenhuma, pra gente dizer que isso daí foi um erro, que assinaram por engano, que não sabiam o que estavam fazendo. Até porque nós temos que exigir do deputado um pouco mais de discernimento. É muita falta de consciência, para que a gente acredite que realmente seja falta de consciência. Você vê que o PT é um partido onde as bases têm pouco poder, porque esse pessoal continua aí, dentro do PT, deputados sionistas. Nós temos o senador do PT, o sionista Jaques Wagner, que falou que o Hamas tinha que ser exterminado, defendeu o Estado de ‘Israel’.”
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Mário Czbf 🇵🇸🇪🇪 รีทวีตแล้ว
PCO - Partido da Causa Operária
A respeito da lei proposta por Tábata do Amaral, que classifica como antissemita quem faz críticas a "Israel", Rui Costa Pimenta comenta na análise de 3ª, na Rádio Causa Operária: “Essa lei da Tábata do Amaral é baseada numa instituição sionista internacional que quer restringir a crítica ao sionismo. É uma lei de defesa do sionismo, na verdade. Então ela quer que haja restrições cada vez maiores. E como a lei é propositalmente ambígua e vaga, isso abre caminho para você punir qualquer tipo de coisa. Nós já estamos sofrendo processo de racismo por falar que o estado de “Israel” não deveria existir. Imagine com essa lei agora. É mais uma lei de censura e muito dura. Agora, o que é interessante nessa lei é o seguinte: o único país que você não pode criticar é “Israel”. Por que será? Se você criticar, sei lá, a Colômbia, não dá esse tipo de problema. O que que o estado de “Israel” tem de tão especial? E por que que o antissemitismo é tão significativo assim, mais que o preconceito com outro tipo de pessoa? Se já existe lei contra o racismo, pronto já está.”
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Robinson Farinazzo
Robinson Farinazzo@artedaguerracnl·
"Eu não quero um filho heróico, eu quero um filho em casa" - o pai do soldado das Forças de Defesa de Israel, Maksim Antis, desaba em lágrimas enquanto seu filho e outros três soldados mortos em confrontos no sul do Líbano são sepultados em meio a lamentos. "Tudo o que eu queria era que você vivesse... mas você voltou para casa em um caixão." @equipeADG Google Tradutor
RT@RT_com

'I don’t want a heroic son, I want a son at home' — father of IDF soldier Maksim Antis breaks down as his son and 3 others killed in South Lebanon clashes are laid to rest amid wailing 'All I wanted was for you to live… but you returned home in a coffin'

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