O time que vai combater as facções:
- Lula: condenado por 9 juízes em 3 instâncias
- José Guimarães: o cara do dinheiro na cueca
- Gleisi Hoffmann: codinome “Amante/Coxa” na planilha de propina da Odebrecht
- Gilmar Mendes: o ministro que tratou a Lava Jato como “organização criminosa” e enterrou o combate à corrupção
- Hugo Motta: rachadinha, funcionários fantasmas e família inteira na mira da PF
Confia!
SE essa terrível lei da misoginia fosse ser aplicada de forma isonômica, ela ao menos teria três efeitos positivos: acabar com o funk no Brasil, tornar o Islã uma religião proibida e levar Lula de volta para a cadeia. Mas claro que vai servir só para perseguir a direita.
MELHOR VÍDEO DO ANO
Um raro momento de verdade na ONU, proferido pelo corajoso dissidente kuwaitiano Jasem Aljuraid, a convite da UN Watch:
Senhor Presidente,
Ouvi o termo "colonizadores". Mas quem são os verdadeiros colonizadores? Um reino judeu governou a Judeia por mil anos. Nós, os árabes, tomamos esta terra.
Quem arabizou egípcios, fenícios, persas e berberes? Fomos nós, os árabes.
Então, por que o Conselho consagra uma mentira ao manter um item permanente na agenda sobre a Palestina, enquanto ignora o coração indígena de Israel retornando para casa?
Sejamos claros sobre quem realmente defende nossa soberania. Hoje, Israel luta por nações pacíficas, libertando Gaza do Hamas e salvando iranianos da República Islâmica.
O que Israel está fazendo com a Guarda Revolucionária Islâmica — impedindo um regime genocida de adquirir armas nucleares — é um presente para a humanidade.
Existem 57 países islâmicos e apenas um Estado judeu, Israel. Apesar do desejo odioso e contínuo de eliminá-lo, Israel não só sobreviveu, como prosperou.
Não acredito em milagres, mas este é um.
Portanto, pergunto à ONU: quando vocês vão acabar com o ritual de condenar Israel?
Não está na hora de aprendermos com Israel? Como derrotar o terror, defender sociedades livres e buscar a paz?
Obrigado.
(UN Watch)
A chamada ‘PL da misoginia’ levanta uma questão que vai além da proteção às mulheres. O Brasil já tem leis contra ameaça, injúria, difamação e até violência psicológica. Então, quando surge uma nova proposta com conceitos amplos como ‘misoginia’, a dúvida é: isso resolve um problema jurídico real ou cria um instrumento de controle de discurso?
Porque, na prática, o risco está na interpretação. Se o critério não for objetivo, o que hoje é combate ao abuso pode amanhã virar filtro de opinião, especialmente nas redes sociais, que já são o principal espaço de debate político no país
Quero um projeto de lei para proteger a minoria mais ameaçada deste país: pessoas com QI acima de 120. O sofrimento dessa minoria é indescritível, e se eu tentasse descrever não faria diferença, porque a maioria não teria a capacidade de entender.
Senado aprova projeto de lei que equipara misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Resumindo: Homem não pode mais falar com as mulheres. Fizeram uma merda aprovando isso!