ทวีตที่ปักหมุด
amavi
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@howsweetsotty eu lembro da starship falando q o kiikii ia ser o novo njs KKKKKKKK, mas eu considero momento de loucura, falaram isso no começo e nunca mais 💅
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Acho que se vocês acessarem os posts antigos de debut desses grupos vão ter uma surpresa….
luck@lookatzuyu
muito engraçado falar sendo que o kiiikiii e o h2h foram perseguidas pelos tokkis por supostamente serem cópias do njz
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Polícia pede prisão do fundador de agência do BTS na Coreia do Sul por lucro ilegal de R$ 730 milhões glo.bo/4ejpNQL #g1
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@hamiltonacervo eu olhei a situação e pensei “i will not trow away my shot” acervo 🙏
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a adm assistiu o agente secreto ontem! tô encantada, sinto que é o momento perfeito pra postar essa imagem que @amiigarden fez pra mim
vai levar oscar sim

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nn entra na minha cabeça quando falam que elas não tinham um sucesso orgânico, minhas njs arrasam
⁷₂²@kismetfiless
everyone rise for the national pretty girl anthem
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@antropof4ggot @lodisoty @jiyuchrts mas vendo seus quotes concordo q a mhj é estrela vão ter q aceitar q a mulher tem uma carreira incrível
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@GeaneCorrea6 @taylorpecado o que acontece é q como eu falei, ngm liga pra músicas boas, e sim músicas que viralizam em vídeos curtos pq o spam de atenção das pessoas hoje em dia é igual a de um peixe :D
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@GeaneCorrea6 @taylorpecado e as pessoas não avaliam a musica em si mas só o “artista”. essa coisa de vibe 2000 e afins era algo que tava previsto pra acontecer dado o ciclo de tendências (o que era moda a 20 anos atrás se torna interessante e o que era de 10 anos atrás é cringe)+
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off; nada contra ela mas acho que esse formato de performance não agrada mais, principalmente com critica, isso ficou nos anos 2000 com a britney
Pop Crave@PopCrave
Addison Rae performing “Fame is a Gun” at the #GRAMMYs.
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@hawksofshedtwt_ she’s very much paying for streams bc i was on my yt music account yesterday (i was listening to BROADWAY MUSICALS) and her song played next like leave me alone 😭
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Today is the the press conference, ofcourse hybeincel will go out from their cave
흠ㅋ@heumk282351
뉴진스가 릇 +타그룹 표절한 사례 앙딱정 해드립니다
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dont fucking bring gfriend into this. hybe destroyed gfriend just like they did with newjeans idiot
흠ㅋ@heumk282351
뉴진스가 릇 +타그룹 표절한 사례 앙딱정 해드립니다
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Representantes legais de Min Heejin realizaram uma coletiva de imprensa para negar as acusações de aliciamento contratual envolvendo o NewJeans.
A conferência de imprensa teve como foco esclarecer as acusações de aliciamento contratual e interferência indevida em contratos envolvendo Min Heejin e o NewJeans. Segundo a equipe jurídica da ex-CEO da ADOR, a narrativa de que Min teria incentivado ou planejado a saída das integrantes da empresa não corresponde aos fatos e vem sendo tratada como verdade pública sem comprovação concreta.
Os advogados explicaram que essas acusações estão diretamente ligadas a um processo civil em andamento entre Min e a ADOR, relacionado a um acordo de acionistas avaliado em até 26 bilhões de won, cuja decisão judicial é aguardada para 12 de fevereiro. A HYBE sustenta que o acordo foi encerrado em julho de 2024, quando declarou o contrato de Min inválido após acusá-la de tentar retirar o NewJeans da ADOR. Já a defesa afirma que essa rescisão unilateral não tem validade legal, pois um contrato não pode ser encerrado apenas pela vontade de uma das partes.
A coletiva foi convocada para apresentar a versão de Min diante das ações judiciais movidas pela ADOR, que incluem pedidos de indenização, alegações de violação contratual e disputas envolvendo algumas integrantes do NewJeans. Min não esteve presente, e seus advogados explicaram que o caso envolve questões familiares sensíveis e fatos recentemente revelados que causaram forte impacto emocional, tornando difícil sua aparição pública naquele momento.
De acordo com a defesa, as acusações de aliciamento contratual não surgiram porque Min tentou tirar o NewJeans da ADOR, mas sim a partir de divergências profundas sobre valores e sobre a forma de conduzir um selo independente dentro da estrutura da HYBE. Os advogados afirmaram que Min não tem responsabilidade pelas suspeitas levantadas e que essas alegações foram exploradas por terceiros interessados em manipular o mercado financeiro, envolvendo inclusive um familiar de uma das integrantes do grupo.
Foi relatado que Min foi processada pela ADOR por danos apenas um dia antes do início de 2026, sob a alegação de que ela teria infringido os direitos de gestão da empresa ao tentar separar o NewJeans. Segundo a defesa, Min acreditava que sua relação com a ADOR já estava encaminhada para uma resolução e que as integrantes também retomariam suas atividades normalmente. Ela acreditava que ambas as partes estavam seguindo em frente visando o futuro.
No entanto, Min teria passado a se preocupar ao perceber indícios de que a ADOR poderia estar enfraquecendo ou desestruturando o grupo como um todo, citando como exemplo a rescisão isolada do contrato de Danielle. Além disso, no contexto da disputa acionária com a HYBE, teriam surgido tentativas de envolver familiares das integrantes, o que levou Min a considerar necessário ao menos expor sua posição básica sobre os acontecimentos.
A defesa afirmou ainda que Min descobriu posteriormente que as acusações de aliciamento contratual relacionadas ao NewJeans estariam ligadas a um esquema de manipulação do mercado de ações, supostamente articulado com a participação de um familiar de uma das integrantes e empresários associados à empresa Davolink. Segundo essa versão, tanto Min quanto o NewJeans teriam sido usados como instrumentos para inflar artificialmente o valor das ações da empresa, servindo aos interesses de terceiros.
Mesmo diante desse cenário, Min teria tentado chegar a um acordo, a ponto de considerar abrir mão de seus direitos no acordo de acionistas, com o objetivo de viabilizar o retorno do NewJeans às atividades. A defesa reforçou que Min nunca teve a intenção de retirar o grupo da ADOR e que seu objetivo principal sempre foi garantir que o NewJeans pudesse continuar suas atividades de forma adequada e estável.
Durante a coletiva, foram detalhados contatos feitos por um tio de uma das integrantes, que afirmou ter proximidade com executivos da HYBE e, posteriormente, apresentou Min a Park Jungkyu, figura associada à Davolink. Min teria estranhado essas aproximações, considerado as propostas incoerentes e mantido cautela. Ainda assim, continuou ouvindo as conversas por acreditar que qualquer canal de diálogo poderia ajudar a alcançar um acordo com a HYBE.
Os advogados relataram que Min também buscou uma via direta, reunindo se com o então novo CEO da ADOR, Lee Jaesang, em setembro de 2024, para discutir a possibilidade de retornar à empresa. Nessa reunião, Min teria manifestado disposição para abrir mão de diversos direitos, solicitando que a HYBE retomasse o diálogo e melhorasse a relação entre as partes.
Posteriormente, o tio da integrante voltou a entrar em contato e apresentou Park Jungkyu, levantando sugestões consideradas estranhas, como estratégias para pressionar a HYBE em eventos internacionais. Min acabou se reunindo com Park por um curto período, mas segundo a defesa, não houve qualquer discussão sobre investimentos, aquisição de empresas ou a saída do NewJeans da ADOR. As conversas teriam sido gravadas justamente por Min ter considerado o conteúdo confuso e desconexo.
Segundo os advogados, a narrativa divulgada posteriormente pela imprensa, de que Min teria pedido investimentos bilionários ou planejado tomar o grupo, não corresponde ao que foi efetivamente discutido. Pelo contrário, Min estava naquele momento tentando se distanciar de qualquer situação que pudesse gerar suspeitas de interferência contratual ou manipulação financeira.
Mesmo após Min recusar convites para eventos e negar qualquer cooperação, rumores continuaram a circular ligando seu nome à Davolink. Diante disso, ela questionou diretamente o familiar da integrante sobre o que estava sendo feito sem seu conhecimento. Mensagens apresentadas indicariam que o próprio familiar admitiu ter sugerido a saída do NewJeans da ADOR, proposta que Min teria recusado desde o início.
A defesa afirmou que esse familiar seria o principal responsável pela origem das suspeitas de aliciamento contratual, e não Min. Após esse episódio, Min teria bloqueado contatos com Park Jungkyu e se afastado completamente da situação.
Um jornalista investigativo presente na coletiva afirmou que sua equipe encontrou indícios de que Park Jungkyu tentou utilizar Min Heejin e o NewJeans como uma chamada "ação temática" para inflar artificialmente o valor das ações da Davolink. Segundo ele, a empresa apresentou histórico de instabilidade, correções frequentes de comunicados oficiais e tentativas anteriores de se beneficiar de temas populares no mercado financeiro.
Foi destacado que, embora as acusações tenham ganhado força após reportagens de determinados veículos, não há provas de que Min tenha participado de qualquer esquema de manipulação de ações ou de aliciamento contratual. A defesa afirmou que essas reportagens acabaram beneficiando a ADOR e a HYBE, ao deslocar o foco da disputa acionária para uma controvérsia pública envolvendo a imagem de Min.
Ao final, os advogados declararam que Min Heejin enfrenta uma situação extremamente difícil em várias frentes, mas decidiu se manifestar agora após ter acesso a investigações que apontam para a atuação de grupos envolvidos em distorções do mercado de capitais. Eles anunciaram que entrarão com ações por difamação e denúncias por violação da Lei do Mercado de Capitais contra os responsáveis.
A equipe jurídica concluiu afirmando que Min Heejin não praticou aliciamento contratual, não tentou induzir o NewJeans a romper seus contratos e que as acusações que circularam desde o final de 2024 foram construídas de forma distorcida, alimentadas por interesses externos ligados à manipulação financeira e não por decisões artísticas ou de gestão.


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