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Gabriel
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A viatura quase te atropela, você reclama e a policial (que pode usar arma, mas não pode usar câmera???) volta e mata você.
Enquanto isso a população vai perdendo a conta dos casos isolados.
Deus abençoe e dê forças a essa familia destruida por quem deveria servi-la e protegê-la.
g1@g1
'Você atirou? Você atirou nela? Por quê?', questiona PM a soldado que matou mulher em abordagem na Zona Leste de SP glo.bo/4tz75sm #g1
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- o que é isso?
- ana frango elétrico, vai levar?
- hoje não
Archive Tyler, The Creator@xerecadotyler
Tyler, The Creator was in downtown São Paulo buying some classic Brazilian Popular Music (MPB) after his show at Lollapalooza Brasil 🇧🇷 Purchased items: VINYL Marcelo – Alimento e Paixão Coletanea – A Ipanema a Alfana Nana Caymmi – Nana Caymmi (1988) Joyce Moreno – Feminina Maria Bethânia – Ciclo CD Jorge Ben Jor – Bem-Vinda Amizade Djavan – Seduzir Gal Costa & Caetano Veloso – Domingo Caetano Veloso – Qualquer Coisa
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Kleber, em Bacurau você fez uma das cenas mais marcantes que já assisti em um filme. E ela na verdade é muito simples, mas com uma mensagem forte pra caramba.
Ela começa quando o Damiano vê o disco voador pela primeira vez no filme. E nesse momento a gente fica sem entender se vai ter uma pegada mais scifi ou não. Mas chegando em casa ele fala pra esposa, na lata: “tem um drone vigiando a gente”.
Essa fala me quebrou inteiro, porque em nenhum momento passou pela minha cabeça que aquele senhor, que vive isolado do mundo em um povoado do Seridó do RN, faria essa associação de que aquilo era um drone. E o mais engraçado dessa história é que eu nasci nessa exata região que foi filmado Bacurau (em Currais Novos, mas minha família cresceu na Mina Brejuí, ao lado de Acari, onde vc gravou a casa do Lunga em Gargalheiras).
Esse meu PRÉ-conceito assistindo essa cena me lembrou que, mesmo minha família também morando em um desses povoados dessa região, mesmo com toda pobreza, eles sempre tiveram acesso à informação, computador, celular. Foi um avanço progressivo ao longo de muitos anos que permitiu isso. Inclusive meu tio na década de 70s até fazia sessões de cinema na Mina Brejuí e trazia todas essas informações de mundo pra essa população mais pobre através de filmes. Igual você fez com o lançamento de Bacurau em Parelhas, com uma sessão a céu aberto.
Enfim, tudo isso me fez reforçar a potência que existe na sabedoria popular. Seus filmes me tocam muito nesse lugar e “O Agente Secreto” também tem várias cenas que trazem essa simplicidade, mas com uma riqueza na sensibilidade do que tá sendo falado, que até parece que foi milimetricamente pensado até respeitando o regionalismo e sotaque de quem fala. A participação de Dona Sebastiana faz muito isso.
Desculpa o textão, mas precisava te falar isso de alguma forma.

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