
Caio, fanboy da From
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Caio, fanboy da From
@caion89
Conversador e especialista em opiniões sobre o mundo alheio. Ph.D pela faculdade da vida.




🏝️ 🤑 Turista repercute ao revelar os preços pagos para aproveitar um dia na praia em Fernando de Noronha (PE).



O que distingue o Estado do Rio de Janeiro — e o torna politicamente anômalo no conjunto da federação — não é sua dimensão, sua economia ou sua inserção regional, comparáveis às de São Paulo ou Minas Gerais, mas a sua própria origem institucional. Trata-se do único estado brasileiro criado por fusão, em 1975, reunindo duas unidades de natureza diversa: o antigo Estado do Rio de Janeiro, com capital em Niterói, e o antigo Estado da Guanabara, isto é, a cidade do Rio de Janeiro enquanto ex-capital da República. Em toda a história republicana, os estados surgiram por desmembramento; apenas o Rio nasceu da sobreposição forçada de estruturas preexistentes. Essa singularidade não é apenas histórica, mas estrutural. A nova capital estadual — a cidade do Rio de Janeiro — jamais deixou de exercer funções federais, administrativas e simbólicas que a distinguem das demais capitais. O resultado foi a formação de um ente híbrido, em que se confundem, de modo permanente, as esferas estadual, municipal e federal. A autoridade se fragmenta, a responsabilidade se dilui e a política se organiza em torno da disputa por recursos dispersos, e não da condução coerente de um governo. Como não relacionar essa configuração com a anomalia persistente da política fluminense? Como explicar que, em um estado que nada tem de excepcional no contexto do Sudeste, sua classe política tenha se degradado de forma tão contínua? A resposta mais plausível não é moral, mas institucional: onde a autoridade é ambígua e as competências se sobrepõem, a responsabilização se enfraquece e as redes predatórias prosperam. O paralelo com o Distrito Federal torna essa hipótese ainda mais difícil de ignorar. Também ali se observa um ente híbrido, cuja vida política gravita em torno do aparato estatal e da proximidade com o poder central — e também ali a qualidade da representação se deteriora de modo semelhante. Não se trata de coincidência. Trata-se de padrão. Se isso é correto, a anomalia não é acidental, mas consequência da própria forma assumida por essas unidades. E, nesse caso, a solução não pode ser apenas conjuntural. Ela passa por enfrentar o problema em sua raiz: refederalizar as duas capitais — a antiga e a atual —, restituindo à União a responsabilidade direta por sua administração, e libertar o antigo Estado do Rio de Janeiro, com capital em Niterói, da subordinação a uma cidade que, na prática, nunca deixou de ser federal. (Pode-se pensar noutras providências ou adaptações: levar junto a baixada Fluminense, estender o modelo a Salvador, devolver à união o direito de nomear os governadores dessas cidades. Tudo se pode discutir como solução. Mas não vejo muito como fugir desse diagnóstico politico-federativo). (E é claro que, enquanto nada disso estiver no horizonte, o que se pode fazer pelo amor de Deus é eleger @eduardopaes governador para ele trabalhar com o outro Eduardo, o @CavaliereRio . Sem gente séria à frente da cidade do estado, qualquer solução é impossível)


A direita tem que colocar para votar três coisas: 1. PEC da Prisão Perpétua para Feminicidas e Latrocidas; 2. PEC da Prisão Perpétua para Estupradores de Crianças; 3. PEC da Redução da Maior Idade Penal para Estupradores e Assassinos; Eu sei que tem político e estrategista que me segue. Fica o aviso: QUEM FICA NA DEFENSIVA PERDE. Retomem a iniciativa na disputa por narrativas. Deixem a esquerda explicar porque querem tirar estuprador da cadeia.



⚠️ Vasco e Marcos Lamacchia encaminham acordo para venda da SAF por valor superior a R$ 2 bilhões ➡️ glo.bo/3PYolZz Quase dois anos depois de tirar a 777, direção de Pedrinho se aproxima de acordo com novo investidor 📸 Agif



🚨 Senado aprova projeto que equipara misoginia ao crime de racismo A proposta foi aprovada por unanimidade, com os 67 senadores que estavam presentes votando a favor; texto segue para a Câmara


@poponze Todas as minhas tias avós e minha avó falavam que durante a ditadura NEM ladrão de galinha existia! Meu pai era jovem ia pra rua com a bicicleta e as vezes esquecia ela na praça porque voltava distraído com os amigos, ai ele voltava no outro dia e ela tava la, esse era o normal!


No Dia Mundial da Água, o IBGE traz dados do Censo 2022 sobre a conexão dos domicílios à rede de esgoto no Brasil. 💧 Enquanto SP (91,3%) e DF (86,22%) lideram a conexão à rede, estados como AP (12,06%) e RO (13,63%) enfrentam grandes desafios de saneamento. 📌





Pessoas com esgoto gerido de forma segura 2000 🇧🇷: 35% 🇲🇽: 18% 🇮🇳: 9% 2024 🇮🇳: 63% 🇲🇽: 62% 🇧🇷: 55%










