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@cinemaedebate
Roberto Siqueira, criador do blog Cinema & Debate. Apaixonado pela família, viagens, cinema, futebol e música. Pacifista e progressista.



acho muito engraçado quando vejo alguém falando "brasileiro é tudo vagabundo que só quer saber de feriado" meu amigo voce ja falou com algum europeu na vida













silêncio, estou estudando


Fluminense perde um dia de treino no retorno ao Rio e tem novo desafio de logística à vista dlvr.it/TSCKvf

OPINIÃO! 🚨 “Arrascapênalti”, disse o jornalista da imprensa paulista, tentando colar no jogador Arrascaeta uma fama de cavador de pênalti. O apelido é covarde, e a linguagem explica por quê. “Arrascapênalti” cria uma confusão deliberada entre um título (o apelido) e uma figura de linguagem, a metonímia, que atribui ao jogador a parte pelo todo: Arrascaeta passaria a representar todos os cavadores de pênalti do Brasil. E isso não é verdadeiro, muito menos saudável. Primeiro, porque no próprio Flamengo Bruno Henrique cava muito mais pênaltis. A resposta que o apelido costuma receber é: “mas o Arrasca cava e engana o juiz”. Ou seja, a culpa seria do juiz, não dele. Segundo, porque no futebol brasileiro existem centenas de jogadores que cavam mais pênaltis do que ele para que Arrascaeta carregue sozinho essa fama. A parte pelo todo só se sustenta com estatísticas. Sem elas, é mentira ou covardia de quem criou o apelido. Terceiro, e mais importante: o termo revela tanto quem o inventou quanto a intenção por trás dele: pressionar os juízes para que não marquem pênaltis a favor do jogador, beneficiando times rivais. Trata-se de uma imprensa paulista antiquada, que não consegue enxergar além do próprio umbigo. Ela própria é metonímica: toma a parte (o futebol paulista) pelo todo (o futebol brasileiro) e acha que isso basta. Só que agora eles não falam mais sozinhos em seus debates. Nenhuma covardia fica sem resposta.










