PaiCatólico 🇻🇦@Pai_estovir
O maior milagre, mais vivo e nítido, que eu vivi com o Santo Rosário.
O ano era 2021. Meus amigos e eu começamos uma corrente de Rosário diário que perdura até hoje. Um deles me deu um livro: O Santíssimo Segredo do Santo Rosário, de Luís de Montfort. Li tudo...
Passaram-se alguns anos. Já estamos em 2025. Fiquei desempregado por um período e comecei a jogar um jogo chamado Rematch, que tinha acabado de ser lançado.
Fui top 50 global como goleiro e entrei em um time competitivo. Obviamente, eu era o “tiozão” do time, o mais velho. E lá havia o líder e fundador: Pedro Henrique, conhecido como AGA.
Treinávamos 1 hora e meia por dia. Em uma de nossas calls no Discord, ele contou que se ausentaria por alguns dias para fazer um tratamento médico. Naquela hora, eu já saquei o que era… o time não. Fiquei calado.
Ele voltou, e perguntaram diretamente: “O que você tem?”
Ele respondeu: câncer de pulmão com metástase.
17 anos de idade.
Vou dizer: um homem íntegro. Nunca falou um palavrão (o que é praticamente impossível em jogo competitivo), sempre rezava antes dos jogos no campeonato e mantinha a equipe unida.
O tempo passou, e ele foi internado no hospital. Nesse dia, mandei uma mensagem mais “invasiva” e perguntei: “AGA, você é de qual igreja?”
Ele respondeu: “Sou adventista. Mas já faz dois anos que não vou à igreja, mas acredito em Deus.”
Falei: “AGA, não quero ser indelicado nem invasivo, mas posso lhe enviar um presente?”
Ele aceitou.
Enviei para ele o livro que meu amigo me deu, um terço abençoado e uma carta explicando as promessas de Nossa Senhora aos devotos do Rosário.
Era plena Quaresma com o Frei Gilson; mostrei para ele, expliquei o Rosário também pelo WhatsApp, e só. Nunca soube o que ele fez com tudo aquilo.
Ele apenas me disse que a mãe dele agradeceu muito o presente e que ela amou.
Passaram-se mais algumas semanas. A mãe dele me enviou uma mensagem dizendo que ele havia descansado.
Mas que rezou o Rosário todos os dias com o Frei Gilson e lia o livro.
O que dizer sobre isso?
Para um católico que conhece as promessas de Nossa Mãe, só uma coisa: ela foi buscá-lo para os braços de Cristo. Salvou-se pelo Santo Rosário.
Por isso, não suporto aqueles que atacam o Frei. Quando meu amigo, Pedro Henrique, estava em uma cama de hospital, foi o Frei Gilson quem lhe fez companhia, junto com o Rosário, preparando-o para se encontrar com Cristo.
Com o Rosário, só aumentou a minha fé, e a certeza de que fiz o que Nossa Senhora pediu: “Espalhai a devoção do meu Saltério.”
Amém.