tambor
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@kteodork @Jvvarcjxx @oitambor Literalmente se provar. E é engraçadíssimo quando não pode atingir. Meu iPhone é o 16 Pro Max que eu mesmo paguei, só a minha coxa dá duas das ervilhas que ele empina em foto pra dizer que tem. Mas ele CONTINUA querendo mostrar que é alguém. Chega dar dó
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Sinceramente? Não precisava disso
erick@boredck
Ebony - 'KM2' (2025) // 'KM2 (De Luxo)' (2026) a pintura da segunda versão sendo o live action da capa original... ARTE, meus amigos.
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@Jvvarcjxx @kteodork a gay com verruga no nariz e 1,50 de altura e mesmo assim tem que empinar a bunda pra ter algo querendo falar da aparência dos outros MKKKKKKKKKKKKKK

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@whomurilo @mvitorj uso só puma e ck originais mas a última coisa que vou me importar é se a pessoa q to transando usa original ou falsa. vc só é fútil mesmo
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@whomurilo @mvitorj gente vocês leem as coisas que vocês escrevem ? quão fútil e fudido vc é para se irritar com cueca falsa dos outros KKKKKKKKKKKKKKKK
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@filmferrari nah, that would be cool but amerie and malakai are another level
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malerie is such soulmatism, but i also think about these alternative endgames a lot #heartbreakhigh


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Y’all can’t even handle different sexualities be fr
•@yducknow
what a boring planet… no fairies, no elves, no mermaids, no dragons, no vampires, no ware wolves….. just bills, stress, gossip, and insufferable people
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Há mais de uma década, meu pai veria o Juliano e o chamaria de "viado", como fez comigo diversas vezes, inclusive com ameaças físicas quando comecei a trazer debates de gênero e sexualidade para dentro de casa.
Como eu me entendo sexualmente não vem ao caso, assim como também não importa a sexualidade do Juliano, para ninguém. Importa, na verdade, o que leem sobre nós.
Certa vez, eu perdi um amigo de infância porque o convidei para uma reunião sobre questão LGBT+ que aconteceria na UFPR. Ele me bloqueou de todas as redes sociais. Certa vez, um ano depois, eu estava com uma garota num bar e ele veio até nossa mesa, espantado.
"Achei que você tinha virado viado."
Até aquele dia, eu achava que ele tinha me bloqueado por algo que eu tinha feito, algum vacilo ou coisa assim, pois éramos muito próximos na infância e na adolescência, papo de um dormir na casa do outro. Compartilhamos diversas experiências da heteronormatividade juntos, inclusive da vida sexual, brigas em jogo de futebol, tudo. De repente, ele sumiu e não retornou meus contatos.
Quando ele perguntou sobre eu "virar viado", eu o questionei sobre o motivo. Nesse momento, ele contou que recebeu meu convite no Facebook — eu sempre disparava as agendas para meus contatos, eram mais de 4 mil pessoas — para uma reunião sobre a questão LGBT (eu já era militante e próximo das pautas de direitos humanos, ele sempre soube) e elaborou o seguinte: o Valnei virou "viado" e quer que eu vire também.
Ele fez um esforço tão grande para chegar nessa conclusão equivocada e tomar uma decisão tão brutal que quem se assustou fui eu. Ele aceitava bem minha atuação política, recebia convite de tudo: marxismo, antirracismo, cultura, mulheres etc., mas parou, estacionou, depois acelerou e deu meia-volta na questão LGBT.
Naquele momento, eu percebi que, de fato, me culpei à toa pelo rompimento daquela amizade de infância, pois não era aquilo que eu queria para minha vida. Nós não tínhamos uma amizade que reproduzia homofobia recreativa, então nunca foi uma questão esse tipo de coisa. Eu estava errado.
O que mais me assustou foi perceber que alguém que cresceu comigo, se desenvolveu enquanto sujeito, homem e heterossexual comigo, não me conhecia ao ponto de sentir que eu era uma ameaça à sexualidade dele por um convite de rede social. Olhem que loucura.
Naquele encontro casual de sustos mútuos — um por delusionismo absoluto (ele), fruto de uma homofobia quase que primitiva; outro por revelação (eu), adiada por afeto e empatia — serviu para que eu buscasse entender onde e com quem eu gostaria de estar, de andar, mas, principalmente, quem eu era.
Ver os embates de Juliano e Jonas, com destaque às falas do Jonas ao se referir ao Juliano, me lembraram muito aquele encontro casual num bar há mais de 10 anos.
Marina Sena tem razão quando fala que há um modelo de homem em desuso, e o surgimento do Legendário é a prova disso, com seu slogan de "recuperar o poder masculino". E, claro, que um estereótipo "heterotop" sair para um twink afeminado é bastante simbólico para mim, pois eu vejo o BBB como espelho social.
Uma coisa que aprendi com o processo de análise é que muitas vezes o medo de nos tornarmos aquilo de que não gostamos nos impede de sermos quem nascemos para ser. E não estou falando sobre sexualidade, pois, como falei lá em cima, isso não importa, para ninguém.

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