@ReconditoVeneta@OFCBostil Também não precisamos ser tão caxias. Pode sair pra balada sim, mas 1x por mês, e de preferência sem usar nada que cause dependência com facilidade
@OFCBostil Não se envolvam com noitada dos 18 aos 25, esse é o pico da energia produtiva, a noite rouba muito dela. Fora que, quem gosta de noitada nunca se cura, pode apenas ficar abstêmio. (Experiência própria)
@OFCBostil Cuide bem da saúde, treine 5 vezes na semana, não fica enchendo a cara feito um filho da puta, coma direito e seja gentil num mundo cheio de babaca. Não seja infectado pela arrogância, seja gentil, educado, trabalhador e estudioso. O resto vem, se não vier fodase, vc fez o seu.
@pedrosafra Até os anos 90, as academias, universidades e clubes tinham banheiros masculinos assim. Não havia muito pudor com relação à nudez. Hoje, com a proliferação de câmeras de vídeo de diversos formatos, as pessoas costumam ser mais cautelosas.
@vitorpaulinoadv@vigsddl Sim, é justamente isso. Não é que os golpistas tenha uma "boa persuasão "; eles simplesmente mentem dizendo que vai cair uma verba enorme em favor do cliente, deixando-o com água na boca 😂 fica difícil resistir
@vigsddl basicamente eles mentem. dizem que caiu uma indenização no valor x e precisam de um valor para liberar.
alguns colegas aqui dizendo que é incrível que nem documento os clientes as vezes enviam. entenda: eles mentem com vantagens ao clientes, nós não fazemos isso e nem podemos.
o golpe do falso advogado é uma coisa impressionante.
o golpista consegue o pagamento do cliente em 5 minutos sendo que o advogado de verdade não consegue em meses
Pense em uma mãe de classe média que trabalhou toda a vida sem diploma universitário. Ela fez de tudo para que o filho estudasse. Incentivou da forma que pôde e comemorou cada conquista dele. O garoto chegou à universidade. Formou-se. E hoje, aos 30 anos, seu salário não proporciona aquilo que imaginava. Ele ainda mora com ela. Ela não entende o que deu errado. Ele também não.
Esse é um dos retratos de uma transformação geracional que discuti em um estudo que realizei com Daniel Duque e Fillipi Nascimento intitulado "Geração X versus millennials: quem são os grandes vencedores?".
Os millennials (geração geralmente definida como a dos nascidos de 1981 a 1996 e, no estudo, representada pelos nascidos de 1992 a 1994), estudaram mais do que qualquer geração anterior. Tiveram mais acesso ao ensino médio e à universidade. Cresceram em um país com inflação controlada e sem muitos dos choques que marcaram a juventude da geração X (no estudo, representada pelos nascidos de 1967 a 1969).
A geração X encontrou um país mais instável. Depois surfou um período de expansão econômica e de valorização do salário mínimo. Já os millennials chegaram ao mercado justamente em um momento de baixo crescimento. Eles fizeram o que a sociedade pediu que fizessem. Mesmo assim, encontraram um mercado de trabalho difícil e menos segurança econômica.
Perceba que existe quase um paradoxo nessa história. A geração que mais estudou foi justamente aquela que encontrou um mercado em que o diploma foi perdendo parte do seu valor.
(...)
Os custos de moradia cresceram. Os jovens de classe alta conseguem usar esse tempo em casa como uma espécie de trampolim. Ficam mais tempo estudando, fazendo pós-graduação, aprendendo idiomas, viajando ou guardando dinheiro até se sentirem prontos para sair.
Já os jovens de baixa renda tendem a sair de casa antes porque a vida adulta chega mais cedo. Começam a trabalhar antes de seus colegas mais abastados, formam família mais jovens e costumam ir morar em lugares menos seguros.
Então, antes de terminar, volto àquela mãe e àquele filho da classe média. O que você acha que ela deve dizer a ele? Que estudar foi um erro? Acho que não. Acho que ela deveria dizer que ele fez tudo certo e que sente orgulho.
O problema está na promessa que foi vendida junto com o diploma. A educação continua abrindo portas, mas o que está do outro lado depende de políticas econômicas, da distribuição de renda e de um país que cresceu pouco quando essa geração chegou ao mercado.
Coluna completa: www1.folha.uol.com.br/colunas/michae…