Ministério da Defesa da Resenha

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@MinDefResenha

Cobrindo o futebol brasileiro com a seriedade que ele merece — nenhuma.

Salvador شامل ہوئے Mart 2026
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Ministério da Defesa da Resenha
AVISO MINISTERIAL 001/2026 Fica estabelecida, com efeito imediato, a reorganização institucional deste Ministério. O Ministério da Defesa do Bahêa — íntegro, tricolor, exclusivo e inabalável — segue em novo endereço: @MinDefBahea Este perfil passa a operar sob a denominação Ministério da Defesa da Resenha, com atribuição exclusiva sobre o futebol geral e suas resenhas maravilhosas (ou não). Nenhuma pasta foi extinta. Nenhum princípio foi abandonado. Apenas o organograma foi atualizado. Futebol Que Arrepia a Alma Segue os dois. É uma recomendação oficial.
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Cicinho chegou no São Paulo em 2003 ganhando R$40.000. Tinha recusado R$120.000 do Goiás. R$90.000 do São Caetano. R$80.000 do Santos. E uma proposta de 4 milhões de dólares da Rússia. Escolheu o São Paulo por R$40.000 — e pediu para morar dentro do CT nos primeiros dois anos. Qualquer pessoa acharia essa opção estranha. Ele era solteiro, tinha dinheiro, estava começando a se tornar famoso. Poderia morar onde quisesse. Mas ele sabia de algo que poucos jogadores jovens sabem. "Eu sabia que fora dali, com o glamour de ter saído do Atlético Mineiro, poderia dar uma empolgada muito cedo. Então optei por cuidar da minha carreira. Dentro do CT tinha tudo — cozinheira, faxineira, lavadeira. Para quê gastar lá fora?" Foi morando dentro do CT que ele viu. Treino acabava às 16h30. Às 18h30, 19h, passava o Rogério Ceni ainda no campo. Dia após dia. Cicinho foi perguntar. O Rogério respondeu com a simplicidade de quem nem percebia que estava ensinando: "Moro longe. Se sair agora, pego trânsito. Então fico aqui e bato falta." 100 faltas. 150 faltas. Todo dia. Cicinho olhou para aquilo e fez a conta mais simples da carreira: "Eu moro dentro do CT. Não tenho trânsito para pegar. Não tenho motivo para sair. Então o que que eu vou fazer aqui? Eu vou fazer cruzamento!" Pegou 10, 15 bolas — cuidadosamente, para não irritar o Rogério — colocou a barreira e ficou cruzando por cima da barreira até escurecer. Todo dia. O que aconteceu depois foi natural. O Denis começou a cobrar falta junto. O Fábio Santos foi fazer cruzamento junto com Cicinho. O Lugano apareceu fazendo paredão antes do treino — o mesmo Lugano que tinha chegado sem saber chutar direito. Ninguém mandou. Ninguém discursou. Ninguém fez reunião. O Rogério Ceni nunca chegou para o Cicinho e disse: "É assim que você vira jogador de São Paulo." Nunca falou nada. Só ficava lá, batendo falta, enquanto o resto do elenco ia embora. Cicinho resume com uma frase que carrega mais do que parece: "O líder é aquele que não precisa falar. Só o comportamento já dita." Foi com essa mentalidade — construída no CT, observando o Rogério em silêncio — que o São Paulo ganhou Libertadores e Mundial. 📹 Via Podcast Cosme Rímoli — link abaixo 👇 #RogérioCeni #SãoPaulo #futebolbrasileiro #Cicinho #liderança #Mundial
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Milton Neves revelou para a televisão brasileira pelo menos três nomes que você conhece muito bem. O Neto. O Craque chegou até ele com humildade, sem ter feito nada na televisão ainda. Milton viu algo, deu a chance. Hoje o próprio Neto fala que foi o Milton quem o inventou. Fora das câmeras é outro cara — ajuda todo mundo em silêncio, não conta pra ninguém. O Denilson. Milton o levou pro Debate Bola ainda na Band. No primeiro teste ao vivo, o Denilson leu o teleprompter e foi fazer porpaganda de uma tv e saiu "ela é feita no mais riGIdos padrões de confecção" com tanta convicção que todo mundo riu. Emplacou mesmo assim. É improviso desde o começo. O Oscar Roberto Godói — o "Prêmio Nobel da Guerra". O apelido foi o Mauro quem deu. E o Godói é o ser humano mais inacessível do futebol brasileiro. O Charla tentou convidar. Tocaram o áudio da resposta ao vivo no estúdio. "Essa mrda de podcast só é bom pra quem faz. Fica recortando, ganhando dinheiro, e a gente só toma no c. Se fosse bom eu faria pra mim." Milton ouviu o áudio, sorriu e não disse nada. Não precisava. 📻 @CharlaPodcast — link abaixo 👇 #futebolbrasileiro #MiltonNeves #CraqueNeto #Denilson #Godói #televisão
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Expedito Paz
Expedito Paz@expeditopaz·
@MinDefResenha citando Exu de novo, quando o Flamengo é campeão costumam fazer carreata por lá, pra ver o tamanho da influência
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Por que tem torcedor de Flamengo em Fortaleza que nunca viu o time jogar ao vivo? Milton Leite tem a resposta. E ela começa antes da televisão existir. A Rádio Nacional transmitia jogos do Flamengo pro Brasil inteiro. Era uma potência de sinal. Quem morava no Nordeste, no Norte, no Centro-Oeste ouvia Flamengo no rádio toda semana — e nunca ouvia o time local. Quando a televisão chegou, a Globo continuou a lógica: transmite quem dá audiência. Quem dá audiência? Flamengo no Rio. Corinthians em São Paulo. Porque já tinham as maiores torcidas. E as maiores torcidas eram grandes porque eram os times mais transmitidos. Círculo vicioso perfeito. Milton reconhece a falha — mas faz questão de separar: não é culpa de nenhum jornalista específico. É uma falha do sistema. O profissional que narra Corinthians mora em SP. O que narra Flamengo mora no Rio. A opinião vai naturalmente para o que ele vê todo dia. "Não condeno a Globo de colocar Flamengo domingo sim, domingo não. É o que dá audiência. Televisão é negócio." Mas o efeito colateral existe: o Brasil criou, ao longo de décadas, torcedores de times que nunca viram ao vivo — e ignorou histórias, títulos e ídolos de clubes inteiros que simplesmente não apareciam na tela. Hoje a transmissão tá mais pulverizada. Streamings, plataformas regionais, YouTube. Mas o dano histórico da concentração já foi feito. 📺 Podcast RivotalksBR — link abaixo 👇 #futebolbrasileiro #Flamengo #Globo #televisão #Nordeste #Brasil
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Oberdanaon
Oberdanaon@Oberdanaon·
@MinDefResenha Discordo dele... Pq primeiro, estamos em 2026... Em 2026, a maneira de se transmitir futebol em TV aberta, tem que ser mexida... E outra, ele desconsidera (de forma conveniente pra ele claro) o clubismo extremo que vem agregado as transmissões e coberturas feitas pela TV...
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Expedito Paz
Expedito Paz@expeditopaz·
@MinDefResenha a família dos meus pais é de Exu, no sertão aqui de Pernambuco. lá basicamente geral torce pro Flamengo ou pro Vasco. Às vezes aparece um corintiano, são-paulino, palmeirense... hoje em dia é mais comum a Globo transmitir jogos dos times daqui pro estado todo, mas difícil mudar
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Void de basher
Void de basher@piazaopiazero·
@MinDefResenha Esse Milton neves é uma pessoa detestável, falsas falácias de apito amigo e um monte de propaganda com um pouco de programa sobre futebol aonde apenas ele podia falar
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Pedrazi
Pedrazi@Pe_dra_zi·
@MinDefResenha Grande monitoramento, colocando o Rodrygo que tá lesionado e cortado da copa a 3/4 meses kkkkkkkkkk
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A Panini já tomou a decisão que Ancelotti ainda não tomou. Neymar ficou fora do álbum oficial da Copa do Mundo 2026. Não é à toa. A empresa italiana tem um departamento inteiro que monitora convocações e calcula a probabilidade de cada jogador estar no Mundial. Sem política, sem torcida, sem emoção — só dados. E os dados disseram o seguinte: Neymar não é convocado desde outubro de 2023. Fora. Os 18 brasileiros que a Panini apostou que vão à Copa são: Goleiros: Alisson, Bento Defesa: Marquinhos, Éder Militão, Gabriel Magalhães, Danilo, Wesley, Meio: Casemiro, Lucas Paquetá, Bruno Guimarães. Ataque: Luiz Henrique, Vinícius Jr, Rodrygo, João Pedro, Matheus Cunha, Martinelli, Raphinha e Estêvão. Tem Rodrygo, desfalque certo por lesão. Tem Estêvão, com convocação em dúvida. Mas não tem Neymar — que esteve nas últimas três edições do álbum e nas últimas três Copas. O CEO da Panini foi direto: "A chance de um jogador estar no álbum depende diretamente das convocações mais recentes. Se ele não vem sendo convocado, a probabilidade de inclusão diminui." Ancelotti decide a lista em 18 de maio. A Panini já decidiu. E você, acha que a Panini escolheu bem os 18 que irão a Copa? Quem desses você não convoca? Fonte: @geglobo — link abaixo 👇 #Neymar #Copa2026 #seleçãobrasileira #Panini #Ancelotti
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Marcola
Marcola@Marcola6660·
@MinDefResenha Depois que comeu a Mari Alexandre sua vida nunca mais foi a mesma
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Felipe
Felipe@badicos2·
@MinDefResenha Sou Corinthiano roxo. É impossível você não admirar o atleta Rogério Ceni. "Ah, mas ele é arrogante!" Pode até ser verdade. Ele tem um perfil diferente dos boleiros dos anos 90. Não foi o melhor goleiro da história. Mas inegavelmente, está entre os maiores! (Se não for o maior)
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RICARDO ROCHA E AS HISTÓRIAS DO "BACHOLA": O TUMULTO PRODUTIVO Ricardo Rocha, em entrevista a Galvão Bueno, trouxe um relato bem-humorado e revelador sobre a personalidade de Romário durante a Copa de 1994. O "Xerife" detalhou como o Baixinho não se contentava apenas em ser o melhor do mundo, mas tentava atuar como um "treinador informal", testando os limites de Parreira: Romário não gostava de paz; ele precisava do tumulto para performar, e chegou a tentar usar o jovem Ronaldo Fenômeno para mudar o esquema tático da Seleção. O diagnóstico foca na gestão de egos e na liderança de bastidor exercida por Ricardo Rocha. O primeiro ponto é o espírito inquieto de Romário. Ricardo explicou que o atacante "gostava de tumulto" e que, após o difícil jogo contra os Estados Unidos em 4 de julho, o Baixinho decidiu que o time precisava de mais um atacante. Para isso, ele tentou uma manobra inusitada com o então garoto de 17 anos: "Ele pegou o Ronaldinho e falou: 'Ronaldo, na entrevista fala que tu quer jogar, pô'. Ronaldo com 17 anos, como é que vai falar? O Romário queria o Ronaldo com ele, ele queria um atacante a mais." O problema central era a manutenção do equilíbrio tático de Parreira. Ricardo Rocha, no seu papel de líder e conselheiro, precisou intervir para acalmar os ânimos. Ipsis litteris, ele relembrou como enquadrou o craque no quarto: "Eu fui lá no quarto deles... ele disse: 'Não, a gente precisa jogar mais'. [Eu respondi:] 'Precisa não, meu irmão. Vamos fazer o seguinte, se tu não meter um gol no próximo jogo, eu peço para ele meter oito atacantes logo'." A conclusão da história mostra o poder de liderança de Ricardo Rocha, que conseguia neutralizar as crises com humor e autoridade, mantendo Romário focado apenas em decidir os jogos. Ele sabia que o "Bachola" precisava daquela faísca de polêmica para se motivar, mas cabia ao Xerife garantir que o incêndio não atingisse a comissão técnica. A realidade é que Romário e Ronaldo quase formaram a dupla de ataque em 94 por insistência do próprio Baixinho, mas o ferrolho de Parreira e a psicologia de Ricardo Rocha falaram mais alto. 📹 Campeão do Mundo com Galvão — link abaixo 👇 #RicardoRocha #Romário #RonaldoFenômeno #SeleçãoBrasileira #Tetra1994
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Kadu Bello
Kadu Bello@CarlosEdua82611·
@MinDefResenha Tenho memória do álbum desde 2010, e ela sempre errou
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Riojin
Riojin@riojin_san·
@MinDefResenha No Rodrygo, no Militão, no Estevão, no Menino Ney...E vai errar mais! Esse vai ser um dos albuns mais zoados da história.
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Riojin
Riojin@riojin_san·
@MinDefResenha Kkkkkkkkk piada né? A Panini SEMPRE erra nos álbuns! SEMPRE! Ela lança sempre no escuro.
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