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Menina é obrigada a enfrentar homem de maiô em competição escolar e é abusada durante a luta
Em dezembro de 2025, Kallie Keeler, 15 anos, subiu pra lutar wrestling feminino em Washington achando que era contra outra garota.
Não era outra garota, era um homem negro de mais de 80kgs usando um maiô.
Seu nome? Taufa'ase'e Tei.
Durante a luta, ele enfiou os dedos pelo uniforme de sua opositora e penetrou a região genital da menina, que soltou um grito de horror e se deixou imobilizar imediatamente para encerrar a luta.
A mãe filmou.
Kallie nunca mais quis lutar.
As escolas e a associação esportiva (WIAA) esconderam de propósito que era um homem, tratando Tei como mulher desde o início.
Não falaram a verdade pra ela nem pra família antes.
Demoraram 53 dias pra reportar à polícia, burlando a lei que exige a comunicação em 48 horas.
Agora, a filha abusada e sua família processam o sistema todo.
É a ideologia nefasta do identitarismo colocando homens em cima das meninas e depois fingindo que nada aconteceu.
Protegem o delírio de mentes confusas enquanto sacrificam crianças.
No Brasil a mesma agenda avança nas escolas e a loucura de se tratar homens de saia como mulheres segue ganhando mais terreno a cada dia.
O feminismo vai conseguir a façanha de destruir tudo que é feminino.
Inclusive a figura da própria mulher.