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@BlogdoMacedo
Blogueiro que escreve sobre os bastidores do Corinthians,agora também no YouTube no CanalBlogdomacedo e no Canal Décimo 14 Contato: [email protected]

URGENTE! MP COBRA DOCUMENTOS, QUESTIONA AFASTAMENTO DE TUMA E MIRA NA AUDITORIA DA ERNEST & YOUNG‼️ Um documento oficial do Ministério Público de São Paulo, obtido no âmbito de um procedimento investigatório, revela novos desdobramentos envolvendo o Sport Club Corinthians Paulista e levanta suspeitas sobre possíveis irregularidades administrativas e até repercussões criminais e tributárias dentro da instituição. Assinado pelo promotor de Justiça Cássio Roberto Conserino em 24 de março de 2026, o ofício aponta, logo de início, que o clube, tratado como vítima no processo, não cumpriu o prazo de 10 dias para entrega de documentos previamente acordados durante diligência realizada no Parque São Jorge no dia 12 de março. Diante da omissão, o Ministério Público determinou nova cobrança, desta vez com prazo reduzido de 48 horas. O documento também mira diretamente um dos episódios mais sensíveis da crise interna recente: a destituição do então presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior. O promotor requisita, com urgência, as atas das reuniões realizadas em 23 de março de 2026, nas quais ocorreu o afastamento. A medida tem como objetivo apurar se a decisão foi tomada em desacordo com o estatuto e o regimento interno do clube. O tom do ofício é claro ao sugerir possível irregularidade no ato administrativo. O Ministério Público afirma que pretende “perscrutar as verdadeiras razões” da destituição, indicando que o episódio pode ir além de uma simples disputa política interna. Outro ponto de destaque é a exigência de entrega integral da auditoria conduzida pela Ernst & Young. Segundo o documento, o relatório contém cláusulas cujas conclusões podem ter implicações criminais nos procedimentos investigatórios em andamento, além de possíveis reflexos na esfera tributária. O promotor ressalta que não seria necessário requisitar diretamente à empresa auditora, já que o próprio clube, na condição de vítima, teria interesse em colaborar com a apuração e esclarecer completamente os fatos. Ainda assim, impõe prazo de cinco dias para apresentação de toda a documentação, incluindo anexos e materiais que embasaram a auditoria. Além disso, foi solicitada a ata do CORI (Conselho de Orientação) de novembro de 2024, mencionada como peça relevante por fazer referência direta à auditoria e às cláusulas sob suspeita. O conjunto das medidas evidencia que a investigação avança em múltiplas frentes: administrativa, criminal e fiscal. O Ministério Público busca entender não apenas os atos recentes da diretoria e dos conselhos, mas também possíveis irregularidades estruturais reveladas pela auditoria independente. Nos bastidores, a leitura do documento reforça a percepção de que o caso deixou de ser apenas uma crise política interna e passou a ser tratado como um potencial escândalo com implicações jurídicas mais amplas. A insistência do órgão em destacar que o clube é “vítima” também sugere a hipótese de que irregularidades possam ter sido praticadas por agentes internos ou terceiros, ainda sob apuração. Com prazos apertados e cobranças diretas, o Ministério Público agora aguarda o envio dos documentos para aprofundar a investigação e definir os próximos passos, que podem incluir responsabilizações formais, caso as suspeitas se confirmem. #BlogdoMacedo

URGENTE! MP COBRA DOCUMENTOS, QUESTIONA AFASTAMENTO DE TUMA E MIRA NA AUDITORIA DA ERNEST & YOUNG‼️ Um documento oficial do Ministério Público de São Paulo, obtido no âmbito de um procedimento investigatório, revela novos desdobramentos envolvendo o Sport Club Corinthians Paulista e levanta suspeitas sobre possíveis irregularidades administrativas e até repercussões criminais e tributárias dentro da instituição. Assinado pelo promotor de Justiça Cássio Roberto Conserino em 24 de março de 2026, o ofício aponta, logo de início, que o clube, tratado como vítima no processo, não cumpriu o prazo de 10 dias para entrega de documentos previamente acordados durante diligência realizada no Parque São Jorge no dia 12 de março. Diante da omissão, o Ministério Público determinou nova cobrança, desta vez com prazo reduzido de 48 horas. O documento também mira diretamente um dos episódios mais sensíveis da crise interna recente: a destituição do então presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior. O promotor requisita, com urgência, as atas das reuniões realizadas em 23 de março de 2026, nas quais ocorreu o afastamento. A medida tem como objetivo apurar se a decisão foi tomada em desacordo com o estatuto e o regimento interno do clube. O tom do ofício é claro ao sugerir possível irregularidade no ato administrativo. O Ministério Público afirma que pretende “perscrutar as verdadeiras razões” da destituição, indicando que o episódio pode ir além de uma simples disputa política interna. Outro ponto de destaque é a exigência de entrega integral da auditoria conduzida pela Ernst & Young. Segundo o documento, o relatório contém cláusulas cujas conclusões podem ter implicações criminais nos procedimentos investigatórios em andamento, além de possíveis reflexos na esfera tributária. O promotor ressalta que não seria necessário requisitar diretamente à empresa auditora, já que o próprio clube, na condição de vítima, teria interesse em colaborar com a apuração e esclarecer completamente os fatos. Ainda assim, impõe prazo de cinco dias para apresentação de toda a documentação, incluindo anexos e materiais que embasaram a auditoria. Além disso, foi solicitada a ata do CORI (Conselho de Orientação) de novembro de 2024, mencionada como peça relevante por fazer referência direta à auditoria e às cláusulas sob suspeita. O conjunto das medidas evidencia que a investigação avança em múltiplas frentes: administrativa, criminal e fiscal. O Ministério Público busca entender não apenas os atos recentes da diretoria e dos conselhos, mas também possíveis irregularidades estruturais reveladas pela auditoria independente. Nos bastidores, a leitura do documento reforça a percepção de que o caso deixou de ser apenas uma crise política interna e passou a ser tratado como um potencial escândalo com implicações jurídicas mais amplas. A insistência do órgão em destacar que o clube é “vítima” também sugere a hipótese de que irregularidades possam ter sido praticadas por agentes internos ou terceiros, ainda sob apuração. Com prazos apertados e cobranças diretas, o Ministério Público agora aguarda o envio dos documentos para aprofundar a investigação e definir os próximos passos, que podem incluir responsabilizações formais, caso as suspeitas se confirmem. #BlogdoMacedo

URGENTE! MP COBRA DOCUMENTOS, QUESTIONA AFASTAMENTO DE TUMA E MIRA NA AUDITORIA DA ERNEST & YOUNG‼️ Um documento oficial do Ministério Público de São Paulo, obtido no âmbito de um procedimento investigatório, revela novos desdobramentos envolvendo o Sport Club Corinthians Paulista e levanta suspeitas sobre possíveis irregularidades administrativas e até repercussões criminais e tributárias dentro da instituição. Assinado pelo promotor de Justiça Cássio Roberto Conserino em 24 de março de 2026, o ofício aponta, logo de início, que o clube, tratado como vítima no processo, não cumpriu o prazo de 10 dias para entrega de documentos previamente acordados durante diligência realizada no Parque São Jorge no dia 12 de março. Diante da omissão, o Ministério Público determinou nova cobrança, desta vez com prazo reduzido de 48 horas. O documento também mira diretamente um dos episódios mais sensíveis da crise interna recente: a destituição do então presidente do Conselho Deliberativo, Romeu Tuma Júnior. O promotor requisita, com urgência, as atas das reuniões realizadas em 23 de março de 2026, nas quais ocorreu o afastamento. A medida tem como objetivo apurar se a decisão foi tomada em desacordo com o estatuto e o regimento interno do clube. O tom do ofício é claro ao sugerir possível irregularidade no ato administrativo. O Ministério Público afirma que pretende “perscrutar as verdadeiras razões” da destituição, indicando que o episódio pode ir além de uma simples disputa política interna. Outro ponto de destaque é a exigência de entrega integral da auditoria conduzida pela Ernst & Young. Segundo o documento, o relatório contém cláusulas cujas conclusões podem ter implicações criminais nos procedimentos investigatórios em andamento, além de possíveis reflexos na esfera tributária. O promotor ressalta que não seria necessário requisitar diretamente à empresa auditora, já que o próprio clube, na condição de vítima, teria interesse em colaborar com a apuração e esclarecer completamente os fatos. Ainda assim, impõe prazo de cinco dias para apresentação de toda a documentação, incluindo anexos e materiais que embasaram a auditoria. Além disso, foi solicitada a ata do CORI (Conselho de Orientação) de novembro de 2024, mencionada como peça relevante por fazer referência direta à auditoria e às cláusulas sob suspeita. O conjunto das medidas evidencia que a investigação avança em múltiplas frentes: administrativa, criminal e fiscal. O Ministério Público busca entender não apenas os atos recentes da diretoria e dos conselhos, mas também possíveis irregularidades estruturais reveladas pela auditoria independente. Nos bastidores, a leitura do documento reforça a percepção de que o caso deixou de ser apenas uma crise política interna e passou a ser tratado como um potencial escândalo com implicações jurídicas mais amplas. A insistência do órgão em destacar que o clube é “vítima” também sugere a hipótese de que irregularidades possam ter sido praticadas por agentes internos ou terceiros, ainda sob apuração. Com prazos apertados e cobranças diretas, o Ministério Público agora aguarda o envio dos documentos para aprofundar a investigação e definir os próximos passos, que podem incluir responsabilizações formais, caso as suspeitas se confirmem. #BlogdoMacedo





Então AGORA, aos 47 do 2o tempo, quem sempre jogou CONTRA, sempre procurou benefícios e sempre atacou quem estava na linha de frente lutando pelo que é certo .... FALA EM INTERVENÇÃO ??? HAHAHA .... conforme falávamos a meses, os bocas de aluguel já mudaram o discurso e agora são favoráveis .... Esqueçam .... voces nao tem lugar deste lado. #Corinthians #Vozdaarquibancadafc #VDAFC

Corinthians pede abertura de inquérito contra Adriano Monteiro Alves por estelionato dlvr.it/TRflLs





