
Hellsing Sincero ⬛🟨⬜
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E, a propósito: sim, é pelo Brasil. Não queria seguir neste ponto, mas não posso aceitar ser humilhado. Então aqui vai, se Deus quiser, meu último comentário sobre este assunto. O Nikolas se elegeu com votos bolsonaristas. Eu o recebia quando ainda era estudante. Depois, virou assessor de um deputado, passou a trabalhar com outro - pesquise os motivos disto. Fui a Belo Horizonte fazer campanha para ele a vereador, percorri Minas Gerais falando do seu nome com o Direta Minas. Levei-o ao palco do CPAC, pedi apoio para ele nas redes sociais, abri portas - muito disso quando eu já era o deputado mais votado da história, filho do presidente, mas isto nunca me impediu de ser quem sou e de jogar para o grupo. Quando ele ia a Brasília, deixava minha conversa fixada no topo do WhatsApp, aguardando um retorno meu. Aceitei incluí-lo no documentário que o @mfriasoficial está prestes a lançar. Convidei-o para conhecer o Trump, levei-o ao Congresso americano e ainda tentei, a pedido dele, inseri-lo no programa do Tucker Carlson, na época do episódio da peruca - eu já era o deputado mais votado da história, filho do presidente e etc. Esses são apenas alguns exemplos do quanto eu trabalhei por ele, acreditando na causa, acreditando que éramos um grupo. Pelo Brasil. Nunca foi por cargos ou interesse partidário. Eu sempre joguei pelo grupo. Quem está comigo divide o mesmo espaço, a mesma luta. Se eu sento, senta comigo. Se eu estou de pé, permanece de pé ao meu lado. Agora, num momento decisivo, Flávio contra Lula, com a liberdade do meu pai em jogo, com centenas de presos políticos, com exilados sofrendo na Argentina ele quer “sentar para conversar” e avaliar se o meu projeto é o mesmo que o dele? Ele condiciona apoio ao Flávio. Entenda, isto em outubro não é apenas mais uma eleição, é a batalha mais importante do século no Brasil, que vai selar se meus filhos encontrarão o avô ou se eu sem nem saber dei meu último adeus a ele em fevereiro de 2025 ao sair para uma viagem de 7 dias de carnaval no Texas. Com todo respeito, isso não é expressão de liberdade. Isso é, no mínimo, mesquinhez - para não dizer outra coisa. Quem está em campo não pode se comportar como a torcida. A própria direita vive elogiando a esquerda por não expor esse tipo de conflito em público. E por que isso acontece aqui? Porque há quem incentive exatamente esse comportamento imaturo. Querem falar em união? Então vamos falar de coerência. Por que esse discurso de “união da direita” só aparece quando o cobrado é o Nikolas? Por que o silêncio quando as críticas são dirigidas ao Jair Bolsonaro? Ou mesmo ao Valdemar? Se for pela “união da direita” todas as críticas vindas da direita deveriam acabar em nome de um projeto maior, não é esta a teoria de vocês? Então vamos ser claros: não se trata de liberdade, trata-se de conveniência. Ou agora virou regra que figuras públicas não podem mais ser cobradas? Deixo que cada um tire suas próprias conclusões. Reafirmo, da minha parte, encerro aqui. Como já disse, meu objetivo foi alcançado: hoje, todos - que antes tinham amnésia - falam positivamente do @FlavioBolsonaro, ainda que, em muitos casos, por interesse próprio - não passaram a fazê-lo espontaneamente, mas sim a custas de cobranças. Mas não vou deixar você me expor, humilhar, sem reagir, se não vai virar rotina vocês virem aqui no X escrever seus argumentos fracos e depois correr no meu entorno para tentar me bloquear e, assim, posarem de vencedores.




PELO RJ, PELO BRASIL! Em 2018, eu e o @FlavioBolsonaro estivemos juntos em um movimento que sacudiu o país. Foi dentro da minha casa que vimos grande parte daquela história ser escrita. Foi ali que o destino nos ensinou a jamais duvidar do impossível, porque às vezes é justamente o mais provável de acontecer. Muita coisa aconteceu depois, e ninguém vai fingir que não teve peso. Mas, agora, fizemos uma escolha: OLHAR PARA A FRENTE! Embora os ecos do passado ainda existam, foi o próprio Flávio quem, há dois anos, nos procurou para distensionar os ruídos e virar aquela página, revelando muito antes de tudo o papel conciliador, sereno e pacificador que hoje o Brasil inteiro já começa a enxergar nele. Nos últimos anos venho amadurecendo o meu senso de dever com o Rio de Janeiro e com o Brasil. As eleições de 2026 exigirão mais do que vaidade ou ressentimento. Exigirão coragem, lucidez e responsabilidade sem precedentes. A hora é de somar forças, derrotar o PT nas urnas mais uma vez, virar a página vermelha da nossa história e reconquistarmos o Brasil verde e amarelo para todos. Em 2018 vencemos juntos. E, tenho fé, esta nossa união fará o Brasil vencer de novo. A sorte está lançada. Seguimos juntos!

PELO RJ, PELO BRASIL! Em 2018, eu e o @FlavioBolsonaro estivemos juntos em um movimento que sacudiu o país. Foi dentro da minha casa que vimos grande parte daquela história ser escrita. Foi ali que o destino nos ensinou a jamais duvidar do impossível, porque às vezes é justamente o mais provável de acontecer. Muita coisa aconteceu depois, e ninguém vai fingir que não teve peso. Mas, agora, fizemos uma escolha: OLHAR PARA A FRENTE! Embora os ecos do passado ainda existam, foi o próprio Flávio quem, há dois anos, nos procurou para distensionar os ruídos e virar aquela página, revelando muito antes de tudo o papel conciliador, sereno e pacificador que hoje o Brasil inteiro já começa a enxergar nele. Nos últimos anos venho amadurecendo o meu senso de dever com o Rio de Janeiro e com o Brasil. As eleições de 2026 exigirão mais do que vaidade ou ressentimento. Exigirão coragem, lucidez e responsabilidade sem precedentes. A hora é de somar forças, derrotar o PT nas urnas mais uma vez, virar a página vermelha da nossa história e reconquistarmos o Brasil verde e amarelo para todos. Em 2018 vencemos juntos. E, tenho fé, esta nossa união fará o Brasil vencer de novo. A sorte está lançada. Seguimos juntos!









Guto Zacarias deveria ser expulso?














