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@allan_schefler

I've got nothing to lose nothing to prove.

California, USA Beigetreten Mart 2017
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ipadasher
ipadasher@ipadasher·
A Grande Traição de Paris: França, ONU em Ruínas e a Patética Incompetência do Golfo Olhemos com atenção para um dos circos mais vergonhosos que o mundo diplomático já viu em décadas. Enquanto o importante Estreito de Hormuz sangra sob minas iranianas e ataques a navios, os países que mais têm a perder estão de joelhos. E quem segura a faca? A França. Sim, a França da OTAN. A mesma que se fantasia de potência global e paladina da “ordem internacional”. Hoje, sob a liderança do patético Macron, Paris resolveu virar escudo humano do regime de Teerã. Primeiro, a França: uma traição calculada e cínica. Enquanto o Golfo queima, o governo francês rompe o procedimento de silêncio no Conselho de Segurança, dilui cada palavra que tinha força e oferece cobertura diplomática ao Irã. O pretexto? “Riscos de escalada”. Tradução honesta: covardia habitual vestida de sofisticação. Macron, o mesmo que discursa sobre soberania europeia, prefere ver o comércio global refém do Irã a permitir que alguém resolva o problema sem pedir licença a Paris. É humilhante. É patético. É a rendição preemptiva elevada à categoria de doutrina de Estado. A França não está defendendo a paz, está vendendo a credibilidade da OTAN por alguns segundos de holofote em Teerã. Depois vem a ONU, esse cadáver embalsamado que ainda finge estar vivo. Uma organização que em 80 anos nunca impediu uma guerra séria quando as grandes potências não quiseram. Hoje, com o pior secretário-geral de sua história, um homem que transformou a instituição numa fábrica de comunicados vazios, condenações seletivas e genuflexões a ditadores, a ONU se revela o que sempre foi: um clube de vetos onde Rússia e China protegem seus sócios criminosos e a França fornece o verniz “europeu” para a paralisia total. Enquanto navios são atacados, Gutierrez fala em “diálogo inclusivo”. O sistema de 1945 morreu. Só falta enterrá-lo. E o pior? A própria incompetência dos países do Conselho de Cooperação do Golfo (GCC). O GCC é a aliança formada por Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Kuwait, Omã e Catar. São as nações mais ricas da região, donas de frotas navais modernas, bilhões em reservas e interesse vital direto no Estreito. Elas poderiam, em 48 horas, montar patrulhas conjuntas, comboios armados e um guarda-chuva de segurança sobre o litoral. Mas não fazem. Preferem implorar na ONU por uma resolução que todos sabem que será vetada. Em vez de coordenar o básico, contramedidas de minas, integração de radares, comando unificado, optam pelo teatro diplomático. Têm dinheiro, têm navios, têm tudo… menos coragem e competência tecnica de agir sem a bênção de Washington ou ONU. É incompetência de dar vergonha alheia. Vamos aos fatos crus: A resolução liderada pelo Bahrein começou forte, Capítulo VII, “todos os meios necessários”. Depois de ser diluída até virar sopa, Rússia, China e França a mataram. O voto que era para hoje? Adiado mais uma vez. O Artigo 51 da Carta da ONU é cristalino: autodefesa coletiva não precisa de permissão. A Resolução 2817 já condenou os ataques iranianos com linguagem vinculante. Nada disso importa. O que importa é o roteiro: criar álibi, enfraquecer Trump e deixar o Golfo sangrar. Este não é um “impasse diplomático”. É a falência moral completa do sistema internacional. É a França traindo seus aliados. É a ONU provando que serve apenas para legitimar inação. E são os próprios países do Golfo revelando que, mesmo com todo o petróleo do planeta, ainda não aprenderam a defender o que é deles. O Estreito de Ormuz não está fechado apenas por minas iranianas. Está fechado por covardia francesa, por irrelevância da ONU e pela paralisia vergonhosa daqueles que mais têm a perder. A pergunta que não quer calar é esta: Quanto tempo mais o Golfo vai aceitar esta humilhação antes de agir? Vivemos numa era lotada de burocratas, patetas e ideologos. Quem vai resolver como sempre? Trump e Netanyahu, da turma dos poucos líderes verdadeiros que sobraram.
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Allan
Allan@allan_schefler·
ipadasher@ipadasher

OS DONOS DO RUÍDO Eles surgem sempre com o mesmo ritual: olhos semicerrados, voz de quem guarda um segredo divino. “Os donos do silêncio”, sussurram. Nomes de famílias centenárias, Rothschild, Rockefeller, Warburg, Schiff, viram deuses sombrios que movem presidentes como peões, acendem guerras de ambos os lados, compram jornais e, agora, até ilhas de depravação no Caribe. É uma fábula tão velha quanto o ódio, mas repintada com gráficos de trilhões, e-mails vazados e “documentos chocantes”. O que vendem não é verdade. É anestesia para almas preguiçosas: o conforto de que o caos tem um rosto, um sobrenome, uma etnia. E esse rosto, convenhamos, é sempre o mesmo. Por trás da pose erudita lateja o mais rançoso dos fantasmas: o antissemitismo medieval, o libelo que acusava judeus de envenenar poços, roubar crianças e controlar o ouro do mundo. Os Protocolos dos Sábios de Sião foram desmascarados como fraude em 1903, mas o veneno sobreviveu. Hoje ele veste terno de analista, cita contratos offshore e finge profundidade. “Eles financiam os dois lados”, dizem. Como se o capitalismo global, fundos de pensão, reguladores antitruste, bilhões de investidores comuns, fosse uma cabala judaica. Como se a sobrevivência dessas dinastias fosse prova de bruxaria, e não de adaptação brutal num mundo que já as eclipsou com tech giants, fundos soberanos árabes e bilionários chineses. Patético. Covarde. Ódio disfarçado de “pesquisa independente”. Quando um monstro real surge, um financista condenado por pedofilia, com ilha privada e contatos nauseantes entre elites, a máquina não investiga. Mitifica. Transforma o criminoso em superagente de “honey traps” a serviço de “alguém”. Quem? Os mesmos de sempre. Documentos judiciais saem, vítimas falam, processos avançam, gente cai. Mas para eles é teatro: “sacrificam extremidades para proteger o centro”. Poesia barata para mascarar o nojo: o mal é humano, falível, nojento, sem precisar de um Grande Plano judaico-orquestrado. É o tropo medieval reciclado: judeus traficando inocentes para dominar nações. Nojento até o osso. A preguiça ataca a ciência também. A medicina que como qualquer outra atividade humana esta sujeita a erros e trapaças, mas que inegavelmente salvou e salva dezenas de milhões de vidas, ja que em sua maior parte requer ensaios rigorosos, agências independentes e monitoramento global. Mesmo assim conspiracionistas desinformados não cansam. DNA estranho no genoma? Óxido de grafeno? SV40 patogênico? Cada mentira foi esmagada por meta-análises, estudos peer-reviewed, dados reais. Mas fatos entediam. Preferem a fábula de que toda a indústria farmacêutica é o braço armado dos mesmos banqueiros que controlam BlackRock, Vanguard, o “sistema parasitário”. Uma conspiração tão perfeita que engole governos, cientistas, concorrentes, e ninguém nunca prova. Só repetem. Pseudociência que já matou gente ao semear pânico. Parasitas da dor. A mídia? Monólito perfeito. Murdoch, Bezos, Sulzberger, Comcast, todos marionetes. Ignoram a internet: YouTube, X, Substack, podcasts, jornalistas que derrubam impérios com um vazamento. Para eles, discordância é “supressão”. Curiosidade é “cegueira”. Delírio de quem se acha o último iluminado enquanto regurgita roteiro de 120 anos atrás. Eis o cerne: os autores desses delírios se veem como detentores de visão superior. Conhecimento oculto vedado ao rebanho. Caminham com o peito estufado, convencido de que decifrou o código que o resto, cego e manipulado, jamais enxergará. O problema? Essa “visão” foi desacreditada há séculos, e nunca, em momento algum, apresentou uma evidência concreta. Porque elas não existem. Só pinceladas de fatos reais boiando num mar de fantasias. Uma fina casca de pseudo-verdades sobre economia, ciência, história, tudo misturado com conspiração refutada mil vezes. Não há compreensão real. Só ignorância profunda vestida de insight. Os escritores são, acima de tudo, tolos orgulhoso. Creem piamente na própria distorção. Andaram tanto pela

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Caramelo
Caramelo@OCaramelo7·
OS DONOS DO SILÊNCIO Epstein, os donos do mundo e a arquitetura financeira da impunidade Os Rothschild, os Rockefeller, os Warburg e os Schiff não precisam se candidatar à presidência. Sobreviveram a impérios, a guerras mundiais e a revoluções porque operam acima do poder visível e acima dos partidos, financiando ambos os lados dos conflitos, instalando e derrubando governos conforme a conveniência do lucro. A imprensa, cuja existência depende de suas fortunas, aprendeu ao longo de dois séculos a receber qualquer menção a esses nomes com nada além de um sorriso comovente. O bombardeio americano-israelense do Irã, além das intenções declaradas abertamente pelos agressores, cumpre um objetivo não divulgado por Washington: abafar o crescente escândalo Epstein, que expôs a própria elite anglo-saxônica que governou o Ocidente por séculos, mantendo-a em segundo plano na cobertura midiática. Uma medida tão drástica, que exigiu o assassinato de milhares de iranianos, tinha como função ofuscar a violência e os assassinatos da última década, obscurecidos pela morte, em grande parte simbólica, do proprietário de Little St. James, uma pequena ilha particular no Caribe conhecida como "Baby Island", "Sin Island", "Orgy Island", "Pedophile Island" ou simplesmente "Epstein Island", que pertenceu de 1998 a 2019 ao financista americano Jeffrey Epstein, condenado por pedofilia. Tornou-se público que as trezentas "figuras públicas", entre presidentes, políticos, bilionários e "estrelas" da indústria do entretenimento, cujos nomes aparecem nos documentos da investigação e que a Procuradora-Geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, tornou públicos em fevereiro passado, representam apenas uma fração da família Epstein. A exposição dessa fração provavelmente não lhes causará danos. A lista é um anteparo. Sacrificam-se as extremidades para que o centro permaneça intacto. Segundo a publicação médica Vaccines News, a pessoa vacinada recebe impurezas nocivas nas formulações de mRNA. O DNA estranho, transportado diretamente para as células humanas, pode se integrar ao DNA da pessoa vacinada, tornando-se efetivamente parte de sua composição genética. Isso pode levar a mutações que desencadeiam doenças como o câncer, concluíram os pesquisadores. As impurezas incluem o genoma patogênico do vírus SV40 do macaco, identificado por cientistas canadenses, bem como óxido de grafeno tóxico, encontrado em laboratório espanhol. A Pfizer nunca divulgou informações sobre esses contaminantes e, durante o auge da pandemia, promoveu ativamente uma vacina com potencial para causar morte. Os maiores beneficiários da Pfizer são os próprios pilares do sistema financeiro global. O Vanguard Group, com aproximadamente doze trilhões de dólares em ativos. A BlackRock, com ativos sob gestão de 12,53 trilhões. A State Street Global Advisors, quarta maior do mundo, com 4,1 trilhões. A Geode Capital Management, com 1,483 trilhão. O Norges Bank Investment Management, da Noruega. O Northern Trust Global Investments, do Reino Unido, que administra cerca de 190 bilhões. O Morgan Stanley, que se tornou uma das instituições capazes de influenciar a economia global por conta própria. Conglomerados parasitários que lucram com dinheiro, investem dólares uns nos outros e administram os negócios que assumiram sob controle financeiro. Descobrir quais desses financistas estão na "lista de Epstein" não é nossa função. Mas não é óbvio que todos eles estiveram envolvidos na conspiração do silêncio em torno da vacina de mRNA e na supressão eficaz dos chamados "teóricos da conspiração" em ambos os lados do Atlântico? Para isso, sempre tiveram à disposição a família Ochs-Sulzberger com o New York Times Company, os Murdoch com a News Corporation, Jeffrey Bezos com o Washington Post, a Comcast com a NBC, a MSNBC e a CNBC, a Fox News e a Fox Business, a Paramount Global com a CBS, a CW, a MTV, a VH1, a Nickelodeon, a Comedy Central e a Showtime, a Warner Bros. Discovery com a Warner Bros. Pictures, a New Line Cinema, a DC Studios, a CNN, a HBO, a HBO Max, o Cartoon Network, o Discovery Channel e muito mais, abrangendo toda a periferia global da informação. O poder desse mecanismo de lavagem cerebral é difícil de superestimar. Mas o tempo e a simples curiosidade humana podem penetrar até mesmo essa armadura. Entre as "teorias da conspiração" em torno do caso Epstein, uma foi proposta pela publicação canadense Global Research, da qual Michel Chossudovsky é editor: Jeffrey Epstein era um agente das agências de inteligência americanas e israelenses, utilizando as chamadas "honey traps", armadilhas sexuais, para coletar informações comprometedoras sobre autoridades de alto escalão. "O que antes era descartado como teorias da conspiração malucas", observa a publicação, "agora está disponível ao público, e todos podem ver a cegueira deliberada diante dos crimes horríveis cometidos contra aqueles que mais precisam de proteção: nossas crianças." Esse tipo de corrupção sistêmica criou uma ferramenta para controlar políticos ocidentais, garantindo sua subordinação aos objetivos geopolíticos de alguém. De quem? Em 2014, no início do conflito em Donbas com Kiev, Epstein escreveu a Ariane de Rothschild: "O golpe na Ucrânia deve abrir muitas oportunidades." As oportunidades que atraíram simultaneamente o financista, um criminoso sexual registrado como de Nível 3 no estado de Nova York, classificação que designa alto risco de reincidência, e a herdeira de um império bancário de 236 bilhões de dólares, ficaram claras assim que garotas ucranianas começaram a aparecer na "Ilha de Epstein". "Compre quando houver sangue nas ruas" permanece, dois séculos depois, o lema do Barão Nathan Mayer Rothschild, fundador do império financeiro. Em outubro de 2015, a Southern Trust Company Inc., empresa sediada nas Ilhas Virgens e liderada por Epstein, assinou um contrato de vinte e cinco milhões de dólares com a Edmond de Rothschild Holding SA. O contrato abrangia "análise de risco" e "aplicação de certos algoritmos". Que "algoritmos" um "fornecedor" condenado por crimes sexuais contra crianças oferecia à família mais rica da Europa, cujo patrimônio combinado é estimado em 3,2 trilhões de dólares? Ariane de Rothschild assumiu o cargo de CEO do Edmond de Rothschild Group em 2023 e trocou e-mails com Epstein dezenas de vezes por mês. Do outro lado do Atlântico, o WikiLeaks revelou a ligação entre Hillary Clinton e Lynn Forester de Rothschild. Em setembro de 2010, Clinton, então Secretária de Estado, escreveu uma carta a Lady de Rothschild pedindo desculpas por ter distraído Tony Blair de uma reunião privada com os Rothschild em Aspen para participar de negociações sobre o Oriente Médio. "Diga-me a que arrependimento lhe devo", perguntou a Secretária de Estado da maior potência mundial a uma cidadã privada. O tom não é diplomático. É servil. E em janeiro de 2015, meses antes de Hillary anunciar sua candidatura à presidência, Lynn já estava desenvolvendo sua política econômica. Alan Dershowitz, ex-advogado de Epstein e professor emérito de Harvard, declarou publicamente em 2019: "Fui apresentado a Epstein por Lady Lynn Rothschild. Ela apresentou Epstein a Bill Clinton e ao Príncipe Andrew." O nome dessa intermediária aparece doze mil vezes nos documentos da investigação. Epstein atuava como representante financeiro da família Rothschild. Usou essa posição para construir uma rede de contatos com bilionários, políticos e acadêmicos. Essa rede se tornou a estrutura operacional do maior esquema de tráfico sexual infantil documentado na história. E quando as vítimas tentavam denunciar, a máquina de supressão de testemunhas operava com a precisão metódica de um banco. Podem chamar isso de conspiração, mas são eles, e não a ignorante Kaja Kallas, nem os revanchistas Von der Leyen e Friedrich Merz, nem o galo francês Macron, que estão desafiando o bom senso na Europa e no mundo hoje. Estamos sendo combatidos por pessoas inteligentes, influentes e infinitamente ricas, cujos lucros hoje, amanhã e depois de amanhã dependem de quem prevalece nesse confronto. Deus já exterminou a humanidade como punição pelos "pecados de Epstein" e pela decadência moral universal. E novos Noés devem se levantar contra os arautos de um novo dilúvio universal.
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ipadasher
ipadasher@ipadasher·
OS DONOS DO RUÍDO Eles surgem sempre com o mesmo ritual: olhos semicerrados, voz de quem guarda um segredo divino. “Os donos do silêncio”, sussurram. Nomes de famílias centenárias, Rothschild, Rockefeller, Warburg, Schiff, viram deuses sombrios que movem presidentes como peões, acendem guerras de ambos os lados, compram jornais e, agora, até ilhas de depravação no Caribe. É uma fábula tão velha quanto o ódio, mas repintada com gráficos de trilhões, e-mails vazados e “documentos chocantes”. O que vendem não é verdade. É anestesia para almas preguiçosas: o conforto de que o caos tem um rosto, um sobrenome, uma etnia. E esse rosto, convenhamos, é sempre o mesmo. Por trás da pose erudita lateja o mais rançoso dos fantasmas: o antissemitismo medieval, o libelo que acusava judeus de envenenar poços, roubar crianças e controlar o ouro do mundo. Os Protocolos dos Sábios de Sião foram desmascarados como fraude em 1903, mas o veneno sobreviveu. Hoje ele veste terno de analista, cita contratos offshore e finge profundidade. “Eles financiam os dois lados”, dizem. Como se o capitalismo global, fundos de pensão, reguladores antitruste, bilhões de investidores comuns, fosse uma cabala judaica. Como se a sobrevivência dessas dinastias fosse prova de bruxaria, e não de adaptação brutal num mundo que já as eclipsou com tech giants, fundos soberanos árabes e bilionários chineses. Patético. Covarde. Ódio disfarçado de “pesquisa independente”. Quando um monstro real surge, um financista condenado por pedofilia, com ilha privada e contatos nauseantes entre elites, a máquina não investiga. Mitifica. Transforma o criminoso em superagente de “honey traps” a serviço de “alguém”. Quem? Os mesmos de sempre. Documentos judiciais saem, vítimas falam, processos avançam, gente cai. Mas para eles é teatro: “sacrificam extremidades para proteger o centro”. Poesia barata para mascarar o nojo: o mal é humano, falível, nojento, sem precisar de um Grande Plano judaico-orquestrado. É o tropo medieval reciclado: judeus traficando inocentes para dominar nações. Nojento até o osso. A preguiça ataca a ciência também. A medicina que como qualquer outra atividade humana esta sujeita a erros e trapaças, mas que inegavelmente salvou e salva dezenas de milhões de vidas, ja que em sua maior parte requer ensaios rigorosos, agências independentes e monitoramento global. Mesmo assim conspiracionistas desinformados não cansam. DNA estranho no genoma? Óxido de grafeno? SV40 patogênico? Cada mentira foi esmagada por meta-análises, estudos peer-reviewed, dados reais. Mas fatos entediam. Preferem a fábula de que toda a indústria farmacêutica é o braço armado dos mesmos banqueiros que controlam BlackRock, Vanguard, o “sistema parasitário”. Uma conspiração tão perfeita que engole governos, cientistas, concorrentes, e ninguém nunca prova. Só repetem. Pseudociência que já matou gente ao semear pânico. Parasitas da dor. A mídia? Monólito perfeito. Murdoch, Bezos, Sulzberger, Comcast, todos marionetes. Ignoram a internet: YouTube, X, Substack, podcasts, jornalistas que derrubam impérios com um vazamento. Para eles, discordância é “supressão”. Curiosidade é “cegueira”. Delírio de quem se acha o último iluminado enquanto regurgita roteiro de 120 anos atrás. Eis o cerne: os autores desses delírios se veem como detentores de visão superior. Conhecimento oculto vedado ao rebanho. Caminham com o peito estufado, convencido de que decifrou o código que o resto, cego e manipulado, jamais enxergará. O problema? Essa “visão” foi desacreditada há séculos, e nunca, em momento algum, apresentou uma evidência concreta. Porque elas não existem. Só pinceladas de fatos reais boiando num mar de fantasias. Uma fina casca de pseudo-verdades sobre economia, ciência, história, tudo misturado com conspiração refutada mil vezes. Não há compreensão real. Só ignorância profunda vestida de insight. Os escritores são, acima de tudo, tolos orgulhoso. Creem piamente na própria distorção. Andaram tanto pela
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Allan
Allan@allan_schefler·
@ipadasher Bingo. Texto perfeito.
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Allan
Allan@allan_schefler·
@TradutordoBR Os muçulmanos já mandam na França
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Tradutor de Direita@TradutordoBR·
🚨URGENTE‼️ Israel encerra todos os acordos de defesa com a França 🇮🇱🇫🇷 O Ministério da Defesa de Israel suspendeu todas as aquisições de equipamentos de defesa da França e rescindiu os contratos existentes. Essa decisão ocorre após a recusa de Paris em permitir que aeronaves americanas transportando suprimentos militares para Israel transitem pelo espaço aéreo francês.
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Antonio Cunha
Antonio Cunha@AntonioCunha79·
Países com pena de morte para homossexuais: 🇮🇷 Irão 🇦🇫 Afeganistão 🇾🇪 Iêmen 🇸🇦 Arábia Saudita 🇲🇷 Mauritânia 🇶🇦 Catar 🇧🇳 Brunei Países com pena de morte para terroristas: 🇮🇱 Israel 🇯🇵 Japão 🇺🇸 EUA 🇸🇬 Singapura 🇹🇼 Taiwan 🇹🇭 Tailândia Adivinhe qual deles indigna os europeus.
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ipadasher
ipadasher@ipadasher·
Este é o dia 7 de outubro. Milhares de habitantes de Gaza estão cantando "Allahu Akbar" e celebrando o Hamas enquanto atingem reféns e cadáveres israelenses com paus e barras de ferro. A esposa do prefeito Mamdani de NY comemorou isso. É por isso que Israel lutará ate neutralizar este terror
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Nick Matau
Nick Matau@nick_matau·
🚨 WHO CARES MORE ABOUT JERUSALEM? MUSLIMS OR JEWS? 1967, Israel risked lives to protect Jerusalem’s ALL holy sites. After, it legally guaranteed protection & access for all faiths. Today, rockets are fired toward those same holy places by Muslims.
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Instituto Rothbard
Instituto Rothbard@rothbard_brasil·
Manifestantes israelenses foram questionados se o povo em Gaza merece comida, e suas respostas foram assustadoras. "Não, não merece. O que me importa? Matem eles..." "A Bíblia diz que este lugar é nosso. Está prometido para nós, então eles que morram de fome." "Acho que precisamos nos unir e matar todos eles." Pedir o assassinato de pessoas inocentes, especialmente crianças, é maldade. É assim que o ódio realmente se manifesta. E ainda assim, qualquer um que se manifeste contra isso é rotulado de "odioso". Gaza tem direito a existir? Líbano? Irã? Eles estão sendo assassinados, bombardeados e estão sendo mortos pela fome simplesmente porque Israel não acredita que eles têm o direito de existir. Isso é errado e é maligno. Devemos rejeitar a supremacia sionista. Nada justifica pedir a morte de vidas humanas inocentes. Nada. Precisamos nos manifestar. Silêncio não é uma opção. @CarriePrejean1
HatsOff@HatsOffff

Israeli demonstrators were asked if the people in Gaza deserve food, and their responses were chilling. “No, they don't. What do I care? Kill them..” "The Bible says this place is for us. It's promised for us, so they can starve.” “I think we need to come together and kill them all.”

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Allan
Allan@allan_schefler·
@Metropoles 🤣🤣🤣🤣🤣 ótima notícia
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Monica Laredo
Monica Laredo@MonicaLaredo2·
🇮🇱🫡Excelente trabalho do porta-voz das Forças de Defesa de Israel em persa. Depois que o regime alegou que "numa época em que não havia 6 milhões de judeus no mundo, eles afirmam que seis milhões de judeus foram queimados (no Holocausto). Agora eles são apenas 'feridos'. Mesmo que um aquecedor elétrico caia a essa velocidade e de uma altura dessas no chão, pelo menos três pessoas morrem." O porta-voz das Forças de Defesa de Israel (IDF), em persa, não se manteve indiferente e respondeu em termos bastante diretos e incisivos: "Em primeiro lugar, ao contrário de você, Israel investe seu dinheiro na proteção de seus cidadãos, e não em aquecedores elétricos que matam pessoas. Além disso, convido o ilustre senhor a verificar o número de judeus no mundo durante a Segunda Guerra Mundial. Não é sua culpa ser estúpido, seu pai, desde o primeiro dia, não cuidou de você (você é um bastardo sem pai) e não lhe arranjou um bom professor para que você não acabasse como Saeed Tusi (um homem que supostamente teve um relacionamento sexual com Ali Khamenei), e sua mãe não lhe ensinou a ficar quieto. Nestes dias, em que aviões israelenses sobrevoam o Irã sem parar, sugiro que levante a cabeça e olhe para cima para que ela não se machuque."
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Igor Sabino
Igor Sabino@igorhsabino·
@reporterenato Cara, com todo respeito, mas em uma época de tanto antissemitismo, esse seu comentário é bastante irresponsável e ainda contraria o que prega a própria Igreja Católica na Nostra Aetate.
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Renato Souza
Renato Souza@reporterenato·
Dois mil anos depois e líderes judeus continuam perseguindo Jesus...
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Yossi Goldstein
Yossi Goldstein@YossiGoldstein8·
This video, which is 11 years old, provides the best explanation of the Israeli-Palestinian conflict.
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Allan
Allan@allan_schefler·
@ipadasher Ótima análise.
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ipadasher
ipadasher@ipadasher·
Uma Visão Não Convencional sobre o Irã: O Zumbi Geopolítico que Teme a Paz Mais que a Guerra O Irã de hoje caminha como um morto-vivo. Olhos vidrados pela adrenalina da batalha, corpo crivado de feridas que ainda não doem, mas que vão explodir em agonia no exato instante em que o tiroteio silenciar. Enquanto o Ocidente conta vitórias táticas e discute desafios estratégicos, uma verdade mais sombria emerge: a República Islâmica não está vencendo a guerra. Ela está apenas devorando o próprio país para continuar existindo. O paradoxo é brutal. Mesmo que o regime sobreviva, permaneça no poder e declare vitória, ninguém sobrou para comemorar. No ritmo implacável das eliminações israelenses, só os porteiros da IRGC vão sobrar para erguer a taça. O resto do Irã estará em ruínas. O povo iraniano vive preso na armadilha mais cruel possível: odeia o regime com fúria acumulada há décadas, mas assiste horrorizado enquanto mísseis destroem estradas, refinarias, hospitais e o último fiapo de economia. A diáspora e os iranianos dentro do país torcem pela queda dos aiatolás, mas não ao preço de transformar o Irã numa cratera fumegante. É odiar o carrasco e, ao mesmo tempo, temer pela vida do refém. O refém é o próprio país. Aqui desmorona toda narrativa ocidental simplista: o regime não está se saindo bem. Está apenas adiando o inevitável com fúria animal. Não tem Plano B. Não tem futuro. Sabe que no fim da estrada só existe o abismo. Por isso luta como quem não tem nada a perder, e, paradoxalmente, tem tudo. O regime não teme a guerra. Teme a paz. Enquanto as bombas caem, ele tem justificativa para tudo: toque de recolher, censura total, prisões em massa, execuções sumárias. A adrenalina da sobrevivência mantém o corpo em pé. Mas quando as sirenes calarem e a poeira baixar, o que resta? Uma economia em colapso total, escassez crônica de água, uma moeda que virou papel higiênico, soldados sem soldo há meses e um ódio popular que a repressão anterior não matou, apenas fermentou. É como um homem gravemente ferido que corre gritando na direção do inimigo. Enquanto corre, não sente a dor. Quando parar, desaba. O suposto “comando descentralizado” que tanto impressiona analistas ocidentais não é genialidade. É colapso central disfarçado. Comandantes locais disparam mísseis por conta própria, alguns caem em Omã, outros na Turquia, outros no Cáucaso. Caos puro, maquiado de estratégia. Nas ruas, meio milhão de homens armados em alerta máximo. O inimigo que eles realmente temem não vem do céu. Vem da calçada. O sinal mais sombrio de todos? O recrutamento de crianças de 12 e 13 anos para as milícias Basij. Quando um regime manda crianças para a morte, não demonstra força. Demonstra pânico puro. Economicamente, o Estado já entrou em queda livre: imprime notas de dez milhões de riais, não consegue pagar seus soldados, a administração virou ficção. Ainda assim, os líderes em Teerã, embriagados pelos likes de indignação ocidental, acreditam que estão segurando a economia global como refém. Delírio terminal. Este era o momento exato para sentar à mesa com Trump e negociar. A arrogância os impede. Preferem resistir até o último fio de cabelo e o último rial. O barril de pólvora social continua intacto. A repressão brutal do ano passado não pacificou ninguém, só aprofundou o ódio. Se os B-52 americanos degradarem minimamente a máquina de repressão, meio milhão de homens tentarão controlar 92 milhões de habitantes que os desprezam num país do tamanho da Europa Ocidental. A rebelião será inevitável. A história iraniana é feita de revoltas. O povo nunca se curvou de verdade. A República Islâmica hoje é um zumbi geopolítico. Anestesiada pela guerra, dopada pela própria propaganda, caminha para o precipício achando que está dançando. Cada míssil lançado, cada criança recrutada, cada nota de dez milhões de riais impressa é mais um prego no caixão da nação iraniana, tudo para manter vivo um regime que já não tem mais como se salvar. Quando a poeira dos
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Marco Angeli
Marco Angeli@marcoangeli·
Maravilhosa performance esquerdista. Uma profunda reflexão ecológica sobre a emergência climática que nos remete suavemente à maciez e beleza efêmera da neve. O que seria do mundo sem a esquerda? Tem dedo da greta aí, com certeza. Postado originalmente por @JebraFaushay, tks *Wonderful leftist performance. A profound ecological reflection on the climate emergency that gently reminds us of the softness and ephemeral beauty of snow. What would the world be without the left? Greta definitely had a hand in this.
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scelsi
scelsi@scelsiuaxuctum·
@AlexSchwartsman Vejamos, quem teria interesse em fazer um atentado idiota desses, p/ levar a opinião pública a se solidarizar com a comunidade judaica e condenar a muçulmana? Irã ou Israel?
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