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Neymar CURTIU o vídeo de Pedro Ortega (De Férias Com o Ex) sendo misógino e homofóbico contra o próprio filho.



🗞️ 🇷🇺 Agentes russos ligados ao Kremlin passaram grande parte de 2024 conduzindo operações secretas para se infiltrar na mídia argentina com o objetivo de desacreditar o presidente Javier Milei, pagando por notícias falsas assinadas por autores fictícios.











Entendo, e por isso reforço mais uma vez que isso deveria mudar, pois mais atrapalha na divulgação e credibilidade da classe de críticos, do que ajuda. É só ver a queda vertiginosa da relevância de críticos em mídias tradicionais em comparação a como era antes, pois eles acabam muitas vezes não se comunicando com o povão, que é o que mais importa e mais gera retorno em uma mídia consumida pelo público geral. A ascensão do crítico youtuber em contrapartida a derrocada do crítico tradicional é uma prova disso. As pessoas querem a opinião de outras que se identificam como o gosto e temas importantes para elas, logo qual o sentido de alguém que não tem identificação nenhuma com algo ir julgar se é bom ou não se a crítica dele, que é feita para ser lida, vai ser ignorada e servida de chacota, além de descredibilizar toda a classe? Entenda que eu não estou falando que não deve haver crítica ou opiniões, eu estou questionando sobre quem deve fazer a crítica para cada tema distinto, afinal ela é feita para ser vista por alguém, logo se você não tem a confiança das pessoas, você está falando para as paredes. É uma questão sobre credibilidade e público alvo. Vou tentar te exemplificar melhor. Nos games, por exemplo, as redações nunca possuem apenas um revisor único pra tudo, exatamente para ter a opção de cobrir todos os casos, tanto de gosto, de tempo e etc. Nunca é um crítico só avaliando tudo, mas sempre tem crítica. Claro que existem exceções, mas em praticamente todos os ramos são assim: um confeiteiro não publica críticas sobre pratos do cheff; o crítico de rap não publica críticas sobre álbuns do Metallica. Entende? Você pode até argumentar que isso é em redações, mas os críticos independentes não podem ter outro em seus lugares. Dai eu te pergunto: o crítico (ou cronista) de futebol fala das partidas, táticas, departamentos de todos os times do mundo após cada partida? Não. Ele fala da que ele pode e entende que tem o que acrescentar sobre, independente se foi o mais chamativo acontecimento da rodada do campeonato ou não. Por tanto fica a questão: por que apenas no cinema um crítico tem que falar de tudo, até do que não entende e não gosta? Pode ser até parte da cultura, mas isso não faz nenhum sentido pra mim e a longo prazo só vai minando a credibilidade da classe perante ao grande público, que deveria ser o objetivo do sucesso. A não ser que ele queira ficar relegado apenas a um pequeno grupinho supostamente intelectual de cinema, mas da mesma forma não faria sentido ele ficar analisando obras popularescas como Super Mario Galaxy, entende? Por fim, reforço que um bom crítico é considerado assim porque faz um bom trabalho no que entende, não porque assiste loucamente tudo quanto é novo filme do mundo só para dizer que viu e dar opinião sobre o mais rápido possível. Com isso, mesmo que talvez não seja a intenção da classe e não percebam o quão prejudicial isso pode ser, mas a impressão que fica para muita gente é que existe poucos bons críticos e muitos "sommeliers de cinema".
















