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Levamos você para o Morumbi! Mordomia, segurança, diversão, emoção!
Campo Grande-MS Joined Mart 2011
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São Paulo 🎵OLÊ OLÊ OLÊ
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SÃO PAULO OLÊ OLÊ OLEEEEEEEEEEE! 🎶
VAMO SÃO PAULOOOOOOO
#MORUMBI #Libertadores
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Se esse homem tivesse financiado grupo sabidamente terrorista teria pego pena menor! A pauta da anistia tem força em razão da assustadora falta de proporcionalidade das penas aplicadas aos condenados pelo 8 de janeiro. Não há matemática que justifique!
Poder360@Poder360
#Justiça ⚖️ STF condena empresário de SC a 14 anos por atos de 8 de Janeiro 💵 Alcides Hahn fez Pix de R$ 500 para empresa de ônibus que levou manifestantes de Blumenau a Brasília em janeiro de 2023 ⬇️ Leia no Poder360: poder360.com.br/poder-justica/…
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@folha Nós amamos as mulheres! Respeitamos e admiramos!
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#OPINIÃO 📝Muniz Sodré | Homens que odeiam mulheres. Senado acerta ao equiparar misoginia a racismo e aumentar punição pelo crime
www1.folha.uol.com.br/colunas/muniz-…
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OPINIÃO | FERNANDO SCHÜLER: 'O que a história do empresário condenado a 14 anos por Pix de R$ 500 pode nos ensinar sobre o Brasil' 🔗 x.gd/8KMgI
O colunista analisa condenação de pessoas envolvidas, direta ou indiretamente, nos atos de Atos de 8 de janeiro
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@folha @EduGiraoOficial E os aviões dos outros advogados? Vocês sabem
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Kassio viaja em avião de advogado de Cláudio Castro e que atua no TSE
www1.folha.uol.com.br/colunas/monica…
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@Pri_usabr1 Vocês estão por fora demais rs
Sao Paulo, Brazil 🇧🇷 Português

Por que Moraes não é investigado?
Thaís Oyama
Tecnicamente, a resposta curta é: porque Paulo Gonet, procurador-geral da República, até agora não quis
"As ilações da fantasiosa matéria são absolutamente falsas. O ministro Alexandre de Moraes jamais viajou em nenhum avião de Daniel Vorcaro ou em sua companhia e de Fabiano Zettel, a quem nem conhece." Foi com seu estilo costumeiro — muitos adjetivos, nenhum argumento e tom de quem não gostou de ser incomodado — que o ministro Moraes negou, por meio de sua assessoria, ter viajado com a mulher, Viviane Barci, ao menos oito vezes em jatinhos de empresas do ex-banqueiro Daniel Vorcaro. A revelação, feita pelo jornal Folha de S.Paulo e confirmada pelo Estadão, baseou-se no cruzamento de informações de três bancos de dados de aviação.
A negativa categórica diante de fatos gritantes, aliada à artimanha de negar o que ninguém disse — nesse caso, que ele voou na companhia de Vorcaro ou Zettel —, é um recurso que Moraes já usou quando confrontado com outras reportagens, publicadas pelo GLOBO: a que apontou que ele pressionara o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, a apoiar a compra do Master pelo BRB e a que mostrou ter sido para o seu telefone que Vorcaro enviou seguidas mensagens horas antes de ser preso (“Alguma novidade? Conseguiu ter notícia ou bloquear?”).
Moraes age como se a enunciação categórica de suas negativas, por virem de quem vêm, bastasse para encerrar qualquer controvérsia. Não basta. Pelo contrário. No Direito, a existência de indícios múltiplos e convergentes apontando numa direção — aqui, que o ministro ou sua família foram beneficiados com um contrato de R$ 130 milhões pelo ex-banqueiro, que por sua vez se beneficiou, ou tentou se beneficiar, da posição de Moraes no Supremo Tribunal Federal (STF)—, confrontados com a negação do envolvido, costuma reforçar, e não enfraquecer, a ideia de que é preciso investigar. Não é por meio da contraposição formal das versões que se chega à verdade? Então, por que Moraes não é investigado ainda?
Tecnicamente, a resposta curta é: porque Paulo Gonet, procurador-geral da República (PGR), até agora não quis. Há aí um componente estrutural. Gonet concentra, sozinho, um dos poderes mais absolutos da República. Nos casos que tramitam no STF, cabe a ele requerer diligências, impulsionar, travar ou enterrar uma apuração. A Polícia Federal pode, em tese, pedir diretamente ao tribunal a instauração de um inquérito, mas, aberta a investigação, a palavra decisiva sobre seu destino continua sendo do PGR. Basta, assim, a inércia de um único indivíduo para bloquear a abertura da ação penal — e não importa se ele deixa de agir por convicção jurídica ou por razões pessoais ligadas à proximidade com potenciais investigados.
O atual PGR foi sócio de Gilmar Mendes e mantém com Moraes uma relação de declarada amizade. Mas o problema, de arquitetura institucional, não se resume a sua figura. Fosse outro o nome, talvez o quadro não mudasse. Sem impedimento legal nem quarentena para ser reconduzido ao cargo, ou mesmo pleitear uma vaga no STF, o procurador-geral sempre terá bons motivos para não hostilizar ministros da Corte, cabos eleitorais poderosos em qualquer projeto do gênero. E há mais: na hipótese de, apesar de Gonet, uma investigação penal contra Moraes ser aberta, sobreviver e chegar a julgamento, ela seria levada a cabo pelo próprio STF — que, vale lembrar, nunca na sua História acolheu nem mesmo um pedido externo de impedimento ou suspeição de um de seus integrantes.
Fora da frente penal, resta a via do crime de responsabilidade no Senado — com os componentes políticos que ela implica. A direita já trabalha para transformar ministros do STF em plataforma política. Mas, mesmo fora desse campo, uma coisa parece certa: neste ano, dificilmente um candidato ao Senado atravessará a campanha sem responder à pergunta: será Moraes finalmente investigado?

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Toffoli foi indicado ao STF por Lula, com apoio de Dirceu, já acusado no mensalão.
Moraes, por Temer, com apoio de outros emedebistas e tucanos alvos da Lava Jato.
Nunes Marques, por Bolsonaro, com apoio de Ciro Nogueira, também alvo da Lava Jato, e Flávio, investigado por peculato (“rachadinhas”).
Os 3 ministros estão hoje enrolados no escândalo Master, em razão de voos, negócios familiares, eventos e/ou trocas de mensagens.
O Centrão do STF é uma obra conjunta de políticos que temiam investigações.
O critério dos presidentes de escolher quem eles julgam dispostos a blindar seus grupos e eles próprios tem efeitos para além da blindagem e da impunidade em si.
Isto porque a flexibilidade moral esperada não se limita a uma situação específica de julgamento de aliados, mas se revela, com frequência, um traço de personalidade perceptível em diversas outras condutas, sobretudo em casos que, aos olhos de qualquer cidadão com noção de moralidade básica, configura conflito de interesses.
Aos olhos do sistema, no entanto, o encontro feliz de interesses existe desde a raiz, como a conveniência original que, com a complacência de um Senado igualmente de rabo-preso, abre caminho para todas as outras.
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@Estadao @opiniao_estadao Se afasta não, já se afastou
Sao Paulo, Brazil 🇧🇷 Português

EDITORIAL | O humor do inquisidor – “Cada vez mais o Supremo se afasta a passos largos da posição autoproclamada de guardião da democracia brasileira e caminha para se tornar o seu principal inimigo”. Leia o texto completo em x.gd/2TqM8 (via @opiniao_estadao)

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Mais um artigo preciso e irretocável do Fernando Schüler! 👏👇
“500 reais, via Pix. Foi a ajuda do Alcides Hahn para a vaquinha do ônibus que levou um grupo de manifestantes para Brasília, dias antes do 8 de janeiro.
Hahn tem 71 anos e é um desses pequenos empresários “colonos”, que fizeram a força comunitária do interior de Santa Catarina. Alguém pode sugerir que ele “sabia de tudo”. Sabia que aquelas pessoas iriam ocupar a Esplanada, invadir os prédios, pintar aquela estátua com o batom vermelho e tudo mais. Mas dizer isso não passa de um patético cinismo.
O fato é que ele foi condenado a 14 anos de prisão. E só um País domesticado, que perdeu completamente o senso republicano, é incapaz de perceber o elemento absurdo em tudo isso.
Hahn, assim como outros pequenos empresários, condenados do mesmo jeito, não cometeu crime nenhum. Não foi a Brasília e nem tentou dar nenhum golpe. Ele é apenas parte de uma multidão amarrada por um conceito. O crime-conceito. O delito que não precisa de enquadramento objetivo. Apenas de “entendimento” bem-amarrado.
“Individualmente”, leio em uma matéria, “Hahn não cometeu delito”, mas fazia parte da “multidão”. A multidão criminosa, autora da “trama golpista”, o crime “multitudinário”.
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A gordura escorre de cada uma dessas palavras e me faz lembrar da frase que um dia escutei de um velho professor: nada é mais difícil de refutar do que uma tese absurda.
Alcides não tem foro, deveria ser julgado na primeira instância, com direito a recursos? Irrelevante. Não teve a conduta individualizada? Irrelevante. Uma vez dado o conceito, mesmo um pequeno comerciante do interior e seu Pix de 500 reais ganham status de “associação criminosa armada”, um dos crimes pelo qual foi condenado. Simplesmente não há como refutar uma coisa dessas.
Tudo me fez lembrar do filósofo italiano Giorgio Agamben e sua tese sobre o “estado de exceção”. Muito do que se passa no Brasil refere-se a isto. A esta zona cinzenta entre o que é legal e o que é meramente político. Entre o que é “ilegal”, mas que por efeito de alguma razão de Estado, definida pelo próprio poder, se converte em “perfeitamente jurídico e constitucional”.
Um inquérito que nasce de modo “heterodoxo”, em 2019, e se decria, indefinidamente. O universo dos direitos individuais não mais delimitados pela regra escrita, mas oscilando, ao gosto do poder, sobre camadas opacas de “interpretações” e “entendimentos”.
O Sr. Hahn é apenas o exemplo bem-acabado de um tipo que criamos no País dos anos recentes: os brasileiros irrelevantes. Brasileiros sem pedigree, sem história, sem “retórica”. E por óbvio, sem poder algum. Pessoas que tem seus direitos claramente violados, mas que desaparecem em meio à guerra política e nossa mais completa falta de empatia.
Muitos enxergam seu drama como uma vitória da democracia. Meu velho professor tinha razão. É realmente difícil, se não impossível, refutar uma ideia como esta.”

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Cá entre nós, passou da hora desse babaca largar esse personagem hein? Quem acredita que um cara que cuspia em juiz, bebia, traia e vivia na zona virou da noite pro dia um grande exemplo pra humanidade?
Ahhh Neto, com todo respeito, mas vai tomar no cu.
Esse personagem seu já deu, meu irmão.
Julio Freiress 🇧🇷@JFreiress_
O Craque Neto rebateu o Neymar após usar uma expressão misógina para reclamar do árbitro da partida entre Santos e Remo. "É uma falta de sensibilidade que o mundo mudou, que as pessoas mudaram, que a gente enxerga o mundo de uma outra forma."
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