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É uma idiotice sem tamanho achar que gritar "um país está interferindo no Brasil" ou "estão ferindo nossa soberania nacional" resolve alguma coisa.
Soberania não é um brinquedo que você ganha de presente — ela exige poder. Poder militar, econômico, tecnológico. Sem isso, é só papo furado, uma fantasia para os ingênuos.
Olha o estado do Brasil. O governo, esse monstro corrupto e ineficiente, com seus impostos absurdos e regulações sufocantes, destruiu a meritocracia e o empreendedorismo.
Nossa indústria? Uma vergonha. Não inova, não compete, não presta — exceto pelo agronegócio, que carrega esse país nas costas enquanto o resto definha. Cadê nosso Vale do Silício?
Cadê um pingo de visão para criar algo que nos coloque no mapa da tecnologia mundial? Não existe, porque o Estado esmaga qualquer iniciativa antes mesmo de ela nascer.
E não venha com essa de "soberania" na boca como se fosse mágica. Palavras não seguram território — força sim.
Só que, em vez de construir essa força, o Brasil expulsa seus melhores talentos. Os inteligentes, os criativos, os "campeões" que poderiam fazer a diferença?
Foram embora. Por quê? Porque viram o assalto: impostos extorsivos, burocracia infernal e um sistema que pune quem tenta vencer.
O Estado não só matou o empreendedorismo, mas abriu a porta e deu um chute nos cérebros que poderiam nos salvar.
A verdade é dura: não temos soberania porque não temos poder. E não temos poder porque o inimigo está dentro de casa — um governo que privilegia a mediocridade e sabota qualquer chance de grandeza. Enquanto continuarmos assim, vamos ser só uma nação à deriva, refém de quem tiver culhões para mandar em nós.
Acorda!

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