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TOM 𝐼𝑉 ⭐️
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TOM 𝐼𝑉 ⭐️
@ccboytom
the weeknd • anitta • beyoncé •
Salvador, Brasil Joined Aralık 2023
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@lopes654f @centralreality mds mulher vai dar esse xibiu e para de passar vergonha plmds
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@centralreality A Iza se afogou na própria hipocrisia. Falava tanto de empoderamento, de não aceitar menos, de se valorizar… e no final perdoa traição? Fica difícil levar o discurso a sério assim.
No palco é uma coisa, na vida real é outra totalmente diferente. Empoderamento seletivo não cola.
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@joemiaviana minha filha ela pariu, ta pulando e dançando. Ta louca???
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@Dantinhas Só Iza cantando pq elenco nao conhece uma música do Tim. Lamentável
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"Não ganhou uma prova aqui e veio falar que me beneficiei. Vai pra puta que pariu, rapaz."
a gabi acabando com a jordan #BBB26
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Axé e força! .@Anitta .@QGdaAnitta
Arte feita por mim🌛🌞
#anitta #equilibrivm #arte #newalbum #tarot #estetica

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@outrugato PELO AMOR DE DEUS KKKKKKKKKKKK UMA MULHER NEGRA “ROUBANDO” SUA PROPRIA CULTURA CRIADA PELO SEU POVO KKKKKKKKKKK é MUITA burriceeee!!!
Português

A diferença e q a Anitta tá falando realmente de coisas da cultura dela não igual a Beyoncé roubando cultura alheia
Insider Sedução@InsiderSeducao
ser comparada a Beyoncé só mostra como a Anitta foi genial no Equilibrium, eu aceito como elogio
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Lista atualizada:
MC tha (New)
Tropicoqueta (-1)
DTMF (-1)
Lux (-1)
Black Is king (-1)
Coisas naturais (-1)
Tim Maia (-1)
Majur (-1)
Ray of light (-1)
Iza (-1)
TORRYSS@torres_zn
A estética inteira da Mc tha
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@LuhGagaLM @kirittobr_ amg vc é LM, óbvio que no seu mundo todo artista odeia a beyoncé, ent eu interpretando certo ou não o seu argumento, não vai mudar nada no que eu ou você debater aqui.
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@LuhGagaLM @kirittobr_ “Imagina ser comparada com ela de alguma maneira! É uma honra” obrigado pelo print! 🥰
Português

@ccboytom @kirittobr_ nossa, parece assim um baita argumento esse seu… sendo que ela literalmente foi questionada sobre as comparações desde aquela época. e se fosse qualquer outro artista, até a Nicki Minaj, ela elogiaria ÓBVIO.

Português

@markleege @poponze amg vai dar esse cuzinho aberto vai, ta na hora de depositar porra
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@ofranco0023 @Audi_Bahia e pq isso incomoda tanto? Ninguém é obrigado a seguir tal religião ou regras impostas na sociedade não, pcr!!
Português

@Audi_Bahia Faria algum sentido se fosse um costume que surgisse logo após a escravidão, mas não é, o baba de saia é uma coisa que surgiu não tem nem 50 anos.
Português

Eu tinha uma opinião bastante rígida sobre o Baba do Vinho e outros "costumes" associados. Até que, em uma conversa, um padre conhecido me apresentou uma perspectiva que mudou a forma como eu enxergava essa questão.
Ele me convidou a imaginar a seguinte cena:
“Pense no Brasil do período colonial e imperial. Um país estruturado sobre a escravidão, onde pessoas negras eram submetidas diariamente a violências físicas, morais e simbólicas. Essas violências eram praticadas, em grande parte, por uma sociedade que se declarava cristã e católica.
Agora, dentro dessa mesma lógica social e religiosa, existe um único dia no ano — a Sexta-Feira Santa — em que certos comportamentos são contidos. Por força da tradição religiosa, há restrições: evita-se o excesso, controla-se a alimentação, reduz-se o trabalho, e, em alguns casos, até práticas mais brutais são temporariamente suspensas. É um dia diferente dos demais.
E então surge a pergunta: como esse dia era vivido por aquelas pessoas negras escravizadas?
Arrancadas de seus territórios, afastadas de suas crenças, de suas línguas e de suas referências culturais, elas eram obrigadas a viver sob normas que não escolheram. Mas, ainda assim, encontravam brechas. Pequenas fissuras dentro de um sistema rígido.
Se, por 24 horas, havia alguma diminuição da opressão — por menor que fosse — isso podia representar algo imenso. Um raro momento de respiro. Um intervalo na dor cotidiana. Um espaço, ainda que limitado, para existir de outra forma.
Nesse contexto, celebrar não era necessariamente desrespeitar o sagrado. Era afirmar a própria humanidade. Era transformar um tempo imposto em um tempo vivido. Era, talvez, uma forma silenciosa de resistência.”
Para quem ainda não sabe, eu sou negro e católico. Logo, não faz sentido para mim participar do Baba do Vinho, do almoço farto ou de outros "costumes", mas desde que escutei essa história, passei a entender que manifestações como o “Baba do Vinho” não podem ser analisadas apenas sob uma lente moral ou religiosa isolada.
Elas também carregam marcas históricas profundas, atravessadas por dor, adaptação e resistência cultural. E isso não significa ignorar o sentido religioso da data, nem relativizar crenças. Mas amplia o olhar. Mostra que, muitas vezes, aquilo que parece apenas “tradição” ou “excesso” pode ter raízes muito mais complexas e ligadas à forma como diferentes grupos encontraram maneiras de sobreviver, resistir e, sempre que possível, celebrar a vida, mesmo em contextos extremamente adversos.
Ícaro Prazeres@icaroprazeres90
Mundo inteiro: "Jesus foi crucificado ❤️✝️🥹" Homens da Bahia imediatamente:
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