Bruno

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@opa_jorge

Advogado raiz, não mitigo Direitos, não módulo, não relativizo!!! CF na veia!

Se unió Mayıs 2019
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Bruno
Bruno@opa_jorge·
@TheInterceptBr Ele não foi ignorado é Método, omissão deliberada, a fraude dos consignados não pode ser exposta, o sistema financeiro não frauda o beneficiário que foi relapso… isto é arquitetado …
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Intercept Brasil
Intercept Brasil@TheInterceptBr·
Ronaldo Bento migrou para empresas que oferecem crédito consignado depois de comandar o Ministério da Cidadania no governo Bolsonaro, quando liberou a mesma modalidade de empréstimo para beneficiários do Auxílio Brasil – nome do Bolsa Família na época. O seu envolvimento com o Banco Master foi ignorado em comissões parlamentares de inquérito. Segue o fio para entender 🧶👇
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Bruno
Bruno@opa_jorge·
Calma. Há sinais. A IATA financiou seminários com magistrados sobre litigância no setor aéreo. Toffoli suspendeu tudo meses depois. Coincidência? Quem financia o debate é ouvido. Quem paga a passagem e reclama do cancelamento: aguarde na fila. amb.com.br/seminario-sobr…
ConJur - Consultor Jurídico@ConJur_Oficial

Companhia aérea terá de indenizar idosos por cancelamento de voo Com esse fundamento, o juiz Ewerton Roncoleta, da 4ª Unidade Jurisdicional da Comarca de Uberlândia, condenou uma companhia a indenizar por danos morais e materiais um casal de idosos cujo voo foi cancelado por manutenção na aeronave. conjur.com.br/2026-jun-16/co…

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Bruno retuiteado
ConJur - Consultor Jurídico
ConJur - Consultor Jurídico@ConJur_Oficial·
Companhia aérea terá de indenizar idosos por cancelamento de voo Com esse fundamento, o juiz Ewerton Roncoleta, da 4ª Unidade Jurisdicional da Comarca de Uberlândia, condenou uma companhia a indenizar por danos morais e materiais um casal de idosos cujo voo foi cancelado por manutenção na aeronave. conjur.com.br/2026-jun-16/co…
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Bruno
Bruno@opa_jorge·
Com certeza é advogado de uma banca ou de banco. Se fosse advogado de uma vítima de fraude bancária estaria não só no relatório de inteligência do TJ, regulamentado pelo CNJ, mas também um oficial de justiça na porta da casa do cliente!! Justiça para quem pode pagar!!!
Migalhas@PortalMigalhas

#GilmarMendes criticou, no #STF, a inclusão de informações sobre contatos entre investigados e advogados em relatórios policiais do #casoMaster. Durante julgamento na 2ª turma, o ministro afirmou que o monitoramento da atuação defensiva viola garantias constitucionais. "O monitoramento de advogado tem muita semelhança com regimes totalitários", declarou. migalhas.com.br/quentes/458294…

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Bruno
Bruno@opa_jorge·
O judiciário virou porteiro de processo, um bedel de Luxo!!! A justiça? o Direito? Uma filigrana, um adereço … o importante é bater as metas do CNJ, um penduricalho, seja eleitoral, plantão, audiência de custódia… o advogado bom é o mediano .. não questiona.. sempre amigável .
Weney Neco@weneyneco

@mizaelizidoro Comigo hoje: juiz determinou a emenda à inicial, para que eu comprove que não atuei em mais de 5 causas no Maranhão esse ano ou informe nº da suplementar. Detalhe? Na petição consta o número da minha suplementar. Tudo para não julgarem mérito, amam uma extinção SRM.

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Bruno
Bruno@opa_jorge·
O pior, não é exceção!! É a cara do judiciário, burocratas treinados e pagos, isto não é falha é método institucionalizado, o CNJ foi criado para conter excessos e dar transparência, mas agora se presta a ser porteira de processo e barreira social de acesso à justiça! Tá dominado
Mizael@mizaelizidoro

Um colega entrou com ação em causa própria (peticionando com certificado dele e até juntando cópia da OAB). O juiz determinou a juntada de procuração. Colega embargou. Juiz não acolheu os embargos. Acaba de ser inventada a procuração para dar poderes a si próprio. #JUSTISSA

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Bruno
Bruno@opa_jorge·
Mais uma vez a princesa foi salva pelo príncipe encantado. Ele chegou a galope no cavalo branco. Imponente. Poderoso. A venda? Caiu faz tempo. A balança? Decorativa. A princesa? Sempre a mesma. O dragão que ele mata? Sempre o mais fraco. Quem é quem neste jogo ??
Migalhas@PortalMigalhas

#STJ manteve decisão que afastou a responsabilidade de #banco por prejuízos sofridos por cliente vítima do golpe da falsa central de atendimento. A 3ª turma entendeu que não houve falha na prestação do serviço bancário e que as transferências foram realizadas pela própria cliente, rompendo o nexo de causalidade necessário para responsabilizar a instituição financeira.

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Bruno
Bruno@opa_jorge·
@joaocar32390130 Na verdade não, é um convite para olhar para fora… para dentro e pro umbigo eles estão olhando faz tempo!!! Menos trabalho e mais ganhos… isso é método !
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joao carlos
joao carlos@joaocar32390130·
@opa_jorge Mas é um convite para olhar para dentro. Acabando com supersalários inconstitucionais já reduziria aí para 3500$ né
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Alisson
Alisson@AlissonLazzare2·
@opa_jorge @LitiganteDeBF Ela deve ter calculado isso com uma batata e considerado até a hora de serviço do vigilante do fórum. Se bem que acho que nem assim chegaria nesse valor.
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Bruno retuiteado
Litigante de boa fé
Litigante de boa fé@LitiganteDeBF·
Advogar em Direito do Consumidor no Brasil virou trocar saúde mental por honorários. Aos poucos, o Judiciário foi assumindo """de graça""" o papel de departamento de compliance das grandes empresas, e essa semana o STJ deu mais um passo nesse caminho. A 3ª Turma decidiu que celular "não é bem essencial". Na prática: comprou aparelho com defeito, a operadora tem até 30 dias pra tentar consertar antes de você poder exigir a troca ou o dinheiro de volta. O prejuízo do produto ruim ficou com quem comprou, não com quem vendeu. Quem liderou esse voto foi o ministro Villas Bôas Cueva. Guardem o nome. Porque é ele o relator do Tema 1.396, que vai decidir algo bem maior: se o consumidor precisa reclamar antes na empresa pra só depois ter o direito de entrar com ação. Traduzindo o 1.396: você liga pro SAC, abre protocolo, espera o prazo de boa vontade do fornecedor. Só aí teria "interesse de agir". Quem pular essa etapa corre o risco de ver o processo extinto sem análise do mérito. A porta da Justiça passa a depender de um protocolo de call center. E o problema é de raiz. Direito do Consumidor é norma de ordem pública, não apêndice do Direito Civil. Consumidor trouxe fato verossímil? O ônus da prova é da empresa (CDC, art. 6º, VIII). O sistema foi montado assim de propósito. Essas teses invertem tudo: jogam pro lado mais fraco o ônus de provar e o tempo de esperar. A Justiça não deveria ser fiadora do caixa de empresa que lucra entregando serviço ruim, mas é esse papel que ela vem aceitando sem reclamar. A mediocridade das grandes corporações se sustenta porque é subsidiada pela jurisprudência. Cada decisão dessas funciona como um desconto: o consumidor paga, a empresa embolsa. No fim, peticionar foi virando um desabafo institucionalizado contra o absurdo. Fica o registro: Tema 1.396, relatoria do Cueva. Vindo desse relator, já dá pra ter uma boa noção do que nos espera.
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Bruno
Bruno@opa_jorge·
Hoje, ser um advogado combativo é, muitas vezes, ser tratado como um problema para a própria Justiça. O CNJ vigia, a OAB nem sempre ampara e, sem uma grande banca, você aprende rapidamente o que é invisibilidade institucional.
André Matheus / Advogado@andrematheus85

Não se fala o suficiente sobre o custo pessoal de exercer advocacia combativa em contextos de alta tensão institucional. O advogado que defende jornalistas perseguidos judicialmente, comunicadores sob estratégias de lawfare ou acusados em casos de repercussão política não enfrenta apenas a complexidade técnica do processo. Enfrenta pressão reputacional, tentativas de deslegitimação pública, muitas vezes ameaças veladas e, em alguns casos, a instrumentalização do próprio sistema disciplinar como ferramenta de inimidação. O silenciamento de advogados é uma das formas mais eficazes e menos debatidas de restrição ao acesso à justiça. Quando o profissional que poderia fazer a defesa técnica se retira por pressão, por medo ou por inviabilidade econômica do mandato, o que se perde não é apenas aquela defesa. Perde-se o sinal de que há limites ao poder de perseguir. A prerrogativa do advogado não é um privilégio corporativo. É uma garantia estrutural do sistema. Ela existe porque sem advogado independente, livre e tecnicamente habilitado, o processo é uma encenação. Proteger as prerrogativas da advocacia é proteger o próprio conceito de defesa. E quem hoje nega essa importância, amanhã pode ser o próximo a precisar dela.

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Bruno
Bruno@opa_jorge·
Primeiro, a Justiça é reduzida a uma planilha de custos. Depois, o contraditório é tratado como entrave. Em seguida, a sustentação oral passa a ser vista como inconveniente. Por fim, o advogado deixa de ser indispensável e vira um obstáculo. As garantias incomodam. É o método.
Estadão 🗞️@Estadao

EDITORIAL | Justiça surda – “A resolução n.º 591 do CNJ limita o trabalho do advogado, tolhe seu direito de argumentar e o impede de persuadir os julgadores”. Leia o texto completo em x.gd/qoa9f

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Bruno
Bruno@opa_jorge·
@renancalheiros Para senador talvez o CNJ funcione. Para os bancos que fraudaram R$ 6,5 bi documentados pelo TCU também funcionou. Para o idoso analfabeto que foi reclamar da fraude: norma, caravana, oficial na porta. O CNJ é seletivo. cnj.jus.br/caravana-da-co…
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Renan Calheiros
Renan Calheiros@renancalheiros·
É inaceitável a censura às atividades dos parlamentares. Recorri da decisão de primeiro grau que tenta censurar um discurso feito no Senado. Fiscalizar e denunciar são deveres do mandato. Vamos também ao CNJ para coibir este perigoso precedente de abuso de autoridade.
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Bruno
Bruno@opa_jorge·
@Camisblima Tem dado melhor: o Bradesco foi condenado a indenizar advogado por usar “advocacia predatória” em contestação sem prova. O juiz disse: a lei não prevê litigância predatória como fundamento autônomo. Banco que acusa precisa provar. tjma.jus.br/midia/portal/n…
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Camis
Camis@Camisblima·
@opa_jorge Você com essa informação me deu uma ideia de abrir um tópico com dados comparando a minha suposta má-fé com a má-fé do banco que o escritório que representa ele está me acusando
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Bruno
Bruno@opa_jorge·
@Danmarcosadv Banco usa o Judiciário como balcão de cobrança — 60% das suas ações são execuções. Provou a USP. Não é predação. Predação é o advogado do idoso analfabeto que ousou reclamar do desconto. O sistema está funcionando perfeitamente. sites.usp.br/acredito/litig…
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Daniel Marcos
Daniel Marcos@Danmarcosadv·
Sinto em concordar com você, mas os fatos realmente demontram isso. Principalmente no que tange à numeros de processos, nunca houve qualquer tipo de perseguição (e nem deveria, pois isso é questão de competencia e capacidade de gestão) contra os grandes escritórios dos bancos que administram milhares de processos.
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Bruno retuiteado
ConJur - Consultor Jurídico
ConJur - Consultor Jurídico@ConJur_Oficial·
Fortuito interno e falha sistêmica: cronologia que laudos bancários registram sem perceber Este artigo examina essa inversão probatória, seus fundamentos técnicos e jurídicos, e o que ela significa para a construção da tese do fortuito interno em casos de golpe de falsa central de atendimento com contratação de crédito e desvio via Pix. conjur.com.br/2026-jun-09/fo…
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