Bruno

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@opa_jorge

Advogado raiz, não mitigo Direitos, não módulo, não relativizo!!! CF na veia!

Katılım Mayıs 2019
696 Takip Edilen252 Takipçiler
Bruno
Bruno@opa_jorge·
@joaocar32390130 Na verdade não, é um convite para olhar para fora… para dentro e pro umbigo eles estão olhando faz tempo!!! Menos trabalho e mais ganhos… isso é método !
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joao carlos
joao carlos@joaocar32390130·
@opa_jorge Mas é um convite para olhar para dentro. Acabando com supersalários inconstitucionais já reduziria aí para 3500$ né
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Alisson
Alisson@AlissonLazzare2·
@opa_jorge @LitiganteDeBF Ela deve ter calculado isso com uma batata e considerado até a hora de serviço do vigilante do fórum. Se bem que acho que nem assim chegaria nesse valor.
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Litigante de boa fé
Litigante de boa fé@LitiganteDeBF·
Advogar em Direito do Consumidor no Brasil virou trocar saúde mental por honorários. Aos poucos, o Judiciário foi assumindo """de graça""" o papel de departamento de compliance das grandes empresas, e essa semana o STJ deu mais um passo nesse caminho. A 3ª Turma decidiu que celular "não é bem essencial". Na prática: comprou aparelho com defeito, a operadora tem até 30 dias pra tentar consertar antes de você poder exigir a troca ou o dinheiro de volta. O prejuízo do produto ruim ficou com quem comprou, não com quem vendeu. Quem liderou esse voto foi o ministro Villas Bôas Cueva. Guardem o nome. Porque é ele o relator do Tema 1.396, que vai decidir algo bem maior: se o consumidor precisa reclamar antes na empresa pra só depois ter o direito de entrar com ação. Traduzindo o 1.396: você liga pro SAC, abre protocolo, espera o prazo de boa vontade do fornecedor. Só aí teria "interesse de agir". Quem pular essa etapa corre o risco de ver o processo extinto sem análise do mérito. A porta da Justiça passa a depender de um protocolo de call center. E o problema é de raiz. Direito do Consumidor é norma de ordem pública, não apêndice do Direito Civil. Consumidor trouxe fato verossímil? O ônus da prova é da empresa (CDC, art. 6º, VIII). O sistema foi montado assim de propósito. Essas teses invertem tudo: jogam pro lado mais fraco o ônus de provar e o tempo de esperar. A Justiça não deveria ser fiadora do caixa de empresa que lucra entregando serviço ruim, mas é esse papel que ela vem aceitando sem reclamar. A mediocridade das grandes corporações se sustenta porque é subsidiada pela jurisprudência. Cada decisão dessas funciona como um desconto: o consumidor paga, a empresa embolsa. No fim, peticionar foi virando um desabafo institucionalizado contra o absurdo. Fica o registro: Tema 1.396, relatoria do Cueva. Vindo desse relator, já dá pra ter uma boa noção do que nos espera.
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Bruno
Bruno@opa_jorge·
Hoje, ser um advogado combativo é, muitas vezes, ser tratado como um problema para a própria Justiça. O CNJ vigia, a OAB nem sempre ampara e, sem uma grande banca, você aprende rapidamente o que é invisibilidade institucional.
André Matheus / Advogado@andrematheus85

Não se fala o suficiente sobre o custo pessoal de exercer advocacia combativa em contextos de alta tensão institucional. O advogado que defende jornalistas perseguidos judicialmente, comunicadores sob estratégias de lawfare ou acusados em casos de repercussão política não enfrenta apenas a complexidade técnica do processo. Enfrenta pressão reputacional, tentativas de deslegitimação pública, muitas vezes ameaças veladas e, em alguns casos, a instrumentalização do próprio sistema disciplinar como ferramenta de inimidação. O silenciamento de advogados é uma das formas mais eficazes e menos debatidas de restrição ao acesso à justiça. Quando o profissional que poderia fazer a defesa técnica se retira por pressão, por medo ou por inviabilidade econômica do mandato, o que se perde não é apenas aquela defesa. Perde-se o sinal de que há limites ao poder de perseguir. A prerrogativa do advogado não é um privilégio corporativo. É uma garantia estrutural do sistema. Ela existe porque sem advogado independente, livre e tecnicamente habilitado, o processo é uma encenação. Proteger as prerrogativas da advocacia é proteger o próprio conceito de defesa. E quem hoje nega essa importância, amanhã pode ser o próximo a precisar dela.

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Bruno
Bruno@opa_jorge·
Primeiro, a Justiça é reduzida a uma planilha de custos. Depois, o contraditório é tratado como entrave. Em seguida, a sustentação oral passa a ser vista como inconveniente. Por fim, o advogado deixa de ser indispensável e vira um obstáculo. As garantias incomodam. É o método.
Estadão 🗞️@Estadao

EDITORIAL | Justiça surda – “A resolução n.º 591 do CNJ limita o trabalho do advogado, tolhe seu direito de argumentar e o impede de persuadir os julgadores”. Leia o texto completo em x.gd/qoa9f

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Bruno
Bruno@opa_jorge·
@renancalheiros Para senador talvez o CNJ funcione. Para os bancos que fraudaram R$ 6,5 bi documentados pelo TCU também funcionou. Para o idoso analfabeto que foi reclamar da fraude: norma, caravana, oficial na porta. O CNJ é seletivo. cnj.jus.br/caravana-da-co…
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Renan Calheiros
Renan Calheiros@renancalheiros·
É inaceitável a censura às atividades dos parlamentares. Recorri da decisão de primeiro grau que tenta censurar um discurso feito no Senado. Fiscalizar e denunciar são deveres do mandato. Vamos também ao CNJ para coibir este perigoso precedente de abuso de autoridade.
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Bruno
Bruno@opa_jorge·
@Camisblima Tem dado melhor: o Bradesco foi condenado a indenizar advogado por usar “advocacia predatória” em contestação sem prova. O juiz disse: a lei não prevê litigância predatória como fundamento autônomo. Banco que acusa precisa provar. tjma.jus.br/midia/portal/n…
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Camis
Camis@Camisblima·
@opa_jorge Você com essa informação me deu uma ideia de abrir um tópico com dados comparando a minha suposta má-fé com a má-fé do banco que o escritório que representa ele está me acusando
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Bruno
Bruno@opa_jorge·
@Danmarcosadv Banco usa o Judiciário como balcão de cobrança — 60% das suas ações são execuções. Provou a USP. Não é predação. Predação é o advogado do idoso analfabeto que ousou reclamar do desconto. O sistema está funcionando perfeitamente. sites.usp.br/acredito/litig…
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Daniel Marcos
Daniel Marcos@Danmarcosadv·
Sinto em concordar com você, mas os fatos realmente demontram isso. Principalmente no que tange à numeros de processos, nunca houve qualquer tipo de perseguição (e nem deveria, pois isso é questão de competencia e capacidade de gestão) contra os grandes escritórios dos bancos que administram milhares de processos.
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ConJur - Consultor Jurídico
ConJur - Consultor Jurídico@ConJur_Oficial·
Fortuito interno e falha sistêmica: cronologia que laudos bancários registram sem perceber Este artigo examina essa inversão probatória, seus fundamentos técnicos e jurídicos, e o que ela significa para a construção da tese do fortuito interno em casos de golpe de falsa central de atendimento com contratação de crédito e desvio via Pix. conjur.com.br/2026-jun-09/fo…
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Bruno
Bruno@opa_jorge·
A Febraban é o maior litigante privado e o segundo maior amigo da corte no STJ — mais de 160 processos. Deveria ser controlada. Em vez disso, influencia as regras. O pobre prova como sobrevive. O preconceito econômico está institucionalizado. stj.jus.br/sites/portalp/…
Daniel Marcos@Danmarcosadv

@LitiganteDeBF A questão da gratuidade nos processos bancários é uma coisa absurda... Não escondem que é a estigmatização do nicho, é o preconceito com o processo. Uma pessoa que ganha 1 salário mínimo para mim deveria demonstrar como sobrevive não se tem valores escondidos.

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Bruno
Bruno@opa_jorge·
Soft power judicial: CNJ molda o Judiciário sem coerção direta. Correto. Seminário com Febraban no STJ. Caravana em 13 capitais. Cartilha nos tribunais. Recomendação 159. Tudo sem coerção direta. Só influência. Cada alegação verificada. enfam.jus.br/enfam-particip…
JOTA@JotaInfo

Artigo | O CNJ e a construção silenciosa do soft power judicial Conselho molda o Judiciário por meio de metas, dados e direitos humanos, sem depender de coerção direta jota.info/opiniao-e-anal…

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Bruno
Bruno@opa_jorge·
@erickeduardo4 Se rejeitar a terceira pede música no fantástico ?
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Bruno
Bruno@opa_jorge·
A pauta dos bancos chegou ao STF. USP analisou 120 mil processos: 71% dos consumidores têm razão. Quem é o predador? sites.usp.br/acredito/litig…
Migalhas@PortalMigalhas

No #STF, #DiasToffoli criticou a chamada "#advocaciapredatória" e afirmou que alguns escritórios buscam clientes para ajuizar ações com expectativa de obtenção de indenizações. A declaração foi feita durante o julgamento sobre a responsabilização de plataformas digitais. Segundo o ministro, esse tipo de prática deve ser coibido, com atuação da própria OAB.

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Bruno
Bruno@opa_jorge·
@TI_InterBr @LitiganteDeBF Presidiu mesa com diretor da Febraban no STJ. Foi a Londres num evento de R$ 3,3 mi pago pelo Banco Master. Se declarou impedido. Aprovado como Corregedor Nacional de Justiça. Isso não é coincidência. É método. enfam.jus.br/enfam-particip…
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Transparência Internacional - Brasil
O novo corregedor nacional de Justiça esteve na degustação de uísque em Londres, cuja conta de R$ 3 milhões foi paga por Vorcaro. É agora a autoridade máxima responsável pela integridade do Judiciário brasileiro, indicado pelo pleno do STJ e aprovado pelo Senado Federal.
Transparência Internacional - Brasil tweet media
Senado Federal@SenadoFederal

Aprovada indicação de Benedito Gonçalves para corregedor nacional de Justiça link.senado.leg.br/hu7akww9

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Lucas Mourão
Lucas Mourão@lucasmourao_·
A criminalização da advocacia segue e toda velocidade.
Migalhas@PortalMigalhas

No #STF, #DiasToffoli criticou a chamada "#advocaciapredatória" e afirmou que alguns escritórios buscam clientes para ajuizar ações com expectativa de obtenção de indenizações. A declaração foi feita durante o julgamento sobre a responsabilização de plataformas digitais. Segundo o ministro, esse tipo de prática deve ser coibido, com atuação da própria OAB.

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Bruno
Bruno@opa_jorge·
@JotaInfo Banco litiga em massa: nenhuma norma. Usa o Judiciário como balcão de cobrança: nenhuma caravana. Desconta sem autorização: acordo voluntário. Hipervulnerável reclama: norma, cartilha, oficial na porta. Litigância incomoda quando é do fraco.
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Bruno
Bruno@opa_jorge·
@JotaInfo A USP provou: banco usa o Judiciário como balcão de cobrança — 60% das ações dos bancos são execuções. 71% das ações dos consumidores procedem. Qual norma foi criada para isso? Qual medida para o banco parar de usar o Judiciário assim?
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JOTA
JOTA@JotaInfo·
Artigo | litigância abusiva: O Judiciário não precisa ser sempre a primeira porta Exigência de prévia tentativa de solução extrajudicial, quando razoável e adequada, reforça coerência do sistema público de tratamento de conflitos jota.info/coberturas-esp…
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